Chá com os Deuses

Dezembro 12 2011

[Na continuação de 'COISAS ESTRANHAS NUMA TERRA ALGURES...', em http://chacomosdeuses.blogs.sapo.pt/11021.html ]

 

«SERÁ QUE SE PODE JULGAR E EMITIR ENERGIA E DAR FORÇA A COISAS, PELO JULGAMENTO?

 

Estes são apenas alguns exemplos do cenário destrutivo que é muito maior e de uma proporção tal que simplesmente a mente inocente, distraída, descentrada do colectivo não consegue imaginar como padrão existente.

 

Será que se pode julgar e emitir energia e dar força a coisas, pelo julgamento? Sabe-se realmente o que se passa para fazer um juízo? Sabe-se realmente o que se está a fazer com o foco?

 

A sociedade não deu a Cultura, conhecimento e a atitude de reflexão, que não fosse apenas a reagir a impulsos do que os outros fazem. Mas se ainda se pensa que é grave, isso não faz de ninguém uma vítima; esse foi o poder que se entregou usando o livre arbítrio. Esse poder pode e vai voltar novamente e de uma forma simples. Mas primeiro há que entender mais o que se passa.

 

Pode achar-se que a grande culpa é dos líderes e sacerdotes?

 

Não se JULGUE mais... a culpa é colectiva! Está-se demasiadamente entretido com entretenimentos e com os pequenos confortos individuais.

 

Mentiras. Sim, mas em todas as mentiras há verdades e sempre se soube que se tinha de separar o trigo do joio. Não vale a pena argumentar o quanto se pratica a meditação ou as horas que se passa a orar. Nesta história não há vítimas, apenas responsáveis. Há contudo quem se responsabilize agora e quem não se responsabilize e esses são os traidores.

 

O “burro” não deveria estranhar se, ao dar atenção e seguir uma cenoura num determinado momento, se encontra e/ou se vê num lugar onde não queria estar.

 

A cenoura é uma ilusão... preparada. Seja a ilusão um telejornal ou espiritualidade ignorante. Seja por interferência alheia, seja pela fraca selecção mental.

 

Não se é vítima por se ter seguido a cenoura, mas é-se responsável por o fazer. O pêndulo que oscila no pescoço da Humanidade como colectivo é único: seguir ou não individualmente a cenoura é uma das ilusões de separação.

 

A questão não é se individualmente segue ou não a cenoura, a questão é se o colectivo segue a cenoura?

 

Achar que isto é uma questão individual e pessoal, é uma tentativa de fuga à responsabilidade. Em vez de a questão ser se "se segue a cenoura”, talvez melhor seja “o que se expressa ou se faz colectivamente para não seguir a cenoura?”

 

Agora pergunte-se, por que colocar o FOCO HUMANO nas mãos que escolheram, traz tanta responsabilização para todos?

 

Esse foco tem sido dirigido pelo critério de núcleos de “ruído” que exercem controlo dentro do próprio holograma, que pensam estar no controlo, mas eles também estão a ser controlados e por outros maiores ...e mesmo esses últimos também.

 

Há, contudo, um mínimo que se pode fazer para alterar a presença dos que irão estar no rio do foco primordial que aí vem.

 

Um julgamento que passa despercebido é a “consciência julgamental" que se exprime assim:
- Se a consciência não permite que se atire papéis para o chão e se vir alguém a fazê-lo, não vá, à frente de quem atirou o papel, apanhá-lo e colocá-lo no lixo. Em vez disso, espere até ele não ver e faça-o.

 

Substitua-se esse falso mestre que está dentro de si e que é conflituoso [fruto da personalidade], por um melhor do colectivo; se não se tiver imediatamente acesso a esse, substitua esse falso mestre por nada, pois, acredite-se, é preferível o papel no chão do que a energia que é gerada pela atitude referenciada e que não é nada apreciada. Ao apanhar o papel do chão, à frente de quem o deitou, vai gerar energia de conflito dentro de quem o deitou e, automaticamente, o gesto é de conflito e não de consciência. Quem deitou o papel ao chão está a desenvolver outra consciência e experiência que não lhe diz respeito e não cabe julgar, pelo menos nesta dimensão. A consciência que ele desenvolve é necessária ao processo evolutivo tanto como a de outro qualquer; não interferir ajuda mais e nenhuma consciência é IGUAL nem mais ou menos que outra. Mais uma vez, é dispensável o julgamento de quem é mais, já que na Terra só é permitido saber-se que tudo é uma experiência de consciência.

 

O foco de atenção, pensamento e intenção do colectivo, pelo qual se toma consciência da imagem reflectida através da experiência no espelho de aspecto físico, não é a intenção de acertar na imagem mas sim criá-la, por isso reacção e julgamento são completamente pouco apreciáveis, já que criam “ruído” que deve ser excluído da imagem.

 

Mas onde estão os necessários seres humanos mais sensíveis, intuitivos, psíquicos, ligados com a natureza e com o universo, xamãs e mágicos?

Bem, nesse caso será que interessa saber o que foram acidentes como a inquisição?

 

E o que foi a inquisição, senão um dizimar do estereótipo existente do ser humano intuitivo, psíquica e energeticamente ligado com o universo e com a natureza? Pois o ataque às bruxas, não era às bruxas, cuja imagem fora imposta pelas histórias infantis e de desinformação, de senhoras que queimam criancinhas, comem ratos e transformam príncipes em sapos.

 

O Papa João Paulo II tendo sido o papa que reconheceu a influência das elites contra a Humanidade adormecida, veio pedir desculpa, em nome da Igreja, pela inquisição, pois o arquétipo retirado da Humanidade nesse momento era importante para o período que se atravessa agora.

 

Imagine-se se esses milhares tivessem exercido a sua influência e espalhado a sua sabedoria que foi queimada. Recorde-se que este Papa fora escolhido por ser de fora dos círculos influentes, pois o anterior fora envenenado 33 dias após a posse e sabe-se que ia fugir ao controlo das elites e literalmente ia expor a influência obscura destes, assim como os desvios monetários do Vaticano, esses desvios serviam para subsidiar interesses pessoais e políticos que não serviam a Humanidade, mas sim as elites que governam na sombra. Neste momento nem sequer se encontram na sombra, estão bem visíveis, mas o cenário é de proporções e de uma magnitude que é tão antigo e que transcende até a visão desperta, pela ilusão.

 

João Paulo II, inteligentemente, esperou controlar melhor o Vaticano antes de anunciar parte do que o seu predecessor pretendia, contudo até este teve que seguir a agenda da elite, mas deixou algumas pistas, o pedido de desculpa pela inquisição foi uma delas.

 

Pode dizer-se, que não foi culpa dos actuais “encarnados". Mas foi. Contudo se será julgado por isso? Pelo contrário, apenas é compreendido mas são responsáveis, pois coisas similares ainda ocorrem hoje.

 

Só pelo foco de atenção dirigido ao processo pelo colectivo faz todos mais que responsáveis, faz de todos co-autores, quem vai à cabeça da lista, não interessa, a cabeça só vai onde o corpo a leva. Muitos da “audiência e espectadores” deste teatro, são responsáveis, pois têm o poder de mudar as circunstâncias, contudo julga-se a imagem ilusória que é passada pelo clero, gerando conflito. Isto não é diferente,de quando neste momento se julgam conflitos que não tocam pessoalmente o observador e que são apresentados por ilusionistas do controlo, pela televisão, internet e outros meios, com o intuito de gerar energia de conflito, o que atrai mais conflito, gerando ainda mais a atenção e julgamento ao ponto de se manifestar conflituosamente numa roda de fogo e que a todos vai queimar. Essa actividade é um ritual. Recebendo imagens de conflito com base num julgamento, de julgamentos anteriores manipulados, atraindo ainda mais... e “ruído” assim é.

 

Sim, houve manipulação do corpo por parte da cabeça, e este padrão está a ser repetido constantemente. Mas existe solução.»

 

(in “Paradogma”, de Richard Haesh)

publicado por iorio às 03:45

Dezembro 12 2011

[Na continuação de 'A HISTÓRIA... DOCUMENTÁRIO OU FICÇÃO?', em http://chacomosdeuses.blogs.sapo.pt/10800.html ]

 

«COISAS ESTRANHAS NUMA TERRA ALGURES...


Entrega-se o poder e escolhas são feitas com o domínio desse poder.

 

- Alguns presidentes, assim como o Vaticano, estabeleceram contacto já há anos com raças alienígenas. O Vaticano estabeleceu contacto com uma raça nos próprios jardins. Foram feitos acordos por ambos, que dizem respeito à Humanidade e esta está ausente nas decisões que envolvem todos.

O Presidente Eisenhower assinou acordos, tratados e alianças com seres extraterrestres. Acordos que dizem respeito a toda a Humanidade ou colectivo, que nem partilha das decisões tomadas.

 

- Foram efectuadas alianças com esses Seres, as quais ainda se tem duvidas se o fizeram com os seres certos.

 

- Foram fornecidas tecnologias para o planeta que têm sido manipuladas pelos militares e dirigentes. Que também não foram partilhadas, nem sequer estão a ser usadas para proveito do colectivo. Algumas foram retiradas de naves acidentadas, inclusive de naves abatidas por militares. Nomeadamente tecnologias de visão “temporal” e portais naturais e artificiais.

 

- O sistema de ver “no tempo” andou a circular pela elite de alguns países.

 

- Está-se em contacto com seres humanos de linhas de “Tempo” diferentes.

 

- Desenterraram tecnologias existentes dentro do holograma, que são “espaços” de salto entre planetas, e que têm sido usados para ir a Marte e a Lua, com estes meios.

 

- Já existem autênticas cidades subterrâneas, para algo drástico que eles atraíram, e algumas instalações, para “arca de Noé”, na Lua.

 

- A gravidade da Lua que foi anunciada não é verdadeira. E a Lua foi colocada onde se encontra.

