Chá com os Deuses

Julho 23 2010

Imagina-te a dialogar com uma pessoa e que ela por qualquer razão, que não vem ao caso, te está a agredir verbalmente – fiquemos pelo verbal, para não tornar as coisas mais complicadas...

 

Imagina agora que consegues dividir a tua consciência em duas partes, sendo que uma permanece em frente da outra pessoa e a outra parte – a que agora lê este texto – se afasta, assistindo ao diálogo dos dois como se estivesse presenciando uma peça de teatro.

 

Do lugar em que estás, assistindo à “peça” que se desenrola, tens acesso a dois botões/interruptores; um, a que poderemos chamar “layer Energia”, que permite que consigas visualizar, sobre as imagens das duas pessoas, uma figura gráfica que transmite o grau energético de cada uma, e outro botão, a que poderemos chamar “desmaterializador”, que permite que a imagem de uma pessoa se desvaneça, concentrando a atenção na outra.

 

Quando pressionas o "desmaterializador", a imagem de ti naquele quadro quase que desaparece; e quando pressionas o "layer Energia" consegues ver que, cada vez que o outro usa um pensamento (sim, basta a energia da forma-pensamento, como já sentiste muitas vezes) ou uma expressão que visa agredir-te, surge, a partir dele, uma pedra na tua direcção.

 

“Muito interessante”, dirás, acrescentando “e no que é que isso contribui para a minha felicidade, uma vez que eu estou a ser agredido?” Mas se olhares com mais atenção, verificarás que cada pedra que o outro joga na tua direcção está de facto presa a um muito permissivo – porque parece não oferecer nenhuma resistência – mas realmente muito resistente elástico, porque, constatas, por mais força aplicada ao calhau, o elástico não quebra.

 

Quando voltas a concentrar-te em toda a cena percebes que tu já lá não estás, que esse ser ficou só, e eventualmente poderás vê-lo a interagir com outrem, muito provavelmente noutro qualquer ponto da linha espaço-tempo em que vocês se cruzaram. Mas percebes então que AS PEDRAS QUE ELE ARREMESSOU ESTÃO AGORA DE VOLTA e que ALGUMAS – não sabes como mas parece que consegues individualizar cada uma – ESTÃO MAIORES.

 

O que se passou, de facto, foi a consubstanciação de uma das Leis Universais mais presentes, a Lei da Causa e Efeito; não é em vão que o povo diz “Cá se fazem, cá se pagam” e que “Quem semeia ventos, colhe tempestades”...

 

O teu ego, a tua parte de ti que ficou na cena, acha que tu foste o agredido, a vítima – e não esqueças que NÃO HÁ CULPA, HÁ SIM RESPONSABILIDADE, sendo que cada um é responsável pelos seus actos, ao co-criar o seu ‘Amanhã’ como fruto daquilo que acredita ser a sua verdade ‘Hoje’, sendo isto uma definição esquemática do que é chamado de Lei da Atracção; ou tu achas que esta Lei só se aplica ao ‘Segredo’ e por isso, só para as coisas boas da vida, o que quer que aches que isso seja...

 

Sim, o que a Lei da Causa e Efeito diz é que da próxima vez que aches que te estão a agredir – e digo ‘aches’, porque muitas vezes o que o outro diz não é o que nós ouvimos –, lembra-te de que o outro, de facto, ESTÁ A ATIRAR PEDRAS A SI PRÓPRIO, embora o teu ego queira que entres no jogo; assim, podes virar as costas em paz contigo mesmo e dizer “ISTO NÃO ME DIZ RESPEITO, NÃO É A MINHA GUERRA, pois essa terei que disputar dentro de mim; e não me vou responsabilizar, e muito menos culpar, pelas pedras que arremessaste contra mim”.

 

Mas tenta não esquecer, (i) que só poderás dizer isto se não entrares no jogo e (ii) que – vá, sê consciente – também tu (como todos nós) terás que perceber que as pedras que arremessas irão um dia voltar a ti, algumas com um tamanho assustador e causando efeitos assustadores na tua vida.

 

Estes princípios, estas Leis, regem o Universo e estão presentes desde sempre em todas as culturas do Homem. Elas SÃO (uma parte fundamental d)A ESPIRITUALIDADE, embora na nossa cultura tenham sido varridas para baixo do tapete – muitas vezes, associadas aos “coitadinhos dos atrasadinhos” dos antigos –, ou usadas para conseguir o sucesso material, ou seja, valorizando o TER, quando elas se reportam ao SER, já que a Espiritualidade tem a ver com o desenvolvimento do ‘Ser’ e não com o ‘Ter’.

publicado por iorio às 21:54

Julho 20 2010

O Chefe dos Espíritos das Trevas convocou uma Convenção Mundial de obsessores. No seu discurso de abertura, ele disse:
"Não podemos impedir os humanos de irem aos seus templos. Não podemos impedi-los de ler os livros e conhecerem a verdade. Nem mesmo podemos impedi-los de formar um relacionamento íntimo com os Espíritos Elevados e Jesus. E, quando eles ganharem essa conexão com os Espíritos Elevados e Jesus, o nosso poder sobre eles estará terminado. Então vamos deixá-los ir aos seus templos, Centros Espíritas e às suas igrejas, vamos deixá-los com os almoços e jantares que neles organizam, MAS, vamos roubar-lhes o TEMPO que têm, de maneira a que não sobre tempo algum para desenvolver um relacionamento elevado."

