Chá com os Deuses

Dezembro 12 2011

[Nota: O texto abaixo expõe a importância da energia dos chamados campos mórficos na vida da Humanidade. Para entender a sua importância – e a sua relação com a espiritualidade –, pode espreitar o post “Ressonância e campos mórficos”, em http://chacomosdeuses.blogs.sapo.pt/2179.html ]
 

«A HISTÓRIA... DOCUMENTÁRIO OU FICÇÃO?

 

Na etapa de desenvolver a "consciência de lei e punição", nesse mesmo momento começam a unir-se as culturas e a formar nações e juntos começam a desenvolver que razão tem lógica. Mas que não basta a razão, pelo que devem também existir leis e para que aquela se cumpra devem haver "correcções" ou desvantagem em infringir a lei. Neste ponto, surge algo de desinteressante, que é o julgamento, num planeta que só servia para executar experiências e desenvolver "produtos de consciência superior" ou de "consciência para a consciência colectiva". 

 

No desenvolvimento da "consciência de lei e correcção" como em todas as etapas, este produto não só é desenvolvido na sociedade, comunidade, colectivos, em manifestação na 3ª dimensão como em planos mentais, no plano da consciência e no plano etérico a projectar.

 

Os primeiros grandes focos de atenção colectiva, foram conseguidos pelas nações do Egipto e Suméria. E foi aqui que uma grande distorção aconteceu.

 

Nas primeiras nações, Suméria e Egipto, com o reconhecimento pelo consciente colectivo de que o julgamento pertence ao ser superior, surgem os primeiros "ilusionistas" que se usurpam da energia colectiva. Esta energia foi-lhes entregue por livre arbítrio. Estes "ilusionistas" adquirem uma nova potência, muito maior que a do seu foco pessoal, e com a qual não estão preparados para lidar, ou seja, um poder do foco individual tem de lidar com um factor de "ruído" contrário a intermediar com o seu correspondente. Isto para trazer a imagem real ao foco; contudo o poder dos usurpadores, ao manipular o foco de atenção do colectivo, atraiu um ruído igualmente potente com o qual não estavam preparados para lidar. O Poder que estes seres encarnados na 3ª dimensão adquiriram foi tal, que o correspondente em ruído é extradimensional com bastante mais "experiência" do que esses seres da 3ª dimensão que foram rapidamente obliterados, cegados e adormecidos. Essa ambição resultou de seres, que exerceram influências, o que continuou até ao momento dos dias de hoje.

 

Contudo, interessa saber que a culpa não é de mais ninguém, se não de todos os que entregaram, e ainda hoje entregam, o foco individual.

 

Neste cenário, o ponto final de toda a História não tem fim previsto, a não ser um paradigma a vencer que é consciência da consciência, por assim dizer. Assim, como nesta história, os jogadores não são apenas os representados na 3ª dimensão, mas sim uma panóplia de seres (multi/extra) dimensionais. Esta "usurpação" não era vista como errada, se de facto fosse o caminho de se criar a experiência do produto final.

 

Não só mas, para exemplo, no Egipto, foi direccionada luz de ajuda para que estas supostas "divindades" da 3ª dimensão começassem esse processo com conhecimento de causa, foram fornecidos ferramentas, sistemas e conhecimentos, tal como a verdadeira noção de tempo. Tudo isso fora de facto oferecido esses humanos, a quem o colectivo entregou, de livre arbítrio, a energia para exercer o papel de divindade e de aplicar as leis e as respectivas "correcções". O contacto destes primeiros líderes, com a energia do colectivo foi corruptivo. O "ruído" 'extra' dimensional, feriu um dos olhos da Humanidade, inclusive dos "sacerdotes" com o poder do colectivo. Estes "sacerdotes" feriram o olho restante da civilização, ficando eles com um só. Assim se criou o olho único em cima de uma pirâmide, esse olho simboliza que quem neste reino cego tem um olho...

 

Originam-se os primeiros mitos, que criam o medo e para que assim se cumprisse a Lei, a Humanidade com os dois olhos cegos ainda via intuitivamente, e os Mitos trouxeram as primeiras religiões, as primeiras formas de espiritualidade e o horrível julgamento de certo ou errado, tendo as correcções passado a punições, que viriam a adormecer o olho intuitivo e interno da Humanidade ou do colectivo.

 

A criação de grandes influências, pelo medo dos mitos e religiões, servia apenas para controlo das populações, por parte do ser que detinha a capacidade de impor Leis, e as respectivas "correcções" que se transformaram em punições abusivas e com grandes actos separatistas. Esses mitos e religiões, não foram bem interpretados pelo colectivo e viriam a trazer problemas devassos no futuro e com o uso "anormal" dos conhecimentos enviados, foram lançadas as primeiras cordas, à Alma, e ao Espírito encarnado.

