Chá com os Deuses

Dezembro 12 2011

[Na continuação de 'COISAS ESTRANHAS NUMA TERRA ALGURES...', em http://chacomosdeuses.blogs.sapo.pt/11021.html ]

 

«SERÁ QUE SE PODE JULGAR E EMITIR ENERGIA E DAR FORÇA A COISAS, PELO JULGAMENTO?

 

Estes são apenas alguns exemplos do cenário destrutivo que é muito maior e de uma proporção tal que simplesmente a mente inocente, distraída, descentrada do colectivo não consegue imaginar como padrão existente.

 

Será que se pode julgar e emitir energia e dar força a coisas, pelo julgamento? Sabe-se realmente o que se passa para fazer um juízo? Sabe-se realmente o que se está a fazer com o foco?

 

A sociedade não deu a Cultura, conhecimento e a atitude de reflexão, que não fosse apenas a reagir a impulsos do que os outros fazem. Mas se ainda se pensa que é grave, isso não faz de ninguém uma vítima; esse foi o poder que se entregou usando o livre arbítrio. Esse poder pode e vai voltar novamente e de uma forma simples. Mas primeiro há que entender mais o que se passa.

 

Pode achar-se que a grande culpa é dos líderes e sacerdotes?

 

Não se JULGUE mais... a culpa é colectiva! Está-se demasiadamente entretido com entretenimentos e com os pequenos confortos individuais.

 

Mentiras. Sim, mas em todas as mentiras há verdades e sempre se soube que se tinha de separar o trigo do joio. Não vale a pena argumentar o quanto se pratica a meditação ou as horas que se passa a orar. Nesta história não há vítimas, apenas responsáveis. Há contudo quem se responsabilize agora e quem não se responsabilize e esses são os traidores.

 

O “burro” não deveria estranhar se, ao dar atenção e seguir uma cenoura num determinado momento, se encontra e/ou se vê num lugar onde não queria estar.

 

A cenoura é uma ilusão... preparada. Seja a ilusão um telejornal ou espiritualidade ignorante. Seja por interferência alheia, seja pela fraca selecção mental.

 

Não se é vítima por se ter seguido a cenoura, mas é-se responsável por o fazer. O pêndulo que oscila no pescoço da Humanidade como colectivo é único: seguir ou não individualmente a cenoura é uma das ilusões de separação.

 

A questão não é se individualmente segue ou não a cenoura, a questão é se o colectivo segue a cenoura?

 

Achar que isto é uma questão individual e pessoal, é uma tentativa de fuga à responsabilidade. Em vez de a questão ser se "se segue a cenoura”, talvez melhor seja “o que se expressa ou se faz colectivamente para não seguir a cenoura?”

 

Agora pergunte-se, por que colocar o FOCO HUMANO nas mãos que escolheram, traz tanta responsabilização para todos?

 

Esse foco tem sido dirigido pelo critério de núcleos de “ruído” que exercem controlo dentro do próprio holograma, que pensam estar no controlo, mas eles também estão a ser controlados e por outros maiores ...e mesmo esses últimos também.

 

Há, contudo, um mínimo que se pode fazer para alterar a presença dos que irão estar no rio do foco primordial que aí vem.

 

Um julgamento que passa despercebido é a “consciência julgamental" que se exprime assim:
- Se a consciência não permite que se atire papéis para o chão e se vir alguém a fazê-lo, não vá, à frente de quem atirou o papel, apanhá-lo e colocá-lo no lixo. Em vez disso, espere até ele não ver e faça-o.

 

Substitua-se esse falso mestre que está dentro de si e que é conflituoso [fruto da personalidade], por um melhor do colectivo; se não se tiver imediatamente acesso a esse, substitua esse falso mestre por nada, pois, acredite-se, é preferível o papel no chão do que a energia que é gerada pela atitude referenciada e que não é nada apreciada. Ao apanhar o papel do chão, à frente de quem o deitou, vai gerar energia de conflito dentro de quem o deitou e, automaticamente, o gesto é de conflito e não de consciência. Quem deitou o papel ao chão está a desenvolver outra consciência e experiência que não lhe diz respeito e não cabe julgar, pelo menos nesta dimensão. A consciência que ele desenvolve é necessária ao processo evolutivo tanto como a de outro qualquer; não interferir ajuda mais e nenhuma consciência é IGUAL nem mais ou menos que outra. Mais uma vez, é dispensável o julgamento de quem é mais, já que na Terra só é permitido saber-se que tudo é uma experiência de consciência.