"O que quero – disse o obsessor-chefe – que vocês façam é o seguinte: Distraiam-nos a ponto de que não consigam aproximar-se de Jesus e dos espíritos superiores."

- Como vamos fazer isto? Gritaram os seus seguidores.

Respondeu-lhes: "Mantenham-nos ocupados nas coisas não essenciais da vida, e inventem inumeráveis assuntos e situações que ocupem as suas mentes. Tentem-nos a gastarem, gastarem, gastarem, e a pedir emprestado, pedir emprestado..."

"Persuadam as suas esposas a irem trabalhar durante longas horas e os maridos a trabalharem de 6 a 7 dias por semana, durante 10 a 12 horas por dia, a fim de que eles achem que conseguem a capacidade financeira para manter os seus estilos de vida fúteis e vazios. Criem situações que os impeçam de passar algum tempo com os filhos. À medida que as suas famílias se forem fragmentando, muito em breve os seus lares deixarão de oferecer um lugar de paz para se refugiarem das pressões do trabalho. Estimulem as suas mentes com tanta intensidade que eles não possam mais escutar aquela voz suave e tranquila que orienta seus espíritos. Encham as mesinhas de centro de todos os lugares com revistas e jornais."

"Bombardeiem as suas mentes com notícias 24 horas por dia. Invadam os momentos em que estão a conduzir, fazendo-os prestar atenção a cartazes apelativos. Inundem as suas caixas de correio com papéis totalmente inúteis, catálogos de lojas que oferecem vendas por correio, lotarias, bolos de apostas, ofertas de produtos gratuitos, serviços e outras falsas esperanças."

"Mantenham lindas e delgadas modelos nas revistas e na TV, para que os maridos acreditem que a beleza externa é o que é importante, e eles tornar-se-ão insatisfeitos com suas próprias esposas... Mantenham as esposas demasiadamente cansadas para amarem os seus maridos. Se elas não derem aos seus maridos o amor que eles acham que necessitam, eles então começarão a procurá-lo noutro lugar e isto, sem dúvida, fragmentará as suas famílias mais rapidamente."

"Dêem-lhes o Pai Natal, para que se esqueçam da necessidade de ensinarem aos seus filhos o significado real do Natal. Dêem-lhes o Coelho da Páscoa, para que eles não falem sobre a ressurreição de Jesus e a Sua mensagem. Até mesmo quando se estiverem divertindo e distraindo, que seja tudo feito com excessos, para que ao voltarem dali estejam exaustos."

"Mantenha-nos de tal modo ocupados que nem pensem em andar ou estar perto da Natureza, para reflectirem na criação de Deus. Ao invés disso, mandem-nos para Parques de Diversão, acontecimentos desportivos, peças de teatro banais, apresentações artísticas mundanas e para a TV entorpecedora. Mantenham-nos ocupados, ocupados."

"E, quando se reunirem para um encontro ou uma reunião espiritual, envolvam-nos em mexericos e conversas sem importância, principalmente fofocas, para que, ao saírem, o façam com as consciências comprometidas.” "Encham as vidas de todos eles com tantas causas supostamente importantes a serem defendidas que não tenham nenhum tempo para buscarem a Espiritualidade, a Jesus e aos outros Mestres. Muito em breve, eles irão procurar, em suas próprias forças, as soluções para os seus problemas e as causas que defendem, sacrificando a sua saúde e as suas famílias pelo bem dessa causa."

"- Isto vai funcionar!! Vai funcionar!!"

Os espíritos trevosos ansiosamente partiram para cumprirem as determinações do chefe fazendo com que os humanos, em todo o mundo, ficassem mais ocupados e mais apressados, indo daqui para ali e vice-versa, tendo pouco tempo para Deus e para as suas famílias. Não tendo nenhum tempo para contar a outros sobre a Luz e o poder de Jesus para transformar as suas vidas.

E a pergunta que ficou a pairar no ar é: Teve o Obsessor-chefe sucesso nas suas maquinações?

publicado por iorio às 15:15

Julho 13 2010

Imagina que estás dentro do 'Matrix' (no tag 'admirável mundo novo' verás que estamos num holograma de um, digamos, hiper-super-extra-ultra-bué da grande-computador…), que tu (através do teu Eu Superior – parte de ti não encarnada, mas que tem o teu “projecto de vida” para esta tua encarnação, ou ‘jogada’, se te parecer melhor) estás a fazer o “Jogo da Dualidade” (do tipo ‘1/0’, ou Yin/Yang, ou Bom/Mau, ou Quente/Frio, ou Masculino/Feminino, ou Eu/o Outro, ou Dentro/Fora, ou Amigo/Inimigo, ou Dominador/Dominado, ou Céu/Inferno, ou o que tu queiras, desde que seja uma coisa e o seu oposto) e que tens jogado este Jogo repetidamente (sem que disso estejas consciente, embora o teu verdadeiro ‘jogador’/Eu Superior o saiba – não te revoltes, são as regras do jogo, que tu aceitaste).

 

O objectivo do jogo é simplesmente que consigas o melhor ‘score’ possível, sendo que para tal terás que passar pelo ‘1/0’, Yin/Yang, Bom/Mau, Amigo/Inimigo, etc., etc., sem ficares ‘polarizado’ num dos pólos – o que te tira pontuação (alguns chamam-lhe ganhar Carma, qualquer coisa do tipo pontos negativos) e te obriga a repetir esse ‘nível’ do Jogo uma outra, e outra, e outra vez, se necessário, até que não fiques 'polarizado'.