 

- Pelos gestos ignorantes e arrogantes de alguns, os seres extraterrestres colocaram em vigor um tratado de sanções limitativas de deslocação entre planetas e o que se pode fazer fora do planeta.

 

- Já existe capacidade, há vários anos, de energia gratuita.

 

- A fome podia ter sido erradicada há anos.

 

- Existe um projecto de informação da Humanidade de contactos com extraterrestres, contactos seleccionados para informação para sair e que nem mesmo assim sai do papel.

 

- Existe um plano de redução da população mundial à força.

 

- Os colapsos financeiros são arquitectados.

 

- As guerras têm sido planeadas entre os dois lados em oposição.

 

- Alguns programas de ecologia têm projectos obscuros que servem poucos, no poder, em prejuízo de muitos.

 

- As elites sabem que o colectivo tem o poder de trazer ao planeta Avatares (avatares do colectivo).

 

- Existem doenças e vírus criados, não como arma biológica de guerra, mas sim para controlo da população.

 

- Existem instituições de caridade e humanitárias que servem a elite bancária em propósitos obscuros.

Minerais e nutrientes nos alimentos têm diminuído drasticamente, tendo chegado a um ponto em que há alimentos sem praticamente qualquer tipo de valor nutricional.

 

- Há planos para inicialmente fazer desaparecer a população da África, América do Sul, através de fome e doenças como a Sida, que foi desenvolvida para "abater" cabeças humanas no mundo.

 

- Existem muitos métodos de prolongar a vida, assim como de resolver as doenças drásticas actuais, mas que não são empregues.

 

- O movimento gestual de cruz à frente dos corpos corta o Campo de defesas, quebrando com isto resistências energéticas que se possui. Também é verdade que ninguém pode colocar más energias, isto é apenas mais um mito e engano para separar pessoas. Mas contudo, as energias podem ser roubadas, manipuladas, e as defesas quebradas.

 

- Existe o programa de levar a reagir e viciar o colectivo no julgamento, permitindo sempre manipular o foco de atenção, e criando a energia de "reacção de contra". Sem incentivo algum ao sentido criador, que une ao Real poder humano.

 

- Há mais de um milénio que se têm criado estruturas para que caiam em arquétipos estereotipados que permita previsão e controlo.

 

- As piores armas, foram criadas com o poder e energia do foco do colectivo...

 

- Existe uma guerra nuclear programada, não porque exista um conflito, mas sim porque "conflito” é a forma apresentada e aceite por todos.

 

A questão não é obrigar os governos a assumirem ou a provarem que as afirmações controversas são falsas. A questão nem sequer é se é verdade ou mentira, a questão é o facto de que podem ser levantadas! São levantadas e o chocante é que um cidadão comum não consegue individualmente responder se é falso ou não. Isto é um forte indicador que o individuo nada controla, apenas é controlado.

 

Quando se conseguir saber se as afirmações são verdadeiras ou falsas, sem informação via televisão, jornais e outras informações sob controlo de instituições ou governos com interesses próprios, então está-se desperto para o que realmente se passa. Então as afirmações controversas deixam de o ser, passam a ser verdadeiras ou falsas através do próprio discernimento e conhecimento empírico. O observador volta a ter influência no enredo global, em vez de observador adormecido sem interferência a não ser que seja manipulado.»

 

(in “Paradogma”, de Richard Haesh)

publicado por iorio às 03:36

Dezembro 12 2011

[Nota: O texto abaixo expõe a importância da energia dos chamados campos mórficos na vida da Humanidade. Para entender a sua importância – e a sua relação com a espiritualidade –, pode espreitar o post “Ressonância e campos mórficos”, em http://chacomosdeuses.blogs.sapo.pt/2179.html ]
 

«A HISTÓRIA... DOCUMENTÁRIO OU FICÇÃO?

 

Na etapa de desenvolver a "consciência de lei e punição", nesse mesmo momento começam a unir-se as culturas e a formar nações e juntos começam a desenvolver que razão tem lógica. Mas que não basta a razão, pelo que devem também existir leis e para que aquela se cumpra devem haver "correcções" ou desvantagem em infringir a lei. Neste ponto, surge algo de desinteressante, que é o julgamento, num planeta que só servia para executar experiências e desenvolver "produtos de consciência superior" ou de "consciência para a consciência colectiva". 

 

No desenvolvimento da "consciência de lei e correcção" como em todas as etapas, este produto não só é desenvolvido na sociedade, comunidade, colectivos, em manifestação na 3ª dimensão como em planos mentais, no plano da consciência e no plano etérico a projectar.

 

Os primeiros grandes focos de atenção colectiva, foram conseguidos pelas nações do Egipto e Suméria. E foi aqui que uma grande distorção aconteceu.

 

Nas primeiras nações, Suméria e Egipto, com o reconhecimento pelo consciente colectivo de que o julgamento pertence ao ser superior, surgem os primeiros "ilusionistas" que se usurpam da energia colectiva. Esta energia foi-lhes entregue por livre arbítrio. Estes "ilusionistas" adquirem uma nova potência, muito maior que a do seu foco pessoal, e com a qual não estão preparados para lidar, ou seja, um poder do foco individual tem de lidar com um factor de "ruído" contrário a intermediar com o seu correspondente. Isto para trazer a imagem real ao foco; contudo o poder dos usurpadores, ao manipular o foco de atenção do colectivo, atraiu um ruído igualmente potente com o qual não estavam preparados para lidar. O Poder que estes seres encarnados na 3ª dimensão adquiriram foi tal, que o correspondente em ruído é extradimensional com bastante mais "experiência" do que esses seres da 3ª dimensão que foram rapidamente obliterados, cegados e adormecidos. Essa ambição resultou de seres, que exerceram influências, o que continuou até ao momento dos dias de hoje.

 

Contudo, interessa saber que a culpa não é de mais ninguém, se não de todos os que entregaram, e ainda hoje entregam, o foco individual.

 

Neste cenário, o ponto final de toda a História não tem fim previsto, a não ser um paradigma a vencer que é consciência da consciência, por assim dizer. Assim, como nesta história, os jogadores não são apenas os representados na 3ª dimensão, mas sim uma panóplia de seres (multi/extra) dimensionais. Esta "usurpação" não era vista como errada, se de facto fosse o caminho de se criar a experiência do produto final.

 

Não só mas, para exemplo, no Egipto, foi direccionada luz de ajuda para que estas supostas "divindades" da 3ª dimensão começassem esse processo com conhecimento de causa, foram fornecidos ferramentas, sistemas e conhecimentos, tal como a verdadeira noção de tempo. Tudo isso fora de facto oferecido esses humanos, a quem o colectivo entregou, de livre arbítrio, a energia para exercer o papel de divindade e de aplicar as leis e as respectivas "correcções". O contacto destes primeiros líderes, com a energia do colectivo foi corruptivo. O "ruído" 'extra' dimensional, feriu um dos olhos da Humanidade, inclusive dos "sacerdotes" com o poder do colectivo. Estes "sacerdotes" feriram o olho restante da civilização, ficando eles com um só. Assim se criou o olho único em cima de uma pirâmide, esse olho simboliza que quem neste reino cego tem um olho...

 

Originam-se os primeiros mitos, que criam o medo e para que assim se cumprisse a Lei, a Humanidade com os dois olhos cegos ainda via intuitivamente, e os Mitos trouxeram as primeiras religiões, as primeiras formas de espiritualidade e o horrível julgamento de certo ou errado, tendo as correcções passado a punições, que viriam a adormecer o olho intuitivo e interno da Humanidade ou do colectivo.

 

A criação de grandes influências, pelo medo dos mitos e religiões, servia apenas para controlo das populações, por parte do ser que detinha a capacidade de impor Leis, e as respectivas "correcções" que se transformaram em punições abusivas e com grandes actos separatistas. Esses mitos e religiões, não foram bem interpretados pelo colectivo e viriam a trazer problemas devassos no futuro e com o uso "anormal" dos conhecimentos enviados, foram lançadas as primeiras cordas, à Alma, e ao Espírito encarnado.

 

Surge então uma enorme lista de fraudes e desvios de conceitos, como é exemplo a interpretarão do conceito de Carma. Isto criou um constante conflito de discussão entre escolas e mestres que com o passar do tempo vai dividindo, cada vez em mais e mais, fracções de interpretação. Até a um ponto em que três humanos não se juntam sem que esses conceitos sejam diferentes, não permitindo que o colectivo sozinho partilhe de valores similares. E o colectivo sabe toda a verdade, mas separado não tem força nem consegue ver. Lembre-se que, na história deste planeta, o livre arbítrio tem sido mais uma fraude de conceitos na maioria dos empregos do termo.

 

Portanto, a aplicação de leis atraiu a experiência do sofrimento a um ponto tal que o desejo e intenção do colectivo atraíram a imagem real um revelador para auxílio por alguns expresso.

 

Este revelador encarnou, pois este é o poder do foco do colectivo, e este foi uma das últimas vezes que usaram esse foco colectivo sem serem influenciados. Foi feita a revelarão e o colectivo lembrado do seu estatuto de divino e criador; no entanto, o colectivo não recuperou totalmente deste episódio, não foi a nível colectivo ou da consciência colectiva que compreendeu que era da responsabilidade de todo o colectivo a experiência atraída do episódio anterior.

 

Não ficou bem entendido que havia sido a atracção da experiência do colectivo e o livre arbítrio de entrega da energia que fizeram chegar àquele ponto - e não os seres a quem entregaram a energia colectiva. E que esse era o momento de retornar ao básico e recusarem tudo o que fosse parecido com o padrão anterior. Também não fora considerada nenhuma das formas de tempo não linear em existência, aliás, a questão tempo, passa praticamente ao lado da visão do colectivo, para já irrelevante, mas importante para tempos futuros.

 

Então, os ajustes do colectivo não foram feitos com sucesso, mas dividiram os papéis e a energia divina do colectivo foi para as religiões e místicos, que eram os anteriores seres na mesma, mas com a capacidade de impor leis, e entregaram a figuras "sangues azuis", do caso anterior referido, a energia colectiva de governo das "correcções" ou "punições" a serem impostos às uniões de culturas ou nações. Ou seja, o sacerdote real é dividido em dois novos papéis, o sacerdote/clero e o outro é o Real/Rei ou figura governamental.