 

Surge então uma enorme lista de fraudes e desvios de conceitos, como é exemplo a interpretarão do conceito de Carma. Isto criou um constante conflito de discussão entre escolas e mestres que com o passar do tempo vai dividindo, cada vez em mais e mais, fracções de interpretação. Até a um ponto em que três humanos não se juntam sem que esses conceitos sejam diferentes, não permitindo que o colectivo sozinho partilhe de valores similares. E o colectivo sabe toda a verdade, mas separado não tem força nem consegue ver. Lembre-se que, na história deste planeta, o livre arbítrio tem sido mais uma fraude de conceitos na maioria dos empregos do termo.

 

Portanto, a aplicação de leis atraiu a experiência do sofrimento a um ponto tal que o desejo e intenção do colectivo atraíram a imagem real um revelador para auxílio por alguns expresso.

 

Este revelador encarnou, pois este é o poder do foco do colectivo, e este foi uma das últimas vezes que usaram esse foco colectivo sem serem influenciados. Foi feita a revelarão e o colectivo lembrado do seu estatuto de divino e criador; no entanto, o colectivo não recuperou totalmente deste episódio, não foi a nível colectivo ou da consciência colectiva que compreendeu que era da responsabilidade de todo o colectivo a experiência atraída do episódio anterior.

 

Não ficou bem entendido que havia sido a atracção da experiência do colectivo e o livre arbítrio de entrega da energia que fizeram chegar àquele ponto - e não os seres a quem entregaram a energia colectiva. E que esse era o momento de retornar ao básico e recusarem tudo o que fosse parecido com o padrão anterior. Também não fora considerada nenhuma das formas de tempo não linear em existência, aliás, a questão tempo, passa praticamente ao lado da visão do colectivo, para já irrelevante, mas importante para tempos futuros.

 

Então, os ajustes do colectivo não foram feitos com sucesso, mas dividiram os papéis e a energia divina do colectivo foi para as religiões e místicos, que eram os anteriores seres na mesma, mas com a capacidade de impor leis, e entregaram a figuras "sangues azuis", do caso anterior referido, a energia colectiva de governo das "correcções" ou "punições" a serem impostos às uniões de culturas ou nações. Ou seja, o sacerdote real é dividido em dois novos papéis, o sacerdote/clero e o outro é o Real/Rei ou figura governamental.

 

Está-se agora, na era Medieval, que pode ser chamada também de "era errática"; aliás não é por acaso que a maior parte das memórias das reencarnações são deste período, pois foi uma fase em que a transição não foi bem assimilada. Tendo em conta que muitos são observadores ou audiência participante da criação, esta audiência tem poder criativo para alterar o aspecto da realidade "holográfica do espelho", pois com o simples facto de darem atenção dirigem o foco, isto se não ficarem presos ao mundo do entretenimento que viria a ser especialmente criado para distrair a sua atenção, "num futuro".

 

Voltando à História, é um facto que a divisão de capacidades foi dividida entre clero e reinantes e surgem neste período as primeiras alianças, pactos e sociedades secretas, para se reproduzir o mesmo padrão anterior, mas de uma forma mais astuta. Assim têm formação o Vaticano e a figura "Rei", e existem nesse período conflitos entre esses dois, mas são efectuadas negociatas que não são do domínio publico, por isso alheias ao colectivo, mas no entanto, a energia do colectivo está depositada nessas figuras. Posteriormente, nesta história, vão perceber o poder dessa energia, o colectivo esquece-a, mas quem a controla sabe do que ela é capaz.

 

Portanto, o que conseguiram foi que quando o Rei queria conquistas e guerras, usava a lei que o clero aprovava e apoiava com moral ao colectivo, após negociação, o povo era jogado. Não só fisicamente, pois as descobertas e avanços tecnológicos surgiam da necessidade que o colectivo tinha de superar dificuldades nesses períodos, e a energia movia-se, e as soluções surgiam. Poderá ser coincidência que as civilizações mais avançadas e com mais poder são, no presente, as que mais se envolvem em guerras e que mais dominam os seus povos e suas vontades? Este é um processo simples e existente em todo o universo, a massa colectiva atrai tudo o que pretende, se for tanques de guerra o pretendido, um cientista ira aceder ao colectivo e desenvolver um tanque. Com o passar do tempo, irá ver-se a extensão deste poder.

 

Ora, no ponto Medieval, em que temos sociedades entre reinos e clero, nem sempre os "Reis" venciam guerras. Então, uma das famílias que ainda "hoje" existe neste planeta, fez um negócio com um Rei, que consistia no seguinte, o Rei queria uma guerra e essa família abastada prometeu financiar e, se ele perdesse, tudo bem, MAS se ele ganhasse, essa família criava e administrava um sistema bancário nessa nação, sem o Rei perder a sua figura de autoridade e sem necessariamente dar uma figura prestigiada a essa família.