 

Imagina que, sem disso teres consciência (mas a outra parte de ti/ Eu Superior, tem), estás – estamos todos – no que pode ser o teu último jogo, que te pode levar para jogos de outro nível (e não se trata aqui de saber se é mais difícil ou complicado; é apenas diferente); mas para tal, tens que conseguir uma derradeira tarefa: perceber e contactar (conectares-te) com a outra parte de ti, o teu Eu Superior, tomando consciência de que estás neste ‘jogo’ de polaridades, que não passa de ilusão (sim, o boss, o futebol, a tv, o carro, tudo o que imaginares). Ou seja, tens que sair com Consciência do jogo, de braço dado contigo mesmo (o teu Eu Superior), e atravessar o portal do ‘Game Over’, o qual te dá direito a ascenderes de nível de jogo – a que chamam Ascensão; há, pelo menos, dois jogadores famosos que já o conseguiram, embora em condições totalmente diferentes, e que conheces relativamente bem, Buda e Jesus; quem és tu, dirás, para ombreares com eles? Lembra-te que a outra parte de ti (o Eu Superior) sabe de coisas... que te deixariam gago; e o engraçado é que ele tas quer dizer, mas ainda não tens "ouvido" para a voz dele, mas lá chegarás e mais brevemente do que pensas...

 

Este último jogo (que se pode chamar “Caminhar para a Luz”) está a decorrer e alguns parceiros do teu Eu Superior, vão “ajudando”, dando dicas, umas para perceberes que estás ‘polarizado’ (e como te livrares disso) e outras acerca dos vários tipos de situações que poderás encontrar, tanto a nível pessoal, como a nível da tua interacção com os outros “jogadores”.  

publicado por iorio às 23:34

Julho 08 2010

«Todos os problemas no mundo são a função das crenças erróneas e do pensamento limitado. Se nos ensinaram que vivemos num mundo finito, com recursos finitos, que não podem ser suficientes para todos – e isto chegou a ser uma realidade porque o que nós cremos logo se manifesta –, é hora de mudarmos essa situação. Se cremos na escassez e na existência de recursos limitados, então o temor das pessoas de que não há recursos suficientes para todos vai provocar uma situação em que começarão a guardar mais e então, na realidade, vai haver escassez. Assim, se as pessoas guardam e conservam para si mais do que necessitam, haverá uma manifestação real de que não há o suficiente. Por isso, o problema está na consciência humana. A escassez está na consciência humana e não no Universo. Sabemos por esta nova ciência da Energia Ponto Zero que o vazio está repleto de energia infinita, e esse conhecimento tem como propósito libertar a mente humana da ideia de limitação e da escassez.

 

Quando conseguirmos convencer-nos de que a abundância é a realidade, já não necessitaremos guardar mais do que necessitamos, não mais teremos que competir, e a nossa tarefa então será compartilhar esta abundância de uma maneira amorosa e criativa. E isto mudará a aparência do mundo de uma maneira muito dramática, porque a estrutura do mundo humano está hoje baseada totalmente na crença da escassez. Agora, se esta crença (limitadora) na escassez desaparecer, não haverá nada que não possamos manifestar. Só o facto de que em um centímetro cúbico de vazio existem milhões e milhões de energia, mais do que toda a raça humana poderia chegar a necessitar alguma vez, resulta absolutamente ridículo falar de escassez energética. O que temos é uma abundância energética em escala muitíssimo maior do que a mente humana poderia chegar a compreender. E, não obstante, a mente humana é tão incrível que conseguiu dentro desta infinita abundância acreditar na escassez. Temos vivido num mundo onde todos estamos escravizados e obrigados a trabalhar duramente para sair da escassez. Uma vez que uma massa crítica suficiente de humanos comece a operar novamente na frequência da abundância, provocará uma activação na qual todos necessitaremos trabalhar muito menos e poderemos satisfazer as nossas necessidades de nos vestirmos, comermos, etc., com apenas uma pequena parte do esforço que temos de fazer actualmente.

 

Os extraterrestres deram uma mensagem ao contactado Carlos Diaz, informando que “eles estão muito interessados em observar a raça humana no nosso actual estado”, já que eles já foram como nós. Eles também foram, num dado momento do passado, “uma espécie adolescente cativa na tridimensionalidade e com conceitos políticos, e além disso, fora da consciência da vitalidade da Biosfera”. Disseram a Carlos que eles “também estiveram a ponto de destruir sua Biosfera”, pelo imenso temor que tinham da escassez. O ponto, o limite histórico que marcou a diferença, foi quando começaram a crer e a descobrir a realidade da abundância e da unicidade: que somos uma só coisa e não separados. Uma vez que começaram a compartilhar os seus recursos com um espírito de abundância, propuseram-se então a reorganizar a sua sociedade nessa base do compartilhar, tendo chegado a comprovar que tinham que ocupar apenas 15% do tempo para satisfazerem as suas necessidades e os 85% restantes podiam ser empregues no seu desenvolvimento espiritual.

 

Uma vez que começaram a compartilhar a abundância e a cooperar, muito rápida e naturalmente derrubaram todas as fronteiras entre os seus países, pois reconheceram que todos eram uma só fraternidade e que eram emanação da Fonte Universal e imediatamente estabeleceram uma cultura global em paz e harmonia e uma vez que isto sucedeu, precisaram apenas de uns de mil anos para evoluir e poder abster-se inclusive da matéria. Começaram então a evoluir para dimensões superiores, tendo chegado até a décima dimensão. E, desde a décima dimensão, sentem que estão apenas a começar a explorar um leque infinito de dimensões. É por isso que eles regressam para visitar os seus irmãozinhos tridimensionais aqui na Terra, para nos dar uma mensagem de compaixão e de apoio.