 

Está-se agora, na era Medieval, que pode ser chamada também de "era errática"; aliás não é por acaso que a maior parte das memórias das reencarnações são deste período, pois foi uma fase em que a transição não foi bem assimilada. Tendo em conta que muitos são observadores ou audiência participante da criação, esta audiência tem poder criativo para alterar o aspecto da realidade "holográfica do espelho", pois com o simples facto de darem atenção dirigem o foco, isto se não ficarem presos ao mundo do entretenimento que viria a ser especialmente criado para distrair a sua atenção, "num futuro".

 

Voltando à História, é um facto que a divisão de capacidades foi dividida entre clero e reinantes e surgem neste período as primeiras alianças, pactos e sociedades secretas, para se reproduzir o mesmo padrão anterior, mas de uma forma mais astuta. Assim têm formação o Vaticano e a figura "Rei", e existem nesse período conflitos entre esses dois, mas são efectuadas negociatas que não são do domínio publico, por isso alheias ao colectivo, mas no entanto, a energia do colectivo está depositada nessas figuras. Posteriormente, nesta história, vão perceber o poder dessa energia, o colectivo esquece-a, mas quem a controla sabe do que ela é capaz.

 

Portanto, o que conseguiram foi que quando o Rei queria conquistas e guerras, usava a lei que o clero aprovava e apoiava com moral ao colectivo, após negociação, o povo era jogado. Não só fisicamente, pois as descobertas e avanços tecnológicos surgiam da necessidade que o colectivo tinha de superar dificuldades nesses períodos, e a energia movia-se, e as soluções surgiam. Poderá ser coincidência que as civilizações mais avançadas e com mais poder são, no presente, as que mais se envolvem em guerras e que mais dominam os seus povos e suas vontades? Este é um processo simples e existente em todo o universo, a massa colectiva atrai tudo o que pretende, se for tanques de guerra o pretendido, um cientista ira aceder ao colectivo e desenvolver um tanque. Com o passar do tempo, irá ver-se a extensão deste poder.

 

Ora, no ponto Medieval, em que temos sociedades entre reinos e clero, nem sempre os "Reis" venciam guerras. Então, uma das famílias que ainda "hoje" existe neste planeta, fez um negócio com um Rei, que consistia no seguinte, o Rei queria uma guerra e essa família abastada prometeu financiar e, se ele perdesse, tudo bem, MAS se ele ganhasse, essa família criava e administrava um sistema bancário nessa nação, sem o Rei perder a sua figura de autoridade e sem necessariamente dar uma figura prestigiada a essa família.

 

O Rei concordou e o financiamento era realmente grande, e ele pode contratar e estimular os seus soldados, desenvolver técnicas e tecnologias, "pagar" grandes contrapartidas ao clero ao ponto deste desmoralizar com influência "espiritual" o oponente. E o tal Rei ganhou.

 

Esse foi só o primeiro a fazer uma sociedade secreta a três - Reino, clero e um grupo Financeiro/Bancário. E muitos mais reis se juntaram ao sistema. É óbvio que tudo isto se passou, fora do domínio publico, ou seja, do colectivo e da sua consciência, apesar de vozes de observadores que foram caladas e subornadas assim como absorvidas por essas sociedades, integrando-se nelas e ramificando-se as consequentes sociedades efectuadas a nível global. Mas uma coisa era lógica, para essa sociedade a informação teria de ser melhor controlada. No futuro a informação não seria apenas controlada mas também manipulada e por vezes completamente retorcida. Recorde-se que a energia do colectivo fora entregue a estes de livre arbítrio.

 

Conclusão, no período das primeiras sociedades feitas entre as 3 figuras-chave, a Humanidade ou o colectivo em experiência no planeta, já há muito que começou a experimentar muitos episódios estranhos com origem no adormecimento a níveis mais profundos e em estado hipnótico do colectivo. Na verdade, começou a adormecer quando não reconheceu responsabilidade pela atracção de tudo isto.

 

Fecha-se esta etapa, com um perigoso cenário, o domínio do clero e do rei pela alta finança, ou seja, se o rei tinha a energia colectiva para punir e o clero a energia de legislar o colectivo, e se a alta finança dominava os dois, então o colectivo adormecido ficou nas mãos da alta finança, que, rapidamente, se apercebeu do valor da energia da vontade, pensamento e intenção do colectivo ou seja do FOCO HUMANO.

 

No entanto, o colectivo, mesmo que anestesiado, avançou para a etapa seguinte e foi um momento em que dos mais diversos tipos de poderes são desenvolvidos, a nível físico, químico, mental, psíquico e espiritual, intra e extra planeta. Ao nível do colectivo este adormece cada vez mais profundo, com passos de ilusionismo. A luta entre poderes origina que seja mais fácil à alta finança fazer acordos com presidentes, do que com reis. Isto, porque é mais fácil que um homem no poder consiga manter um acordo por 4 anos de que um Rei numa experiência/numa vida. E assim a política mundial reorganiza, ao longo de anos, os mapas. Do ponto de vista colectivo, este não tem qualquer contacto com o seu consciente (e a posse do foco de atenção está nas sociedades e instituições secretas) e consegue, contudo e apenas, substituir a figura de rei pela de presidente. Na ilusão criada pelas sociedades secretas, é introduzida a ilusão de que a área financeira, desenvolvida pelo colectivo, está na figura do primeiro-ministro e, uma vez que o ministro é seleccionado pelo colectivo, transmite a ilusão de que, pelo menos essa energia, está nas mãos do colectivo. Isto serve porque realmente esta figura só pode dar passos que são controlados por sistemas pré-estabelecidos. Isto levou aos cenários que se vivem agora. O colectivo tem uma potência que ignora e que não tem sido usada pelo colectivo, mas por um grupo de seres na 3ª dimensão (novamente) e não só estes. Isto começou por ter "boas intenções", mas revelou-se ser corruptível e abusivo. Não pode haver interferência com o processo, mas o colectivo pode acordar e criar algo diferente, ou até introduzir novas personagens. Este acontecimento chegou a um estado crítico, pois não aprisiona apenas as projecções de seres na tridimensionalidade, mas também, as almas que adormecem em contacto com essa realidade.

 

Muitos já percepcionaram tudo isto, contudo essa informação fora "sugada" fora de contexto, não se tem qualquer intenção de trazer os hologramas para fora do holograma, isso seria uma sugestão desconectada de sentido. Além de que a responsabilidade é do colectivo dentro do holograma, e por isso não há vítimas, contudo estabelecer-se casos em consciência de vítima, não traz ajuda, mas sim "energias" para proporcionar a experiência de vítimas, e danificar ainda mais. Quanto a resgatar vítimas, a lei gravítica faz com que essas vítimas atraiam outras vítimas e os seus perseguidores que proporcionam experiência para as vítimas.

 

Mas, concretamente, qual a extensão dos danos? Não é realmente importante saber disso, pois a informação tem sido prejudicial.

 

Existem mais jogadores nesse jogo de poder que alguma vez a mente da 3ª dimensão conseguirá percepcionar. No entanto, existirá muitas surpresas…»

 

(in “Paradogma”, de Richard Haesh)

publicado por iorio às 03:27

Outubro 07 2011

«Transcender o ego-self para experienciar esses estados de consciência expandida tem sido o objectivo de quem busca a espiritualidade desde tempos imemoriais. Desde as brumas da pré-história, temos tido o potencial para aceder a esses estados e as substâncias que alteram a mente e as técnicas psicoespirituais têm sido indicadores do caminho para esses domínios. Mas, enquanto que os místicos e os iniciados procuraram ao longo da história esses estados de ser extraordinários, para a grande maioria das pessoas prevaleceram as realidades mundanas da vida comum.

 

Agora já não.

 

Individual e colectivamente, começamos agora – cada um de nós – a conseguir aceder a níveis superiores de percepção. E, crucialmente, somos capazes de o fazer sem recurso às substâncias que alteram a mente e aos meios psicoespirituais dos nossos antepassados. De igual modo, nos últimos dois mil anos, houve instituições que exerceram a autoridade espiritual. Gurus ou sacerdotes, quer benévolos quer malévolos, foram considerados como fontes privilegiadas do Espírito.

 

Agora já não.

 

Ao corporizarmos as energias do oitavo chacra, é-nos dada acreditação para a nossa própria espiritualidade e aceder à integridade de quem realmente somos.

 
Embora possamos continuar a caminhar a par com os nossos companheiros de viagem na tradição espiritual que escolhermos, também podemos trilhar o percurso interior que é só nosso – e que, no entanto, conduz ao nosso destino comum.

 

O subconsciente colectivo

 

Na sua investigação sobre estados alterados de consciência, o psicólogo Carl Jung identificou uma percepção de grupo imensa à qual todos temos acesso. Chamou-lhe o "subconsciente colectivo" e entendeu-o como sendo o arquivo de todo o nosso património cultural e histórico.

 

Jung identificou também princípios criativos primitivos que designou por "arquétipos", cujas essências impregnam o subconsciente colectivo e que encontram, portanto, expressão tanto nas vidas individuais como na humanidade em geral.

 

Esses arquétipos constituem os panteões de divindades em todo o mundo. Embora os entendamos de formas culturalmente específicas, a sua natureza inata é genérica e a sua orientação e presença comum a todos nós.

 

Ao expandirmos a nossa percepção para além do ego-self, acedemos ao subconsciente colectivo e aos domínios dos seres arquetípicos. Ao fazê-lo, começamos não só a percepcionar como também a experienciar directamente que as fronteiras entre a nossa psique e o Cosmos são, no essencial, arbitrárias.