 

O Rei concordou e o financiamento era realmente grande, e ele pode contratar e estimular os seus soldados, desenvolver técnicas e tecnologias, "pagar" grandes contrapartidas ao clero ao ponto deste desmoralizar com influência "espiritual" o oponente. E o tal Rei ganhou.

 

Esse foi só o primeiro a fazer uma sociedade secreta a três - Reino, clero e um grupo Financeiro/Bancário. E muitos mais reis se juntaram ao sistema. É óbvio que tudo isto se passou, fora do domínio publico, ou seja, do colectivo e da sua consciência, apesar de vozes de observadores que foram caladas e subornadas assim como absorvidas por essas sociedades, integrando-se nelas e ramificando-se as consequentes sociedades efectuadas a nível global. Mas uma coisa era lógica, para essa sociedade a informação teria de ser melhor controlada. No futuro a informação não seria apenas controlada mas também manipulada e por vezes completamente retorcida. Recorde-se que a energia do colectivo fora entregue a estes de livre arbítrio.

 

Conclusão, no período das primeiras sociedades feitas entre as 3 figuras-chave, a Humanidade ou o colectivo em experiência no planeta, já há muito que começou a experimentar muitos episódios estranhos com origem no adormecimento a níveis mais profundos e em estado hipnótico do colectivo. Na verdade, começou a adormecer quando não reconheceu responsabilidade pela atracção de tudo isto.

 

Fecha-se esta etapa, com um perigoso cenário, o domínio do clero e do rei pela alta finança, ou seja, se o rei tinha a energia colectiva para punir e o clero a energia de legislar o colectivo, e se a alta finança dominava os dois, então o colectivo adormecido ficou nas mãos da alta finança, que, rapidamente, se apercebeu do valor da energia da vontade, pensamento e intenção do colectivo ou seja do FOCO HUMANO.

 

No entanto, o colectivo, mesmo que anestesiado, avançou para a etapa seguinte e foi um momento em que dos mais diversos tipos de poderes são desenvolvidos, a nível físico, químico, mental, psíquico e espiritual, intra e extra planeta. Ao nível do colectivo este adormece cada vez mais profundo, com passos de ilusionismo. A luta entre poderes origina que seja mais fácil à alta finança fazer acordos com presidentes, do que com reis. Isto, porque é mais fácil que um homem no poder consiga manter um acordo por 4 anos de que um Rei numa experiência/numa vida. E assim a política mundial reorganiza, ao longo de anos, os mapas. Do ponto de vista colectivo, este não tem qualquer contacto com o seu consciente (e a posse do foco de atenção está nas sociedades e instituições secretas) e consegue, contudo e apenas, substituir a figura de rei pela de presidente. Na ilusão criada pelas sociedades secretas, é introduzida a ilusão de que a área financeira, desenvolvida pelo colectivo, está na figura do primeiro-ministro e, uma vez que o ministro é seleccionado pelo colectivo, transmite a ilusão de que, pelo menos essa energia, está nas mãos do colectivo. Isto serve porque realmente esta figura só pode dar passos que são controlados por sistemas pré-estabelecidos. Isto levou aos cenários que se vivem agora. O colectivo tem uma potência que ignora e que não tem sido usada pelo colectivo, mas por um grupo de seres na 3ª dimensão (novamente) e não só estes. Isto começou por ter "boas intenções", mas revelou-se ser corruptível e abusivo. Não pode haver interferência com o processo, mas o colectivo pode acordar e criar algo diferente, ou até introduzir novas personagens. Este acontecimento chegou a um estado crítico, pois não aprisiona apenas as projecções de seres na tridimensionalidade, mas também, as almas que adormecem em contacto com essa realidade.

 

Muitos já percepcionaram tudo isto, contudo essa informação fora "sugada" fora de contexto, não se tem qualquer intenção de trazer os hologramas para fora do holograma, isso seria uma sugestão desconectada de sentido. Além de que a responsabilidade é do colectivo dentro do holograma, e por isso não há vítimas, contudo estabelecer-se casos em consciência de vítima, não traz ajuda, mas sim "energias" para proporcionar a experiência de vítimas, e danificar ainda mais. Quanto a resgatar vítimas, a lei gravítica faz com que essas vítimas atraiam outras vítimas e os seus perseguidores que proporcionam experiência para as vítimas.

 

Mas, concretamente, qual a extensão dos danos? Não é realmente importante saber disso, pois a informação tem sido prejudicial.

 

Existem mais jogadores nesse jogo de poder que alguma vez a mente da 3ª dimensão conseguirá percepcionar. No entanto, existirá muitas surpresas…»

 

(in “Paradogma”, de Richard Haesh)

publicado por iorio às 03:27

Espaço de partilha de conhecimentos e experiências na amálgama que funde Espiritualidade e Ciência (as duas faces da mesma moeda), religião e Nova Era, hologramas e Matrix, o Segredo e 2012. E o segredo de 2012. E mais além!
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