 

É muito importante saber que o ponto que lhes marcou a diferença, foi o reconhecimento de que vivemos numa infinita abundância. É por isso que cremos que esta nova ciência da Energia do Vazio é importantíssima para reorientar a Humanidade e, como se disse antes, parte das manifestações desta nova maneira de pensar sobre o vazio é uma nova tecnologia que nos permite obter energia eléctrica de uma maneira gratuita, limpa e livre de qualquer monopólio.

 

Muita gente quando ouve falar pela primeira vez sobre esta ciência da Energia Ponto Zero, imediatamente enfoca as possibilidades tecnológicas e suas implicações. Apesar de que estas possibilidades tecnológicas são evidentemente revolucionárias, podemos estimar que esta revolução tecnológica é pouca coisa comparada com a revolução espiritual que surge a partir da crença na abundância. Vencer a ilusão do medo e da separação como espécie é muito mais revolucionário do que apresentar e desenvolver uma nova tecnologia. É importantíssimo que compreendamos que aquilo em que acreditamos fortemente com o coração, manifesta-se, torna-se real. De facto, o ponto de vista pelo qual nós nos olhamos, imediatamente se converte na manifestação que vemos ao nosso redor. Podemos dizer: assim como acreditamos, assim aparece. O medo cria as suas próprias justificações imediatamente. Se você crê que há algo a temer, então você vai actuar como se, na verdade, houvesse realmente algo a temer. Mas para que exista o medo, é necessária a crença num outro separado e se também podemos ver que não há separação, que só há uma continuidade de um ser divino, então é impossível pensar com medo.

 

O medo só existe baseado na crença da separação. Eliminar a crença na separação vai desfazer o fundamento do medo. Esta ciência do vazio demonstra-nos que não há separação, que há só uma continuidade, um só corpo e um só campo de radiação. De facto, todas as manifestações materiais que os nossos sentidos conseguem perceber como indivíduos, não são outra coisa que um só campo.

 

Tudo na Terra é um só organismo vivo. A ideia que temos de nós, como seres separados, de objectos separados e demais coisas separadas, é apenas função das limitações dos nossos sentidos; é uma função de nossa limitada capacidade para sentir. Se pudéssemos abrir a nossa capacidade para sentir, abrir o nosso coração, começaríamos a sentir mais além da divisão dos objectos separados. De facto, começaríamos a experimentar este Ser que é tudo o que vive no Universo e saberíamos que SOMOS UM com esse Ser. É como se o Ser Divino estivesse agora a ter este incrível sonho, sonhando com todos nós. O que está a acontecer agora é que os humanos individuais que acreditam estar separados estão a começar a despertar e a dar-se conta que somos unos com esse Ser Infinito e o despertar deste sonho de separação lava a que todo o fundamento do medo desapareça. Portanto, cremos que este novo conhecimento da ciência sobre a Energia Ponto Zero nos está a ajudar a perceber com uma claridade maior a verdade espiritual de nossa unicidade.

 

As estruturas que os humanos constróem no mundo exterior, estruturas políticas, sociais, etc., são o reflexo fiel da estrutura na qual operamos. Portanto, se queremos mudar o mundo, a chave está em mudar as estruturas de nosso pensamento, que estão no nosso interior e veremos surgir as mudanças externas de maneira automática. Qualquer esforço para mudar o mundo, sem o esforço de mudar a estrutura do nosso pensamento, do nosso interior, está também destinado ao fracasso, pois a ponta de lança da nossa evolução social e cultural é a nossa evolução espiritual. Trabalhando o nosso interior, mudaremos o nosso exterior de uma maneira natural. Portanto o enfoque principal da ciência sobre a Energia Ponto Zero é que devemos mudar primeiro a nossa estrutura interior para poder mudar as estruturas à nossa volta. Assim, começaremos a experimentar imensamente este campo de amor infinito no qual todos os seres estão em mudança, crescendo e evoluindo. De facto, o que esta nova ciência nos demonstra, é que toda a matéria e energia são formas cristalizadas de amor. A luz é amor cristalizado e a matéria é luz cristalizada, pelo que, no fundo, tudo está feito de amor, só que em diferente espaço ou formas. Do mesmo modo que o vapor, a água e o céu são uma coisa só, o amor, a luz e a matéria são uma coisa só: o amor que nos está a ser revelado e que nos está a revelar a nós mesmos.

 

Para concluir, estou imensamente feliz por poder ajudar a perceber que, por fim, teremos uma Ciência que está baseada no amor e que derrubará todas as falsas crenças de separação e limitação.»

publicado por iorio às 12:54

Julho 08 2010

(Texto do cientista Mark Comings, do Movimento Mundial de Paz e de Mudança)

«Do mesmo modo que entramos numa “nova era” para compreender o tempo, também entramos numa “nova era” para compreender o espaço. Compreendemos que o tempo é uma dimensão superior à da mente. Quando falamos de espaço, geralmente pensamos no espaço tridimensional; todavia, na realidade, vivemos num Universo multidimensional e existem infinitas dimensões para o espaço; a nossa consciência humana ordinária, em geral, está sempre consciente unicamente do espaço tridimensional. No entanto, oculto dentro destas três dimensões, está o selo de todas as outras dimensões superiores.