 

Nesses estados de sensibilização, não só conseguimos aceder ao conhecimento através do espaço e do tempo, como experienciar numa base não local que viaja para além do mundo da manifestação. Podemos obter informações que parecem ser memórias de outras vidas ou podemo-nos identificar com outros seres – animais, árvores, montanhas e rios – e apercebermo-nos intimamente de que também eles são sencientes.

 

Como Jung descobriu igualmente, esses estados podem apresentar informações novas e precisas que não podem ser obtidas pelos meios até agora à disposição da nossa mente assente no ego. Por exemplo, quando os investigadores perguntaram aos curadores xamânicos da Bacia Amazónica, o maior repositório de plantas medicinais do mundo, como tinham adquirido o seu conhecimento enciclopédico das propriedades das plantas, eles responderam, "As plantas disseram-nos". Os antropólogos, que durante várias gerações aplicaram uma visão do mundo materialista à sua investigação, começam a descobrir esses conhecimentos metafísicos empreendendo as mesmas buscas visionárias que os povos primitivos cujas culturas estudam.

 

O que transparece de todos os relatos dessas experiências é que, apesar de os arquétipos serem pontes para a Origem fundamental de toda a criação, não são a própria Origem. Confundi-los com a Origem tem sido o percurso histórico para a idolatria, a divisão e a desacreditação. Mas entendê-los como uma parte real de uma consciência holográfica quase infinita permite que todas as limitações culturais sejam transcendidas e que seja atingida uma maior consciencialização do Cosmos e do nosso lugar nele.

 

Em última análise, na fronteira da percepção humana, existe um nível de consciência que abrange todas as polaridades. Toda a gente que a experienciou directamente reconhece que a sua descrição excede o poder da linguagem – um campo inefável de mente pura, amor incondicional e poder criativo. A música sublime permite-nos um vislumbre mais nítido da mesma do que as palavras, por mais poéticas que sejam. A visão da Natureza na sua plena glória oferece-nos outro. Mas a linguagem que ressoa a níveis de percepção cada vez mais elevados é a do amor – não as palavras que procuram descrever o amor, mas os sentimentos Íntimos que não deixam dúvidas quando à sua realidade. E não os sentimentos que procuram julgar ou condicionar o amor, mas os sentimentos que o libertam.

 

À medida que a nossa percepção se expande, podemos optar por nos fundirmos nessa consciência, testemunhá-la com bem-aventurada reverência ou acolhê-la como a Amada do nosso coração, mente e vontade.»

in "O 8º. Chacra", de Jude Currivan

publicado por iorio às 04:35

Setembro 14 2011

O sortilégio da Cura, a magia que o termo concentra, sempre despertou o imaginário da Humanidade, atravessando diagonalmente a sua história.

Com enfoque no ‘Xamã’ – fosse ele designado (mesmo por) xamã, feiticeiro, druida, bruxo, sacerdote, ou mesmo médico –, desde sempre os diversos grupos sociais lhe reconheceram um dos papéis sociais mais relevantes no seu seio, papel este que existiu inclusive quando aqueles eram vítimas de perseguição por parte dos poderes instituídos e, por falar nestes, quando os xamãs não eram deles vítimas, conseguiram um reconhecido – e muitas vezes assumido – ascendente que se traduziu em Poder, acabando por ser, por isso, veículos de manipulação de massas.

Com a elevação do sistema energético Terra/Humanidade, decorrente da Convergência Harmónica – onde a Humanidade decidiu realizar a Ascensão de uma forma nunca experimentada neste Universo –, tem o Homem tido acesso a patamares energéticos de há muito ‘bloqueados’ a esta realidade tridimensional, o que tem permitido um aumento da capacidade individual de conexão com o ‘outro lado do véu’ e, paralelamente, um aumento das pessoas de tal capazes.

Paralelamente, no passado recente das civilizações e culturas actuais, subsistem práticas arreigadas à (até agora, quase) única forma de contacto multidimensional “possível”: o acesso a alguns dos diversos níveis do chamado “Astral”, em muitos casos constituídos por seres tão prisioneiros quanto nós no actual sistema energético Terra/Humanidade – e digo prisioneiros, porque este foi até agora um sistema energético bloqueado, hermético, a acessos externos pelo que Rodrigo Romo denominou “Barreira de Frequência”, barreira energética que nos tem confinado e que impedia a nossa ligação à verdadeira Luz da Fonte, havendo muitos casos em que falsos ‘seres de luz’ ludibriaram e ludibriam pessoas, na sua ânsia de descoberta e contacto com o ‘outro lado do véu’. A esmagadora maioria destes contactos consistiram em rituais – sim, a Velha Energia –, transacções mercantilistas de trocas de favores pessoais com o fito do que se chama actualmente “sucesso pessoal” nesta dimensão, onde tudo, mesmo TUDO, incluindo a aniquilação do Inimigo/Adversário/Estorvo é “aceitável”, contanto que o remova do caminho do queixoso (este, claro, um cliente assíduo da vitimização); alguns dos rituais eram mesmo celebrados com seres que nem existiram – ou já não existem – neste campo vibracional, fruto de muitos equívocos, não passando esses seres de hologramas criados pelo inconsciente colectivo, o que não lhes retira o Poder, a energia, cedida por quem os fez…

Há muito, ou melhor, há muitos que nesta ‘Nova Era’ estabeleceram como objectivo [que, embora dito espiritual, é todavia ‘traído’ pela “génese” da palavra: ‘object-ivo’ ou, seja objecto, s.m., que significa (i) Tudo o que é exterior ao espírito, (ii) Coisa, (iii) Assunto, matéria, causa, motivo (in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa, http://www.priberam.pt/ )] passar a ser quase “vital” conseguir uma ‘progressão espiritual’ – o que quer que isto queira dizer – alicerçada na obtenção de reconhecimento (de outrem) de conseguir curar. Ou seja, qualquer coisa do género “Eu curo, portanto, eu sou mais espiritual do que tu”. Ou seja, TER PODER de cura, o que nos reporta à antítese do que é a verdadeira Espiritualidade – o ‘Ter’ em vez do ‘Ser’, o ‘Poder’ em vez da ‘Humildade’ –, mas que é explorado até à exaustão por muitos “gurus de pacotilha”, nomeadamente na vertente financeira…

Mas tenhamos presente que várias entidades “acima de qualquer suspeita” avisam que NINGUÉM CURA NINGUÉM. Sucede, sim, que quem ajuda (normalmente no “corpo” do terapeuta) é um veículo das energias do Universo no sentido do equilíbrio energético do paciente.

Por mero exemplo, atente-se a uma frase de Osho: “Se você olhar para fora, você não perceberá. Simplesmente feche os olhos e sempre olhe para dentro. A origem de toda a infelicidade, da raiva e da angústia, está oculta dentro de você, é o seu ego. E se você encontrar a origem, será fácil ir além dela.”

Os desequilíbrios energéticos, ocasionados pela nossa não-aceitação de nos confrontarmos com as lições a que nos propusemos passar nesta vida – que têm como propósito ensinar-nos o que ‘não queremos aprender’ e que são expressas geralmente nas fobias e medos que nos acompanham, nas formas de raiva, vergonha, culpa, etc. –, vão-se acumulando, ao longo da vida, nos nossos copos subtis, acabando por “descarregarem” no corpo físico. A doença é, na grande maioria das vezes, fruto desses desequilíbrios e pode vir o ‘mais pintado’, proclamando a autoria das maiores curas, que estas só serão efectivas e duradouras com a determinação do “paciente” em querer mudar. Só que a prática diz-nos que as verdadeiras mudanças, difíceis, são adiadas por nós, reforçado pelo nosso estado de negação, o que leva o Universo a trazer-nos a Perda, como tratamento choque para nos tornar receptivos à mudança.

publicado por iorio às 03:27

Maio 27 2011

Há muita informação associada difícil de ”comprimir”, mas tal exige uma ‘abertura da mente’, ou seja, estar receptivo a muitas verdades – ou pelo menos não as refutar liminarmente, porque não nos foram “ensinadas” – sobre a ‘Espiritualidade’ (a nossa conexão com o Divino, que não é uma ligação exterior a nós, mas interior), as quais têm sido sonegadas – ao longo de milhares de anos – pelas elites do Poder, quer material quer espiritual, já que as religiões foram desde sempre (mais) um instrumento de manipulação das massas.

 

Como, há muito, as tradições orientais constataram, o Ser Humano é (a parte de) um Espírito que vem encarnar para evoluir e regressar à Luz. Esse regresso, dentro do contexto do nosso mundo de Dualidade (onde "encaixam" o Yin/Yang, Bom/Mau, activo/passivo, certo/errado, frio/quente, forte/fraco, bonito/feio, etc.), exige nesta realidade, (muito) dissociada da Fonte, sucessivas reencarnações para que esse ser aprenda a transcender a matéria, e para que integre na sua Consciência que tudo (o bom e o mau) é fruto da mesma Fonte.

 

Humanamente, estamos condicionados a buscar sempre o que nos agrada, o que achamos que é bom para nós, recusando tudo o que achamos que o não é – mas, ao prestarmos atenção à "parte boa" da questão (ou seja, ao investirmos nisso a nossa Energia, porque tudo é Energia, tudo é Vibração), estamos na mesma medida a prestar atenção à "parte má", já que ambas as vertentes (o bom e o mau) são indissociáveis. Essa recusa leva a que criemos sucessivos (e mais fortes) do que achamos ser ‘mecanismos de defesa’; e esses levam-nos aos medos e fobias que acabam – na idade adulta, geralmente – por controlar as nossas vidas. Esses medos são gerados pelas mais diversas situações, sendo os mais recorrentes na nossa sociedade actual enquadrados em alguns padrões arquetípicos (a que alguns também chamam ‘Traumas’, como são conhecidos no Ocidente; ou ‘Carmas’, como são chamados no Oriente – salientando-se os de Rejeição, Abandono, Maus-tratos e Traição. Quem não aceitou noutras vidas ter sido abandonado, maltratado, traído e/ou rejeitado, vai ter, nesta, muito provavelmente que se confrontar com situações com eles relacionados para daí retirar lições – de que Tudo provém da Fonte.