 

O foco de atenção, pensamento e intenção do colectivo, pelo qual se toma consciência da imagem reflectida através da experiência no espelho de aspecto físico, não é a intenção de acertar na imagem mas sim criá-la, por isso reacção e julgamento são completamente pouco apreciáveis, já que criam “ruído” que deve ser excluído da imagem.

 

Mas onde estão os necessários seres humanos mais sensíveis, intuitivos, psíquicos, ligados com a natureza e com o universo, xamãs e mágicos?

Bem, nesse caso será que interessa saber o que foram acidentes como a inquisição?

 

E o que foi a inquisição, senão um dizimar do estereótipo existente do ser humano intuitivo, psíquica e energeticamente ligado com o universo e com a natureza? Pois o ataque às bruxas, não era às bruxas, cuja imagem fora imposta pelas histórias infantis e de desinformação, de senhoras que queimam criancinhas, comem ratos e transformam príncipes em sapos.

 

O Papa João Paulo II tendo sido o papa que reconheceu a influência das elites contra a Humanidade adormecida, veio pedir desculpa, em nome da Igreja, pela inquisição, pois o arquétipo retirado da Humanidade nesse momento era importante para o período que se atravessa agora.

 

Imagine-se se esses milhares tivessem exercido a sua influência e espalhado a sua sabedoria que foi queimada. Recorde-se que este Papa fora escolhido por ser de fora dos círculos influentes, pois o anterior fora envenenado 33 dias após a posse e sabe-se que ia fugir ao controlo das elites e literalmente ia expor a influência obscura destes, assim como os desvios monetários do Vaticano, esses desvios serviam para subsidiar interesses pessoais e políticos que não serviam a Humanidade, mas sim as elites que governam na sombra. Neste momento nem sequer se encontram na sombra, estão bem visíveis, mas o cenário é de proporções e de uma magnitude que é tão antigo e que transcende até a visão desperta, pela ilusão.

 

João Paulo II, inteligentemente, esperou controlar melhor o Vaticano antes de anunciar parte do que o seu predecessor pretendia, contudo até este teve que seguir a agenda da elite, mas deixou algumas pistas, o pedido de desculpa pela inquisição foi uma delas.

 

Pode dizer-se, que não foi culpa dos actuais “encarnados". Mas foi. Contudo se será julgado por isso? Pelo contrário, apenas é compreendido mas são responsáveis, pois coisas similares ainda ocorrem hoje.

 

Só pelo foco de atenção dirigido ao processo pelo colectivo faz todos mais que responsáveis, faz de todos co-autores, quem vai à cabeça da lista, não interessa, a cabeça só vai onde o corpo a leva. Muitos da “audiência e espectadores” deste teatro, são responsáveis, pois têm o poder de mudar as circunstâncias, contudo julga-se a imagem ilusória que é passada pelo clero, gerando conflito. Isto não é diferente,de quando neste momento se julgam conflitos que não tocam pessoalmente o observador e que são apresentados por ilusionistas do controlo, pela televisão, internet e outros meios, com o intuito de gerar energia de conflito, o que atrai mais conflito, gerando ainda mais a atenção e julgamento ao ponto de se manifestar conflituosamente numa roda de fogo e que a todos vai queimar. Essa actividade é um ritual. Recebendo imagens de conflito com base num julgamento, de julgamentos anteriores manipulados, atraindo ainda mais... e “ruído” assim é.

 

Sim, houve manipulação do corpo por parte da cabeça, e este padrão está a ser repetido constantemente. Mas existe solução.»

 

(in “Paradogma”, de Richard Haesh)

publicado por iorio às 03:45

Espaço de partilha de conhecimentos e experiências na amálgama que funde Espiritualidade e Ciência (as duas faces da mesma moeda), religião e Nova Era, hologramas e Matrix, o Segredo e 2012. E o segredo de 2012. E mais além!
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