 

Assim, por exemplo, quando projectamos uma sombra com a nossa mão, essa sombra tem a forma da nossa mão, mas falta-lhe uma dimensão. Ela está num plano, está em duas dimensões. Do mesmo modo, os nossos corpos e tudo o que se move nestas três dimensões são sombras de dimensões superiores. Normalmente pensamos que estas sombras, que estas projecções, são reais e esquecemos que estão sendo projectadas a partir de dimensões superiores. Não obstante, nos últimos 30 anos, a Ciência conseguiu descobrir a evidência de dimensões superiores dentro destas três dimensões. Foi descoberto que o que chamamos de espaço vazio – o vazio – na realidade está repleto de imensa energia potencial.

 

A conclusão ordinária de considerar o espaço como o nada, o lugar onde se situa a matéria, evidentemente converteu-se no nosso espaço. Mas o vazio tem mais energia do que a matéria que está nesse vazio e, de facto, a matéria e o vazio são uma mesma coisa, pois há uma continuidade. Foi descoberto que há mais energia num centímetro cúbico de vazio do que em todo o universo manifestado visível e que qualquer “descoberta” nele certamente pareceria invisível. Significa isto que cada ponto no vazio tem energia infinita convergindo num só ponto. Ao deduzir que cada ponto de energia tem energia infinita que está convergindo de todas as direcções para esse ponto e, tendo em vista que essa energia infinita está provindo simultaneamente de todas as direcções, então, há um momento de cancelamento; cancelam-se mutuamente e é por isso que essa quantidade de energia no espaço é invisível. É como, por exemplo, o que se passa no cálculo vectorial, com dois vectores opostos, pois quando há um ponto donde saem (ou convergem) dois vectores de valores iguais mas de direcções opostas, estes anulam-se, no que respeita aos seus valores; pode haver uma grande quantidade de energia mas ela anula-se e é por isso que não a vemos. Esta é uma energia universal que se anula a si mesma omnidireccionalmente. Este processo de anulação omnidireccional é tão perfeito que, inclusive, uma quantidade infinita de energia parece estar oculta no espaço vazio.

 

E esta ideia de que o espaço está infinitamente cheio de energia, tem imensas implicações quanto à nossa maneira de ver o Universo. Assim, cada ponto no qual há total vazio é onde a energia se está a anular de maneira perfeita. Mas se, em qualquer ponto, o processo de anulação omnidireccional não se completa, se há um pequeno desequilíbrio no processo de balanço energético (em que um vector sobressai um pouco mais), então há nesse ponto uma distorção e é desta distorção da anulação (dos vectores) que resulta a manifestação como matéria. A partir deste ponto de vista toda a matéria, todo o mundo manifestado, não é mais que uma temporal assimetria no vazio que se anula. Isto permite-nos fazer com que a Ciência comprove que está certo o que os mestres diziam há muito tempo: que a matéria e o vazio são na realidade a mesma coisa. Esta é uma maneira científica de compreender o que a sabedoria mística nos revelou sempre.

 

No Sutra, o coração do Budismo, está estabelecido que “a forma é nada e o nada é a forma”. É uma expressão assertiva algo misteriosa, que, todavia, agora é totalmente compreensível em termos da ciência porque, de acordo com a Física da Energia Ponto Zero, toda a matéria não é nada mais do que uma modificação do vazio.

 

As implicações destas perspectivas são enormes porque, em lugar de considerar o vazio como uma vacuidade morta, totalmente vazia, resulta que na verdade é um infinito campo exuberante de abundância e potencial, e nós mesmos e os nossos corpos somos parte de uma continuidade dessa infinita abundância. Actualmente, existem várias pessoas que trabalham para conseguir elaborar aparelhos que nos permitam obter energia eléctrica a partir da Energia Ponto Zero e que conseguiram comprovar que isto é possível. É evidente que existe grande resistência para mostrar tudo o que se sabe sobre isso. A ciência da Energia Ponto Zero demonstra que a realidade mais benéfica é a abundância e não a escassez. Tristemente, como sabemos, todo o sistema económico mundial se baseia na escassez. Os recursos são escassos e baseiam-se no medo. Fala-se de que existe uma escassez de energia e que devemos competir para conseguir esses recursos limitados. Claro, é assim se pensarmos somente a partir do petróleo puro e da energia atómica deste tipo. Todos estes métodos de produzir energia contaminam e têm resíduos prejudiciais para o Planeta. O problema (que na verdade não se pode considerar um problema) com a Energia Ponto Zero, é que ela é abundante e grátis. Esta tecnologia, de facto, permite-nos um mundo no qual teremos toda a energia que quisermos, grátis e limpa, sem nenhum prejuízo para o planeta.

 

Existem várias pessoas que desenvolveram esta tecnologia e estão a ter graves problemas para trazê-la para o mercado. O problema evidente é que isso vai limitar a enorme ganância que produz a energia escassa. Poder-se-ia falar durante horas acerca desta tecnologia e de possíveis maneiras de conseguir que ela seja de boa qualidade, mas, na verdade, pode-se focar outro aspecto, sobre as implicações espirituais desta nova maneira de pensar sobre o espaço. Quero falar-lhes das implicações espirituais desta nova maneira de pensar sobre o espaço. Considero que as implicações espirituais são ainda mais revolucionárias do que as implicações económicas e outras. Considero que assim como a consciência da humanidade se eleva com novas frequências, estas tecnologias que demonstram a abundância poderão vir à luz. E digo mais: considero que isto é inevitável. A única resistência a isto é a consciência do medo, a escassez e a cobiça. Entretanto, à medida que mais e mais pessoas reconheçam a infinita abundância dentro de si mesmas, será fácil reconhecer a abundância externa.