 

Aqui entram esses fantásticos actores que são os familiares mais próximos e aqueles com quem nos vamos cruzando (e ligando) durante a nossa vida. Antes de encarnarmos, todos escolhemos (através da nossa alma) quais as lições, associadas a cada um desses padrões/carmas, ainda não aprendidas/assimiladas/interiorizadas com que nos vamos ter que defrontar ao longo da próxima vida, contando com a ajuda de outros seres nas mesmas circunstâncias e com quem, geralmente, já “contracenámos” em vidas passadas, quer nos papeis activos, quer nos papeis passivos, ou seja, de “castigadores” ou de “sofredores”. Daí o “Ninguém se encontra por acaso”…

publicado por iorio às 22:44

Outubro 03 2010

UM SORRISO QUE ENCHE O MUNDO

Ao visualizar as fotografias dos cristais de água, o que poderá ter captado tanto interesse de tanta gente em tantos países diferentes? É como se olhar para as fotografias dos cristais de água desperta uma memória primeva contida na essência da água de cada uma das nossas células. A água tem uma mensagem para o mundo: «o mundo está todo ligado por amor e gratidão». O Amor e Gratidão são princípios fundamentais da Natureza.

 

Aqui também podemos constatar os efeitos da ressonância. À medida que as pessoas cuja alma sensível já foi magoada ouvem falar sobre os cristais de água, a mensagem da água espalha-se cada vez mais rapidamente pelo mundo.

 

Questionando-se por que é que o ambiente da Terra está em tão mau estado, por que é que as pessoas estão tão confusas e por que é que a nossa civilização está como está, M. Emoto chega à conclusão de que se trata do resultado de uma combinação entre o orgulho e a corrupção na comunidade científica e o facto de quem tem autoridade permitir e fomentar conscientemente a formação de uma sociedade assim.

 

É claro que há cientistas que trabalham de acordo com a sua consciência, no entanto, quando consideramos a situação da sociedade, percebemos que só muito poucos é que conduziram as suas actividades com a preocupação de perpetuar a raça humana e de limpar o planeta.

As bases da sociedade tornaram-se tão fracas que já não é possível a uma mão cheia de cientistas mudarem a direcção deplorável em que avançamos.

 

Desde criança que Masaru Emoto contava aos que o rodeavam aquilo em que estava a pensar ou que queria fazer e respondiam-lhe constantemente que ele falava demais. Mas, o simples facto de comunicar é uma forma de acumular energia na direcção dos outros. Se, especialmente o que dizemos tem algum significado para eles, a energia flui na sua direcção e ajuda-os a atingir os seus objectivos.

 

Se expressarmos as nossas intenções, seguir-se-á a sua concretização. É importante dizer o que sentimos dentro de nós. A nossa palavra é a nossa promessa, assim, quando dissermos algo, temos que nos comprometer determinadamente.

 

As palavras têm as suas frequências vibracionais individuais e únicas e já vimos como as palavras têm energia que influencia o Universo. As palavras da nossa boca têm um poder que influencia o mundo inteiro.

 

O Mestre Shioya diz que o segredo para a saúde é o seu método de respiração único. Este método implica inspirar até o ar encher os pulmões, fornecendo oxigénio a todo o corpo, enquanto pensa no na energia do Universo a acumular-se à sua volta, tonificando-o. Este método também nos mostra o poder das afirmações. É recomendado que no final afirmemos: «O poder infinito do Universo irá concentrar-se e trazer a verdadeira paz ao mundo». Esta afirmação é uma espécie de oração, mas o que é importante é a sua forte determinação expressa pela palavra ‘irá’.

 

Segundo o Mestre, há partículas espirituais que não podem ser vistas com os instrumentos da ciência actual porque existem na fronteira entre a terceira e a quarta dimensão. As palavras ditas com determinação têm um forte poder que reúne estas partículas espirituais, possibilitando realizar coisas no mundo tridimensional.

 

Em Setembro de 1999, M. Emoto conseguiu reunir o Mestre e 350 pessoas nas margens do Lago Biwa, o maior do Japão, na tentativa de limpar o lago e de rezar pela paz no mundo inteiro, através de uma afirmação, sob a direcção do Mestre Shioya.

 

Passado um mês verificou-se um fenómeno estranho pois, ao contrário do que acontecia todos os anos nessa época, constatou-se que não apareceram nesse ano, as (muitas e) habituais algas em putrefacção.

 

Se não percebermos o princípio do ‘espírito das palavras’, este facto irá parecer muito estranho, mas sabemos que este princípio tem o pode de influenciar toda a existência e de mudar o mundo quase de imediato.

 

Masaru Emoto usa a Teoria da Relatividade de Einstein (E = MC²) para explicar este princípio. Esta fórmula tem um significado adicional importante. A interpretação geral é que E = MC² significa «a energia é igual à massa vezes a velocidade da luz ao quadrado». No entanto, também podemos interpretar C como mente em vez de velocidade da luz. Uma vez que M representa a Massa, podemos interpretá-lo como o número de pessoas concentradas mentalmente.

 

Um artigo de jornal que encontrou falava da possibilidade de usar ultra-som para se decompor a dioxina na água. Expondo-a a uma frequência de 1100 kHz (kilohertz) de ultra-som, criam-se minúsculas bolhas de ar que decompõem a dioxina e outras toxinas mortais quando rebentam. É possível que as 350 pessoas no Lago Biwa tenham criado 2000 kHz de ultra-som. Esta técnica, a confirmar-se, poderia ser usada para descontaminar a água poluída com químicos industriais, depois de tratada com ultra-som.

 

Apesar de todo o trabalho já desenvolvido, M. Emoto reconhece que ainda há um longo caminho a percorrer quanto à investigação da água e ao reconhecimento científico que esta investigação merece, mas alvitra que é possível que esta tecnologia possa ser usada um dia para predizer formas de destruição tais como terramotos, tempestades, inundações ou epidemias, já que pelo até agora constatado, a água tem essas possibilidades.

 

Outro aspecto importante tem a ver com a repetibilidade dos testes, já que muitas vezes se constata que a formação de cristais depende da consciência de quem observa, resultando cristais diferentes consoante o modo como se manuseia a água, os pensamentos do investigador e até a saúde de quem observa.

 

O uso da tecnologia dos cristais de água poderá ser no futuro partilhado por toda a Humanidade, sendo, no entanto, uma espada de dois gumes, pois há a possibilidade do seu uso incorrecto.

 

TERMINANDO

Tudo o que existe no Universo é paralelo. O mundo microscópico é uma reprodução fiel do mundo macroscópico e o Universo é uma enorme mandala (que em sânscrito significa “círculo”). Esta forma de pensar leva-nos à conclusão de que tudo o que acontece no Universo também ocorre dentro dos nossos corpos.

 

Se compararmos o sistema solar com o corpo humano a Terra desempenhará a função do fígado. Todos os dias o nosso fígado filtra duzentos litros de água e envia água purificada para os outros órgãos do corpo. Tendo isto em conta, não é difícil imaginar a Terra desempenhar o papel vital na purificação da água que circula no sistema solar; e a responsabilidade de purificar esta água que chega à Terra é nossa, da Humanidade, porque nós somos fundamentalmente água.

 

A água constitui 70% do nosso corpo e há poucas dúvidas de que a informação presente na água contribui para a formação da nossa personalidade. Já é frequente ouvir falar de pessoas feridas que, após receberem transfusões de sangue, viram imagens de sítios onde nunca estiveram ou tiveram memórias de um passado que não era o seu e, por vezes, até se fala de casos de mudança de personalidade.

 

Pode ser que os acontecimentos pelos quais passamos durante a nossa vida se tornem em memórias registadas pela água, que permanecem no nosso corpo e podem ser aquilo a que chamamos alma.

 

Uma vez que somos a própria água, um dia todas as nossas memórias de experiências neste planeta serão lançadas no espaço. E a nossa responsabilidade antes de isso acontecer é tornarmo-nos água pura.

 

A nossa mente é o que purifica a água e, deste modo, devemos enviar mensagens de beleza e força a toda a vida.

 

Podemos encher o mundo com os mais bonitos cristais de água. Como? Com Amor e Gratidão. Se em todo o planeta houver amor e gratidão, a beleza genuína da Terra regressará de novo.

publicado por iorio às 23:52

Outubro 03 2010

O MUNDO IRÁ MUDAR NUM SÓ MOMENTO

A água não é simplesmente H₂O. Independentemente de quão natural ou pura, sem uma alma pura, ela não irá saber bem. Então quão limpa está a nossa alma? Depois de ter praticado desporto ou exercício, a água – mesmo a da torneira – tem um sabor delicioso e refrescante. Então o que está dentro de nós é que é o mais importante... quando bebemos água com um sentimento de gratidão a própria água é fisicamente diferente de quando a bebemos com sentimentos obscuros na nossa alma.

 

As nossas emoções e sentimentos têm um efeito no mundo, momento a momento. Se emitirmos palavras e imagens de criatividade, estamos a contribuir para a criação de um mundo bonito. Contudo, emitindo mensagens de destruição, contribuímos para a destruição do Universo. Se tivermos consciência disto, não conseguiremos mais dizer palavras de ira a quem nos circunda, ou culpar os outros pelos nossos próprios erros e fraquezas. Nós temos a capacidade de mudar o mundo num momento. Tudo o que temos de fazer é uma escolha simples. Escolhemos um mundo de Gratidão e Amor, ou um mundo torturado cheio de descontentamento e empobrecimento?

 

Segundo os ensinamentos do budismo, tudo no mundo está a mudar constantemente e, no entanto, nada, jamais, muda. Falando dos princípios da vibração, a energia da vibração tem que prosseguir sempre num contínuo movimento, o que nos ajuda a compreender que tudo o que existe neste momento dará à sua vida esperança e luz; ao alinhar-se com o hado da felicidade já não tem que estar preocupado com o passado e pode saber que o futuro pode ser qualquer coisa que você queira que seja.

