Chá com os Deuses

Junho 30 2010

[Uma outra perspectiva (a do Holograma, co-criado, co-projectado, por nós) desta Maya, desta Ilusão, desta matriz, ou Matrix]

A meio do século passado, todas as certezas sobre o que se tinha como garantido começaram a ruir. Sim, o Sol continua a nascer no Oriente e o seu ocaso permanece no Oeste. Sim, tudo está na mesma, mas tudo mudou para sempre.

 

A comunidade científica tem progredido na busca de (novas) respostas para uma compreensão, a mais simplificada possível, abarcando todo o Universo através de sucessivas descobertas que questionam a maneira como vemos a realidade. Ao tentar perceber a constituição e o comportamento dos elementos mais ínfimos da matéria (partículas, como os neutrões, protões e electrões, ou ainda menores) e de ondas de energia visíveis ou invisíveis, os cientistas deram-se conta que as primeiras têm comportamentos "esquisitos", chegando a alternar entre comportamento de matéria e comportamento de onda, bastando para tal que haja (ou não) um observador; o facto de serem observadas faz com que alterem o seu comportamento, ou, por outras palavras, o facto de estar presente a Consciência faz com que a matéria reaja de modo diferente.

 

De surpresa em surpresa, constataram, por exemplo,

  • a ‘Interligação’, pois quando duas partículas são separadas, mesmo que enviadas para cantos opostos do universo, uma reage se a outra é estimulada e, como no instante anterior ao Big Bang (a explosão de que "nasceu" este nosso Universo), tudo estava ligado, então, agora, TUDO ESTÁ INTERLIGADO, ou, se quiser, ‘Todos somos Um!’;
  • a ‘Não Localidade’, ao verificarem que uma mesma partícula pode estar em múltiplos locais ao mesmo tempo, tendo disso já conseguido imagens. De facto, concluíram, este é um Universo de potenciais, de milhentas hipóteses que se reduzem a uma "decisão" no ‘Agora’.
  • a interferência, a nível sub-atómico, da intenção com a realidade, alterando-a, tendo verificado, por exemplo, que a intenção de algumas pessoas concentradas (em estado meditativo) num circuito electrónico básico é suficiente para alterar uma das (mais importantes) características – o pH – de um volume de água a milhares de quilómetros de distância, quando esse circuito electrónico lhe foi aproximado, e também que uma quantidade de números aleatórios ‘1 e 0’, como nas máquinas de jogo, ou uma cassete previamente gravada aleatoriamente com “estalidos” de som, mesmo depois de ter sido corrida, foi alterada pela intenção de um ouvinte posterior, etc.

Algumas destas experimentações sugerem também a quebra das grilhetas do espaço e do tempo.

 

Para que uma partícula altere o seu estado energético, ela precisa de uma quantidade mínima de energia, designada geralmente por QUANTUM de energia; daqui o nome que engloba todo este “quebra-cabeças” que é a Quântica.

 

Esta busca levou à consolidação de ideias através da teoria de que energia e matéria consistem essencialmente de ondas multidimensionais chamadas ‘cordas’. A teoria defende que os padrões oscilatórios e a ressonância dessas cordas formam as “notas" fundamentais da sinfonia cósmica que é o Universo. TUDO É VIBRAÇÃO (daí o termo ‘cordas’, de um “violino universal”), aplicando-se-lhes as regras da Harmonia, Ressonância e Dissonância, facto já do conhecimento dos sábios antigos, que descreviam o mundo físico como essencialmente harmónico; e de certo já ouviu, em diferentes situações, a expressão "estar em harmonia com o Universo", curioso, não? Uma partícula (que afinal é um conjunto multidimensional de cordas vibrando numa oscilação específica, as quais lhe "dão" as suas características únicas) ao alterar o seu estado energético, "refaz-se" mais à frente – em cada “salto” resultado do dito ‘quantum’ de energia, o que deu origem à famosa expressão “Salto Quântico” – através da vibração de outras cordas. É o que os cientistas designam por Holograma Cósmico, tudo (mas mesmo TUDO) o que "é" se refaz no instante seguinte, através de sucessivos ‘quanta’ de energia; portanto, também nós nos refazemos a cada instante.

 

E como no holograma que conhecemos (que é, simplificadamente, uma fita bidimensional onde ficam gravados os registos tridimensionais de um objecto, permitindo a sua posterior reprodução, sendo que uma característica desse registo é que a menor parte dele tem a informação do todo), também o Holograma Cósmico se refaz a cada instante, tendo cada partícula a informação do Todo e a coerência relativamente ao instante precedente. E mesmo a própria comunidade científica levanta a questão: Não é esse Holograma a expressão da Inteligência Absoluta? E será divagar dizer que os “programas da Natureza” fazem parte de um ainda maior "Programa" que tudo abarca?

publicado por iorio às 01:29

Espaço de partilha de conhecimentos e experiências na amálgama que funde Espiritualidade e Ciência (as duas faces da mesma moeda), religião e Nova Era, hologramas e Matrix, o Segredo e 2012. E o segredo de 2012. E mais além!
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