 

Creio que a implicação mais importante desta maneira de considerar o espaço é saber que estamos conectados a uma fonte infinita e que esta fonte infinita é a abundância infinita do amor e da compaixão (magnetismo, coesão). Pode considerar-se também que a partir desta óptica podemos ver toda a matéria como cristalizações do vazio. Os nossos corpos, então, são complexos de assimetria no vazio, que estão sintonizados com este campo de potencial infinito.

 

O que os cientistas chamam ‘Energia’ é chamado ‘Espírito’ e ‘Consciência’ pelos místicos. A Energia não é mais que apenas a superfície de um imenso oceano de espiritualidade viva. Então, em termos de nosso desenvolvimento espiritual, o mais importante é que nós devemos aceder e conectar-nos a este campo de potencialidade pura no espaço e que nos convençamos de que está ali, de que existe e que é infinitamente abundante. As nossas crenças são o mais importante factor que constrói a realidade nas nossas vidas e, apesar de vivermos num oceano infinito de abundância, se nós não pudermos crer nele, então não poderemos experimentar esta abundância.

 

As nossas crenças têm o poder de nos bloquear e evitar que consigamos aceder a esses campos infinitos; mas se integrarmos na nossa Consciência que estamos conectados a essa fonte infinita de amor, compaixão e abundância, descobriremos que, de facto, realmente estamos e será possível, para nós, aproveitar e canalizar esta energia infinita nas nossas vidas. Essa energia pode curar qualquer enfermidade, qualquer problema da mente, corpo ou espírito, porque toda enfermidade não é mais que uma função de desequilíbrio entre o corpo, a mente e o espírito. E a Ciência está agora a demonstrar cientificamente como é que sucedem os milagres e que eles de facto sucedem todos os dias. A nossa própria existência é um milagre incrível. Então, se nos damos conta da classe de milagre que é estar por aqui, experimentando cada momento, qualquer outro milagre não nos surpreenderá. A intensidade de energia e de luz que nos acompanha a todo momento é imensa, enorme. O vazio está ao nosso redor, no espaço. Está cheio de luz. É uma vacuidade radiante que cria todas as formas.

 

Recentemente foram feitos cálculos acerca de quanta luz está presente ao nosso redor. Pela ciência da Física Quântica sabemos que o vazio está emitindo a todo o momento o que poderíamos chamar fotões de vazio. A intensidade dos fotões que provêm do vazio é cem vezes a intensidade da luz da superfície do Sol. Portanto, isto é algo como nadar em luz o tempo todo. No espaço em que nos encontramos agora mesmo, há mais luz do que na superfície do Sol. E se não podemos ver isto com os nossos sentidos físicos, é porque os nossos sentidos físicos foram sintonizados para captar as diferenças, para notar as manifestações de matéria. Então, esta imensa luz sempre presente fica em fundo e não é visível aos nossos olhos. Todavia, as pessoas que alcançaram níveis místicos elevados confessaram ver enormes quantidades de luz branca.

 

Essa percepção que os místicos têm da luz branca foi tomada pela antiga ciência como um desequilíbrio químico raro nos cérebros destas pessoas, porque os cientistas não podiam compreender que esta luz radiante está efectivamente presente. Agora podemos compreender que o que os místicos percebiam era a manifestação do que realmente existe. Nos estados místicos, o sistema nervoso e os sentidos estão sincronizados de maneira que se pode ver o que aparentemente não está aí.

 

Esta energia brilhante, sempre presente, também nos pode ajudar a explicar outros fenómenos paranormais. Agora se compreende, na ciência da Parapsicologia, que a intenção humana pode dirigir estes fotões de vazio e que, se conseguirmos sintonizar-nos suficientemente, poderemos inclusive controlar estes fotões para que eles movam a matéria, ou seja, a telecinésia, e também nos permite compreender como pessoas bem sincronizadas podem servir de canal para curar através das mãos. De facto, estas pessoas estão a dirigir conscientemente estes fotões de vazio de uma maneira que podem ser aproveitados para curar. Porém, a mais importante implicação desta nova visão do espaço como um campo infinito, é que nós podemos despojar-nos de todas as nossas falsas crenças. O principal obstáculo que temos para manifestar o PARAÍSO NA TERRA é precisamente a obstinação da mente humana na limitação e na escassez, tendo levado a que a Humanidade tenha depositado a sua fé na ciência destes dias, a qual tem descoberto o que a mente racional pode compreender. É, então, muito significativo que a mente racional, por fim, através da “Nova Ciência”, possa reconhecer que existe esta abundância infinita. Isto traz-nos uma visão do potencial humano que é absolutamente ilimitado. Estamos sintonizados com este campo de energia infinita, mas isto também significa infinito amor e consciência infinita.»

publicado por iorio às 12:45

Julho 08 2010

Mensagem de Mãe Maria, canalizada por Pamela Kribbe, 01.Jul.10 (em português do Brasil, com algumas adaptações ortográficas), da qual se transcreveram alguns trechos.