 

Tradicionalmente, quem diga que a mente tem influência no mundo físico arrisca-se a ser ostracizado pela comunidade científica. Contudo a ciência progrediu até ao ponto de perceber quer o fracasso da compreensão da mente e do espírito limita a nossa compreensão do mundo à nossa volta. Mas a Mecânica Quântica, certas teorias psicológicas (como a do fluído, de que fala Jung) e a engenharia genética ensinaram-nos que há um mundo para além do que conhecemos. É um mundo no qual o próprio tempo não existe.

 

O famoso teórico quântico David Bohm chamou ao mundo apreensível pelos nossos sentidos a “ordem explícita” e à existência interna a “ordem implícita”. Ele acha que tudo o que existe na ordem explícita foi envolvido na ordem implícita e cada parte da ordem explícita inclui toda a ordem implícita; ou seja, cada parte do Universo contém a informação de todas as partes do Universo... Numa pessoa – e até numa única célula – existe toda a informação do Universo, que é o que alguns chamam de Holograma Universal.

 

E a informação do Universo inclui tempo... o facto de existirmos no ‘aqui e agora’ está incluído na informação do Universo, juntamente com a informação presente, passada e futura. Assim, a mudança do mundo inteiro num momento não é só uma fantasia. Mas pensemos por um instante neste momento. Como o podemos interpretar usando a ciência física? David Bohm explicou que um aspecto do universo interior está projectado em cada momento do tempo, criando o presente. O próximo momento também é uma projecção de um aspecto e assim por diante. Por outras palavras, em cada momento é-nos mostrado um mundo diferente. Contudo, um mundo momentâneo terá um impacto no mundo momentâneo seguinte e assim parece-nos um mundo contínuo.

 

Com base nesta teoria, o mundo está a mudar em cada momento e a ser criado de novo e a nossa mente tem um papel a desempenhar nesta criação do mundo. Se tivermos consciência disto, a nossa vida nunca mais será a mesma.

 

Masaru Emoto desenvolveu um dispositivo para medir as vibrações que ele utiliza muito para quantificar os elementos dissolvidos na água. Uma tarde, numa das suas medições diárias, verificou que as vibrações da água canalizada em Tóquio apresentavam um aumento abrupto nas vibrações produzidas pelo mercúrio, chumbo, alumínio e outras substâncias nocivas ao corpo humano. Só no dia seguinte fez a relação: por essa altura tinha-se dado início à invasão do Iraque, na 1ª Guerra do Golfo. As vibrações nocivas lançadas num lado da Terra chegaram imediatamente aos lugares mais remotos. Estas vibrações espalharam-se para lá dos limites do espaço e do tempo. Ele suspeita que as vibrações existam não no nosso mundo tridimensional, mas num mundo intermédio. Quando alguma coisa acontece na Terra, seja em que dimensão do mundo for, a água é a primeira a detectá-lo e a transmitir-nos esta nova informação.

 

E dá-nos um exemplo no qual as vibrações tiveram um impacto imediato no mundo físico: o poder da oração usado para purificar a água. Em Fujiwara Dam, no Japão central, pediu a um sacerdote xintoísta para repetir um ritual de encantamento – o poder do encantamento, afirmava o sacerdote, vem do ‘espírito das palavras’ para purificar as águas do lago – tendo permanecido junto à margem do lago orando durante cerca de uma hora. No final, alguém do seu grupo o chamou: «Isto é incrível! A água está a tornar-se mais limpa mesmo à frente dos nossos olhos», exclamou, e puderam ver a água tornar-se cada vez mais transparente enquanto olhavam.

 

Seguidamente, fotografaram os cristais. Os da água antes do encantamento estavam deformados e pareciam a cara de alguém cheio de dor. Mas os cristais da água tirada após a repetição eram completos e graciosos. Sem dúvida que as vibrações da oração são transmitidas imediatamente aos objectos próximos, afectando a água que está perto. Isto é um fenómeno físico que não pode ser explicado, a menos que aceitemos o facto de que existe outro mundo dentro daquele a que chamamos o nosso próprio mundo.

 

Alguns dias após esta experiência a imprensa relatou que o corpo de uma mulher tinha sido encontrado no lago, facto que trouxe à memória os cristais da água antes da oração do sacerdote – deformados e que pareciam a cara de alguém cheio de dor.

 

Há outro mundo para além daquele em que vivemos e, quando olhamos para o nosso mundo a partir dele, conseguimos ver coisas que agora não vemos.

 

Rupert Sheldrake, professor de Bioquímica e Biologia da Univ. de Cambridge, é um investigador que se concentrou em promover o entendimento dessa nova visão do mundo. A sua teoria, exposta num livro que escreveu há mais de vinte anos, foi rejeitada pela revista ‘Nature’ defendendo que o seu livro deveria ser queimado... mas as investigações no âmbito da sua teoria continuam. O que chamou tanto a atenção?

 

Diz-se, frequentemente, que não há duas sem três. Talvez se ache estranho que os acidentes e os crimes tendam a acontecer em série. Olhando para a História e para as tendências sociais, pode ver-se que durante longos períodos de tempo, os acontecimentos, geralmente, repetiram-se.

 

Segundo a sua teoria, quando a mesma coisa se repete, forma-se um ‘campo mórfico’ e a ressonância aumenta a probabilidade de o acontecimento se repetir. Um campo mórfico não é informação com base em energia, é mais como o projecto de construção de uma casa.

Podemos ver isto como um exemplo da teoria da ressonância. O Dr. Sheldrake sugeriu que os acontecimentos também são capazes de ressoar da mesma forma que o som. Ele refere-se ao local onde esses acontecimentos ocorrem como o campo mórfico e aos fenómenos de acontecimentos semelhantes repetidos como ressonância mórfica.

 

Durante os debates típicos sobre tais mistérios, a conversa volta-se frequentemente para os cristais de glicerina. Cerca dos primeiros quarenta anos após a glicerina ter sido descoberta, era aceite que esta não formava cristais. Depois, um dia, no início do séc. XIX, numa caixa começou subitamente a cristalizar. Esta ocorrência espalhou-se e é agora aceite que a glicerina forma cristais abaixo dos 17º C.

 

Que conclusão devemos tirar daqui? Quando os cristais se formaram pela primeira vez (qualquer que tenha sido a razão), foi criado um campo mórfico e toda a glicerina acabou por começar a formar cristais, de acordo com o campo mórfico. Este tipo de fenómeno ocorreu também com muitas outras substâncias. Apesar de toda a casualidade do mundo, quando uma substância forma pela primeira vez um cristal, torna-se comum a mesma formá-los frequentemente a partir desse momento.

 

Outras experiências levaram a concluir que quando alguém toma consciência de alguma coisa, as outras pessoas também têm tendência para dela tomarem consciência.

 

Segundo o Dr. Sheldrake, o ADN não é a única razão pela qual as pessoas da mesma família partilham características semelhantes: a ressonância mórfica também desempenha aí um papel. A sua teoria também nos ajuda a compreender as chamadas coincidências (também chamadas ‘sincronicidades’) e os fenómenos da consciência de grupo (memória colectiva) e de padrões arquetípicos.

 

O importante acerca desta teoria é que quando a ressonância mórfica se espalha, estende-se a todo o espaço e a todo o tempo, ou seja, se se forma um campo mórfico, este terá um impacto instantâneo em todos os locais, resultando uma mudança instantânea a nível mundial.

 

A pesquisa sobre os cristais de água encetada por Masaru Emoto também seguiu o mesmo “padrão” dos campos mórficos. No início, quando tentava tirar fotografias de cristais, não conseguiu nenhum resultado durante os primeiros dois meses; mas, conseguida a primeira fotografia, outros investigadores começaram a consegui-lo. Talvez isto também tenha sido o resultado da ressonância mórfica.

 

O Dr. Sheldrake enviou a Masaru Emoto esta mensagem: «A nossa vida torna-se possível pelo movimento de uma energia invisível. Por conseguinte, espero que estejamos sempre conscientes disso e que prestemos atenção àqueles e às coisas que estão à nossa volta. Isto é algo muito importante. É que o acto de olhar para alguma coisa tem um efeito sobre essa coisa. Todos parecem saber isto mas não o põem em prática. O mesmo se passa em casa onde os pais têm que prestar atenção aos seus filhos». Centrar a sua atenção, seja no que for, serve como uma expressão de amor. O Dr. Sheldrake está na linha da frente deste estudo do impacto da mente nos objectos.

 

Todos recebemos de Deus o poder da criação. Cada um de nós tem uma capacidade mágica para mudar o mundo, se a usarmos ao máximo, seremos capazes de o muar num só momento. Você – sim você – tem a capacidade de mudar o mundo!

 

Tudo no mundo está interligado. Seja o que for que estiver a fazer agora, isso está a ser feito por outras pessoas na mesma altura. Então que tipo de campo mórfico devíamos estar interessados em criar? Estamos a criar campos de dor e de depravação ou estamos a estamos a criar um mundo cheio de amor e gratidão?

 

Sempre que se sentar à frente de água e emitir mensagens de amor e gratidão, algures no globo, alguém está a ficar cheio de amor e gratidão. Você não tem que ir a sítio nenhum. A água mesmo à sua frente está ligada a toda a água do mundo. Aquela para a qual está a olhar irá ressoar com a que está em todo o lado e a sua mensagem de amor irá atingir a alma de toda a gente.

 

Podemos cobrir o mundo de amor e gratidão. Isto irá tornar-se num campo mórfico glorioso que poderá mudá-lo. Não se trata de tempo e espaço: agora e aqui são possíveis coisas espantosas e maravilhosas.

publicado por iorio às 23:43

Outubro 03 2010

PORTAL PARA UM MUNDO DIFERENTE

Uma das coisas mais misteriosas da água é o gelo flutuar nela. Como o ponto de maior densidade da água é a 4º C (o fundo dos lagos está a 4º C) o gelo flutua, o que permite a continuação da vida com muito frio, senão provavelmente nós não estaríamos aqui. A água também tem a capacidade única de dissolver outras substâncias e de as levar, o que proporciona a criação “sopa da vida”, tendo-se tornado no local de nascimento de todas as criaturas. Estes “mistérios” da água ajudam a pensar que ela não é deste planeta.

 

Luís Frank (Univ. Iowa) concluiu (com suporte pela NASA e Univ. Hawai) que caem na Terra cerca de 20 mini-cometas por minuto (10 milhões por ano). Defende que essas bolas de água e gelo têm bombardeado a Terra desde há 40 mil milhões de anos. Se não pode haver vida sem água e se esta veio do espaço, então toda a vida é extra-terrestre.

 

Que informação trouxe a água antiga quando chegou do espaço? Podemos assumir que ela transportou o programa necessário para o desenvolvimento da vida.

 

Joan S. Davis (Univ. Téc. Zurich) estabeleceu uma “divisão” entre a água sábia (dos rios) e água imatura (caída recentemente). Também concluiu que a água canalizada não é muito saudável porque, sujeita a altas pressões, a água liberta os minerais, que a água engarrafada mineral pode causar endurecimento das artérias e a carbonatada tem alta acidez, que é também prejudicial.

 

A água regista informação e depois, ao circular pelo mundo, distribui-a.

 

Numa experiência empírica usaram-se três frascos com arroz, um com a inscrição ‘Obrigado’, outro com a inscrição ‘Parvo’ e o terceiro foi ignorado. O arroz ignorado foi o primeiro a apodrecer. Dar atenção, positiva ou mesmo negativa a algo é uma forma de dar energia. O comportamento pior é não reter informação.

 

A MENTE CRIA TUDO

O século XX assistiu às lutas do petróleo; o século XXI vai assistir às guerras da água. A poluição da água das chuvas alcançou uma escala global. Os resíduos industriais circulam, poluindo a água que por eles passa e espalhando toxinas por todo o mundo. Mas as pessoas das cidades estão mais interessadas na sua protecção e agora, é mais fácil formar cristais. A poluição teve origem na nossa própria mente. Começámos a pensar que o que nos convinha era um estilo de vida com abundância a qualquer custo e este egoísmo levou à poluição ambiental que afecta todo o globo.

 

Os cientistas estimam que existam entre 108 e 111 elementos diferentes, contendo as criaturas mais desenvolvidas mais elementos do que as menos desenvolvidas. Podemos estabelecer uma relação directa entre possuir mais elementos e conseguir sentir (mais) emoções – crê-se que os animais mais evoluídos sentem algumas emoções.

 

Segundo o budismo, o ser humano nasce com 108 “desejos” terrenos – tais como confusão, afecto, ciúme e vaidade – que nos torturam ao longo da vida. É lógico concluir que esses 108 desejos terrenos têm as suas contrapartes nos 108 elementos.

 

Já há dispositivos que detectam as vibrações únicas de cada coisa à nossa volta e que consegue transcrevê-las na água. Conseguiu-se medir as vibrações emanadas por várias pessoas e constatou-se que as vibrações negativas que emitimos correspondem às vibrações emitidas por vários elementos. Por exemplo, as vibrações criadas por irritação são equivalentes às do mercúrio, por ira às do chumbo e por tristeza às do alumínio; a incerteza está associada ao cádmio, o desprezo ao aço e o stress ao zinco.

 

Tem sido chamada a atenção para o facto de utensílios de cozinha em alumínio poderem contribuir para o desenvolvimento da doença de Alzheimer; pode ser por o alumínio ter a mesma vibração da tristeza e assim, tristeza e mágoa da idade atraírem o alumínio.

 

Joan Davis relata que um químico conduziu uma experiência sobre o modo como a posição das estrelas afectavam a água. Usando água contendo vários minerais (nomeadamente chumbo, cobre, prata, aço...), testou como o papel absorvia a água, consoante a posição das estrelas e planetas. Descobriu que quando Saturno tinha grande influência na Terra, o chumbo respondia sendo absorvido pelo papel, enquanto os outros elementos mostravam pouca ou nenhuma resposta. Podemos deduzir daqui que há uma estreita relação entre Saturno e o chumbo.

 

Os metais ressoam as emoções e os estados de espírito das pessoas e, assim, pode deduzir-se que Saturno está intimamente relacionado com a emoção da ira.

 

Também curiosamente, o número de planetas do sistema solar é nove o que, multiplicado por 12, dá 108.

 

Como podemos libertar-nos dessas emoções negativas? Com base no princípio da vibração, só temos que emitir a emoção oposta. Combinando duas ondas opostas, a emoção negativa desaparece.

 

Já foram desenvolvidos métodos para eliminar o som com o som, criando um espaço silencioso. Há paralelos a este princípio para as emoções humanas. Por cada emoção negativa, há uma positiva, exactamente oposta, por exemplo, ódio/gratidão, ira/amabilidade, medo/coragem, ansiedade/paz de espírito, pressão/presença de espírito. O facto de alimentarmos emoções opostas faz de nós simplesmente humanos.

 

É o mesmo princípio envolvido na homeopatia. Quando a própria substância desapareceu e tudo o que resta é a informação da vibração, veneno e medicamento tornam-se o mesmo. Pensando de forma lógica, o medicamento não é bom para o organismo. Quando o medicamento entra no corpo elimina a dor, as vibrações das substâncias combinadas param e as várias substâncias regressam aos seus estados originais, podendo resultar em efeitos colaterais perniciosos. No passado o médico era o xamã ou o padre da comunidade, exortando as pessoas a seguir as leis da Natureza.

 

Muitas vezes os problemas de saúde resultam de emoções negativas. Se conseguirmos apagar a causa dessas emoções, teremos uma capacidade inata para recuperarmos da doença. A importância de sermos positivos não pode ser subestimada. O pensamento positivo reforça o sistema imunitário e ajuda-nos a encaminharmo-nos no sentido da recuperação. Dar às pessoas uma razão para viver anima o seu espírito e reforça o sistema imunitário.

 

Entre todos os medicamentos, não há nenhum com o poder curativo do Amor; ou seja, imunidade é Amor. Recentemente Masaru Emoto alterou esta terminologia. Não é Amor, por si só, que forma a imunidade, mas Amor e Gratidão. Convenceu-se disto quando experimentou sujeitar água destilada e água da torneira à “radiação” do micro-ondas. Expôs a expressão ‘Amor e Gratidão’ à água da torneira e esta tornou-se imune aos efeitos prejudiciais do campo magnético do micro-ondas, criando cristais bonitos. A água destilada formou cristais deformados e incompletos.

 

Também descobriu que os cristais de ‘Amor e Gratidão’ são mais parecidos com os de ‘Gratidão’ do que com os de ‘Amor’. A vibração da gratidão é mais poderosa e tem maior influência. O Amor tende a ser uma energia mais activa e a Gratidão é uma energia mais passiva. Se Amor for o Sol, a Gratidão é a Lua, se Amor for o Homem, a Gratidão é a mulher.

 

Qual é a relação entre Amor e Gratidão? Para uma resposta, podemos usar a água como modelo: H₂O. Se o Amor e a Gratidão se ligassem como o Hidrogénio e o Oxigénio, a Gratidão seria duas vezes mais que o Amor.

 

Masaru Emoto sugere o dobro da quantidade de Gratidão, porque o Amor é o equilíbrio pelo qual devemos lutar – as pessoas também têm uma boca para falar e dois ouvidos para escutar. Claro que a graciosidade do Amor não pode ser negada, mas nós fomos criados numa cultura onde toda a nossa atenção está dirigida para a energia do Amor, enquanto o outro lado da fórmula recebe pouca atenção.

 

Quando você se tiver tornado a encarnação da Gratidão, pense em como será pura a água que enche o seu copo. Quando isto acontecer, você mesmo será um cristal de luz bonito e brilhante.

publicado por iorio às 22:53

Outubro 03 2010

[Nota de iorio: Muito mais do que um resumo deste livro, esta súmula pretende incentivá-la(o) a LER ESTE LIVRO;

Livro em (por exemplo): http://store.casa-indigo.com/store/viewItem.asp?idProduct=157

Galeria de Imagens em: http://lacquaproject.blogspot.com/

Office Masaru Emoto: http://masaru-emoto.net/portuguese/portindex.html ]

 

PRÓLOGO

Acha que é feliz? A sua definição de felicidade depende de quem você é, mas se pudermos chamar felicidade a ter uma sensação de paz no coração, um sentimento de segurança acerca do futuro e sentir-se entusiasmado quando acorda, então diria que é feliz? A maioria não pode dizer que a sua vida é o que sonhava, então o que causa tanta dor? Talvez porque estejamos a viver uma era de caos, que significa condição de confusão, indicativa de matéria não organizada. Estamos mergulhados no caos até ao pescoço e os problemas da Humanidade aparecem cada vez mais profundos.

 

Poderá haver uma única solução, simples e de fácil compreensão, que possa ser aplicada a toda a gente do globo? Masaru Emoto crê tê-la descoberto: o corpo humano típico é 70 por cento água – na fase adulta e 90% quando nascemos. Ao longo da nossa vida existimos sobretudo como água e assim, de uma perspectiva física, os humanos são água.

 

Nesta óptica, para ter uma vida feliz e saudável deveríamos purificar a água que constitui 70 por cento do nosso corpo.

 

A água tem que estar em constante circulação, pois bloqueada, morre. Nas situações de doença, é como se o sangue estagnasse e podemos ver essa situação como a estagnação das emoções. Os investigadores modernos mostram que a condição da mente tem um impacto directo com a condição do corpo.

 

A água é uma força de vida, que, transportada por sangue e fluidos do corpo, leva a energia a todo o nosso corpo. A comunidade médica está a usá-la cada vez mais, principalmente através da Homeopatia, no tratamento de doenças.