 

«Queridos amigos,

Eu sou Maria, mãe de Jeshua. Estou aqui para entrar em contacto com vocês e lhes trazer o aspecto feminino da energia Crística, pois ela é terrivelmente necessária para a maioria de vocês neste momento. Vocês estão passando por um processo profundo de transformação.


Há um grande grupo de trabalhadores (da Luz) na Terra, neste momento, que despertaram parcialmente, que se lembraram parcialmente de quem são. Na realidade, pode-se distinguir três grupos de trabalhadores da Luz, ou três estágios nos quais eles podem encontrar-se, neste processo de transformação.


O primeiro grupo de trabalhadores da Luz ainda não despertou. Eles ainda não perceberam quem são e se sentem muito perdidos e solitários por causa disso. Sentem-se diferentes, sim, sentem como se não estivessem ajustados à sociedade humana; sentem-se sós e alienados das tendências da sociedade. Estas pessoas estão sofrendo. Elas pensam que estão falhando. Geralmente são extremamente sensíveis e sonhadoras, como todos vocês, e sonham com um outro mundo, inclusive lembrando-se dele, no fundo de suas almas, mas incapazes de conectar o sonho com a realidade do dia-a-dia. Assim, elas se recolhem e vivem em seu mundo interior. Como a luz dessas pessoas não se irradia para fora delas, elas se sentem infelizes e até sufocadas.

 

Depois há um outro grupo de trabalhadores da Luz, que está começando a se lembrar quem é. Lentamente eles se lembram da sua verdadeira força, que realmente são anjos que encarnaram em corpos humanos para trazer luz à Terra. Esta luz é muito necessária neste momento. Logo que percebem que são almas eternas que não estão presas à realidade material, eles adquirem mais força. Podem ainda se sentir diferentes, estranhos neste mundo, mas já se sentem conectados a um outro mundo, um mundo de beleza e harmonia. Este é seu lar, o mundo de onde todos vocês vieram. E quando descobrem isto, não precisam mais se sentir sós. Hoje quero lhes lembrar da energia do lar.

 

Aqueles para quem estou falando nesta canalização, as pessoas que ouvirão e lerão esta canalização fazem parte do grupo de trabalhadores da Luz que despertou, que já se conectou com seu Eu Verdadeiro, com sua alma. Eles sabem que estão aqui por uma razão, sabem que estão aqui para fazer uma diferença na Terra. Nós os abençoamos por esta intenção, por este desejo de trazer Luz à Terra, e sabemos como é difícil ser fiel ao seu Eu, no meio de uma realidade que parece hostil ao tipo de energia que vocês trazem.

 

Mas existe ainda um outro grupo de trabalhadores da Luz, um terceiro grupo. Podemos chamá-los de “trabalhadores da Luz seniores”. Eles vêm se trabalhando há anos, alguns há décadas, e passaram por muitos estágios diferentes de transformação interior. Eles sabem o que é mudar no nível interno, o que é consciencializar-se de cargas emocionais e crenças negativas profundamente arreigadas. Eles tiveram a experiência de libertar sua velha identidade e se abrir para uma nova, mais próxima da sua natureza verdadeira.

 

...
Na sua vida pessoal, você processou muitas coisas no nível emocional. Você permitiu que o medo e outras emoções difíceis viessem à tona em sua consciência, para serem enfrentadas, encaradas e, assim, serem libertadas. Durante sua jornada, você teve experiências espirituais, vivenciando o estado de bem-aventurança no qual se fundiu à unidade de Tudo O Que É. Provavelmente você já começou o trabalho da sua vida – o de ser um professor e curador de outros que estão trilhando o caminho espiritual. No seu dia-a-dia, você está praticando o trabalho de Luz que se propôs a fazer enquanto alma.

 

Hoje estou me dirigindo aos que fazem parte deste terceiro grupo de trabalhadores da Luz e também estou me dirigindo aos que fazem parte do segundo grupo. Não existe uma linha fixa entre os dois grupos; há um desenvolvimento gradual de um para o outro. Não há motivo para ficar reflectindo muito tempo sobre a qual grupo você pertence; não estamos dando nota aqui. O mais importante é se reconhecer como alguém que está comprometido, de coração e alma, com este processo de crescimento interior. Quero explicar a todos e a cada um de vocês porque este processo de despertar às vezes pode parecer tão difícil.

 

O crescimento ou evolução espiritual não se dá através de um caminho linear. Não é como uma escada que se sobe passo por passo. O crescimento ou evolução ocorre em ciclos. Tomemos, por exemplo, o ciclo do dia e noite. Durante a noite, você submerge no seu subconsciente. A escuridão relativa do subconsciente se apresenta como sonhos, que você tira do que é comum e conhecido para você. Desta forma, eles lhe permitem aprofundar-se em si mesmo e descobrir sentimentos e emoções que não se mostram facilmente durante as horas em que você está acordado. Durante o dia, você está juntando experiências, enquanto participa da realidade da Terra. A noite leva-o para o seu próprio interior e o ajuda a encarar as energias emocionais das quais não estava consciente durante o dia.