 

A Homeopatia teve a sua origem no século XIX baseando-se em “tratar igual com igual, lutar contra o veneno com veneno”. Por exemplo, se alguém sofrer de intoxicação pelo chumbo, os sintomas podem ser aliviados bebendo água com uma quantidade mínima de chumbo, variando entre 1 parte em 10¹² (um trilião) e 1 parte em 10³ºº. Neste nível a substância já não se encontra na água para fins práticos, mas as suas características sim.

 

A Homeopatia sugere que quanto maior for a diluição, maior a eficácia, ou seja, em vez do efeito da substância ser usado para alívio dos sintomas, a informação copiada para a água é usada para neutralizar a informação dos sintomas derivados do veneno.

 

Assim, a água tem a capacidade de copiar e memorizar informação. Mas, ainda há poucos anos, os médicos nem sequer queriam considerar a possibilidade de que a água, por si só, tem capacidades curativas.

 

Em 1988, o cientista francês Jacques Benveniste levou a cabo uma experiência para testar os princípios básicos da Homeopatia. Diluiu um medicamento em água até ao ponto em que o medicamento já não era detectável por meios clínicos e depois descobriu que esta diluição tinha o mesmo efeito nos pacientes que o medicamento não diluído. Um ano depois submeteu os resultados à revista científica inglesa ‘Nature’, tendo sido publicados com a observação de que os resultados da experiência eram duvidosos e careciam de prova física. Sempre que alguém aparece com pesquisas e experiências controversas para a comunidade científica a reacção é normalmente a mesma.

 

As fotografias de cristais que Masaru Emoto começou a tirar demonstraram ser eloquentes a expressar o mundo. Os cristais emergem somente durante vinte a trinta segundos enquanto a temperatura sobe e o gelo começa a derreter. Esta pequena janela do tempo dá-nos um vislumbre de um mundo mágico.

 

Masaru Emoto usa uma metodologia rigorosa que, muito resumidamente, passa pela colocação de cinquenta tipos diferentes de água em cinquenta caixas Petri diferentes, congelando depois as caixas a -20º C durante três horas no congelador. O resultado, claro, nunca é a formação de cinquenta cristais semelhantes.

 

Apercebeu-se que águas diferentes formavam cristais diferentes, alguns deles muito semelhantes, noutros, deformados, e em alguns tipos de água nem se formavam cristais.

 

Primeiro olhou para os cristais de água canalizada de diferentes locais, sendo que a de alguns locais – como Tóquio, por exemplo – não formou um cristal, completo. A água canalizada inclui uma dose de cloro (para desinfectar) que destrói a estrutura encontrada na Natureza. De facto na água vinda da Natureza (independentemente da origem, nascentes, rios subterrâneos, glaciais) formavam-se cristais completos.

 

Um dia, um investigador seu colaborador disse algo muito excêntrico: «vejamos o que acontece quando expomos a água à música». Após decidir o melhor método – pôr uma garrafa de água (destilada da farmácia) numa mesa entre duas colunas –, os resultados surpreenderam. A Sinfonia Pastoral de Beethoven, a Sinfonia nº 40 de Mozart e um Estudo de Chopin em Mi Maior resultaram em cristais muito bonitos, bem formados, delicados e elegantes. Em contraste, a água exposta à música heavy-metal violenta resultou em cristais fragmentados e deformados.

 

Mas as suas experiências continuaram, agora embrulhando à volta das garrafas de água pedaços de papel com palavras ou expressões tais como «Obrigado» e «Parvo», embora não parecendo lógico a água “ler” o que lá estava escrito, compreender o significado e alterar a sua forma (dos cristais) de acordo com isso. Mas foi o que constataram. A água exposta a «Obrigado» formou bonitos cristais hexagonais, mas a água exposta a «Parvo» produziu cristais semelhantes aos da água exposta à música heavy-metal, deformados e fragmentados.

 

Mais experiências mostraram que a água exposta a expressões positivas como «Vamos fazer isso!» criava cristais atraentes e bem formados, mas a água exposta a expressões negativas como «Faz isso!» mal formava sequer qualquer cristal.

 

Destas experiências podemos tirar a lição do poder das palavras. A vibração de palavras boas tem um efeito positivo no nosso mundo, enquanto a vibração de palavras negativas tom o poder de destruir.

 

Este evolução nas experiências levou Masaru Emoto a entender que se estava a começar a subir as escadas da compreensão das verdades profundas do Cosmos. E recorda uma fotografia em especial que considera o cristal mais bolito e delicado que observara até então, formado pela exposição «Amor e Gratidão». Era como se a água tivesse rejubilado e celebrado, criando uma flor a desabrochar.

 

A água tinha-lhe mostrado a delicadeza da alma humana e o impacto que o «Amor e Gratidão» podem ter no mundo.

 

No Japão, diz-se que as palavras da alma residem num espírito chamado ‘kotodama’ ou o ‘espírito das palavras’ e o acto de pronunciar palavras tem o poder de mudar o mundo. Todos sabemos que as palavras têm uma influência enorme na forma como pensamos e sentimos e que as coisas geralmente correm melhor quando são usadas palavras positivas. Contudo, até agora nunca conseguimos ver fisicamente o efeito de palavras positivas.

 

As palavras são uma expressão da alma. E é muito provável que o estado da nossa alma tenha um enorme impacto na água que compõe 70 por cento do nosso corpo e este impacto irá afectar o nosso corpo profundamente.

 

A um nível global, a doença não é só um problema individual, mas o resultado da deformação da sociedade como um todo e, como esta deformação tende a aumentar, o número de pessoas a sofrer de doenças físicas tende a aumentar. E, tal como uma gota num pequeno lago cria uma ondulação que se alastra infinitamente, a deformação de uma só alma propaga-se pelo mundo, resultando em deformações globais.

 

Mas nem tudo está perdido, há esperança, que se chama «Amor e Gratidão».

 

DE QUE É FEITO O UNIVERSO

A água é o espelho da alma. O que lhe dá a capacidade de reflectir o que está na alma das pessoas? O Princípio Fundamental do Universo: EXISTÊNCIA É VIBRAÇÃO. Tudo está em constante vibração e cada coisa gera a sua própria frequência, que é única.

 

A ciência da Mecânica Quântica reconhece que, de modo geral, substância não é mais que vibração; tudo está a vibrar eternamente. Os nossos olhos conseguem ver objectos, não conseguem ver vibração, mas a muitos de nós já aconteceu notar que a entrada de uma pessoa numa sala consegue alterar, só com a sua presença, um ambiente caloroso para um ambiente escuro e frio...

 

Na cultura japonesa define-se por “Hado” a energia subtil que existe em todas as coisas – equivalente a “fluir de energia” ou “mente universal”, Prana, Chi ou Ki, consoante as diferentes culturas –, ou seja, um padrão vibratório intrínseco a toda a matéria, a nível atómico, em que a unidade de energia mais pequena tem por base a energia da consciência humana; e é constituído pelas frequências vibratórias resultantes da consciência ou pensamentos humanos. Assim, como cada ser humano também está em vibração, cada pessoa vibra numa frequência única, o hado. E cada um de nós tem capacidades sensitivas para percepcionar as vibrações dos outros. Consoante os estados, anímico e emocional, emitimos frequências de tristeza, de alegria, etc. E como tudo no Universo vibra a uma frequência própria, se você se alinhar com o hado da felicidade – ou seja, emitindo o hado da felicidade – de certeza que o Universo lhe responderá com felicidade.

 

A singularidade do hado também se aplica a locais (por exemplo, acidentes frequentes) e a objectos (como, por exemplo, as pedras preciosas que parece trazerem infelicidade a uma família ou grupo) não só físicos, pois os vários fenómenos do mundo também emitem frequências características.

 

O facto de todas as coisas estarem num estado de vibração significa que emitem som, audível ou não – que é o caso da maior parte. Pode dizer-se que esta frequência única de cada coisa pode ser interpretada como som. E como o som é criado, há um ouvinte principal: a água. A água, tão sensível às frequências únicas (o hado) que são emitidas pelo mundo, espelha essencial e eficazmente o mundo externo.

 

As próprias palavras, mesmo escritas, também emitem uma vibração única, um hado, que a água consegue sentir e espelhar fielmente através dos seus cristais. Podemos conjecturar que a água está alinhada com a Natureza quando forma cristais perfeitos.

 

As palavras ‘Gratidão’ e ‘Amor’ formam os princípios fundamentais da Natureza e do fenómeno da Vida.

 

Ao vermos a frequência como um som, percebemos a importância da ressonância. Na ressonância – os sons da mesma frequência ressoam – parece que as vibrações se atraem e interagem umas com as outras. Vemos isto nas relações humanas: as pessoas que geram frequências semelhantes são atraídas umas pelas outras, resultando numa amizade. Contudo, quando reagimos se alguém de quem não gostamos nos aborda, também significa que estamos a ressoar, de alguma forma com essa pessoa. Quando as frequências são fundamentalmente incompatíveis, não conseguem ressoar. Não conseguimos aceitar pessoas nessas condições.

 

Também há ressonância quando a frequência é dupla, quádrupla ou metade, ¼, etc. As pessoas são atraídas por Cristo e Buda, mas também por foragidos, como Bonnie & Clyde. Parece incongruência mas as pessoas ressoam a vários níveis; a dicotomia faz parte natural da vida.

 

A maioria dos objectos encontrados na Natureza emite frequências constantes e os humanos são as únicas criaturas que têm capacidade de ressoar com todas as criaturas e objectos da Natureza.

 

Podemos emitir e receber energia com, e de tudo o que existe no Universo, o que é uma espada de dois gumes. Se vibrarmos no ‘Amor’ e ‘Gratidão’, atraímos coisas que podemos amar e agradecer; mas se emitimos sinais de tristeza e ódio…

publicado por iorio às 22:44

Espaço de partilha de conhecimentos e experiências na amálgama que funde Espiritualidade e Ciência (as duas faces da mesma moeda), religião e Nova Era, hologramas e Matrix, o Segredo e 2012. E o segredo de 2012. E mais além!
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