 

O ciclo do dia e noite lhe permite integrar experiências num nível mais profundo da mente. Existe um crescimento ocorrendo devido a esta alternância, mesmo que você não se lembre dos seus sonhos. Este crescimento se dá em ciclos que estão sempre se repetindo, e o mesmo acontece com o crescimento espiritual. Você, para quem estou falando agora, sabe o que é estar mergulhado numa dor e num medo antigos e sentir a alegria de libertá-los, sentindo-se mais livre e poderoso depois disso. Você, para quem estou falando, está adiantado, progrediu bastante, mas mesmo assim, depois do dia vem a noite. Novas camadas de inconsciência desejam ser vistas, tratadas e libertadas. Neste momento, muitos de vocês estão no meio de uma “noite escura” que traz à tona uma camada muito profunda de medo que deseja ser visto à luz do dia. Ele quer ser libertado para que vocês irradiem vossa luz neste mundo de forma mais alegre e pacífica ainda.

 

Em vossa vida particular, cada um de vocês é influenciado por vossos próprios ciclos pessoais de desenvolvimento, dependendo da vossa idade, género e dos acordos da sua alma. Mas é também influenciado por correntes de energias mais amplas, que têm a ver com processos em que a Terra e a Humanidade, como um todo, estão envolvidas. Neste momento, existem correntes de energia em acção que empurram energias velhas e escuras para a superfície, num ritmo que pode parecer impiedoso, se você não confiar no processo. A Humanidade, como um todo, não está preparada para a libertação da velha energia que está vindo à tona agora. A maioria das pessoas não sabe lidar com dores emocionais profundas e com a energia destrutiva que pode resultar delas. Você é perito nisso, mas também pode se sentir oprimido por isso. Pode se sentir mergulhado em camadas de si mesmo que lhe pareçam absolutamente estranhas e impossível de serem dominadas. Você pode pensar que está enlouquecendo. Talvez tenha pensado que já havia lidado com a maioria das questões que deviam ser enfrentadas nesta vida, e agora uma nova e inesperada camada de medo e escuridão bate à sua porta! Isto pode deixá-lo indignado, achando que já processou o suficiente e está pronto para se mudar para uma vida mais leve e luminosa. Este novo poço escuro pode lhe parecer difícil demais para ser enfrentado.

 

Estou aqui hoje para lhe dizer que não desanime e mantenha a fé na sua jornada. Você está entrando num estágio do seu desenvolvimento no qual não pode mais controlar o seu crescimento. A área da expansão de consciência na qual você está ingressando tem a ver com entrega e desapego. Não se trata mais de fazer certos exercícios e visualizações, seguir determinada dieta, nem seguir qualquer disciplina através da qual se procura controlar a vida. É impossível controlar a enorme onda de energia que quer fluir através do seu ser agora.

 

Sua alma quer transportá-lo para este fluxo de energia porque está consciente de que é um bom fluxo. Entretanto, a sua personalidade humana não é capaz de ver para onde ela o está levando. A mente humana não consegue entender para onde o fluxo da alma está se dirigindo, portanto você pode se sentir desesperado e fora de sintonia com a sua intuição, com a sua paixão e o seu senso geral de direcção. Se é assim que se sente, por favor saiba que você não está fazendo nada de errado. Este senso de desorientação e caos sempre aparece quando se está prestes a fazer um novo começo. Na verdade novos começos são sempre precedidos por um período de caos e crise. O novo não pode entrar antes que o velho se desfaça. Você pensou que já tinha se desapegado de tantas coisas e agora tem que se desapegar de mais ainda. Por favor, esteja consciente de que este é um processo significativo, mesmo que não lhe pareça assim. Tente se manter num estado de confiança e entrega, porque desta forma você se alinha com o fluxo da sua alma e torna a jornada um pouco mais fácil para si mesmo.


Todos vocês são professores. Vocês trazem a nova energia para a Terra neste momento, mesmo se estiverem sentindo-se na escuridão, mesmo se estiverem sentindo-se tristes, deprimidos e não tiverem uma pista de para onde estão indo. Vocês estão realizando o trabalho de Luz para o qual vieram. Trabalhar para a Luz muitas vezes significa viajar na noite, para os recantos mais escuros da alma, sem saber o que vai acontecer. Vocês viajam através da escuridão, sem guias nem mapas para orientá-los. Vocês são lançados na escuridão e tudo o que podem fazer é se entregar à experiência e confiar que conseguirão superá-la e que ela terá um significado.

 

Logo que sair da escuridão e voltar para a luz do dia, cada um de vocês entenderá o significado da sua jornada, não apenas com sua mente, mas com seu coração. A escuridão sempre tem um tesouro para você. Emoções sombrias são partes ocultas de você mesmo que querem voltar a se unir a você. A negatividade que você encontra dentro de si mesmo é parte da sua energia que ficou presa, que não consegue se movimentar há muito tempo. Por favor, entenda que, como alma, você teve muitas e muitas vidas na Terra, assim como em outros lugares do Universo. Agora que o seu ciclo de encarnações na Terra está chegando ao término, as partes mais sofridas da sua alma, que ficaram presas em muitas vidas diferentes, estão vindo a você, na era actual, para serem libertadas. Muitas vezes você não entende de onde vêm todos os traumas emocionais. Mas, no final, é sempre a mesma coisa – sempre se trata do medo querendo a sua atenção. O medo quer ser olhado nos olhos e quer ser bem-vindo. Ele faz parte de você e, na verdade, é uma parte boa. O medo faz parte do jogo da dualidade que vocês todos estão jogando neste canto do Universo.

 

Se você pudesse simplesmente deixá-lo existir, se não temesse seu próprio medo, veria que ele é inofensivo. Isto pode parecer uma coisa estranha de se dizer, porque o medo pode prejudicá-lo profundamente. Mas o medo é inofensivo. Ele é inocente como uma criança. O medo é simplesmente uma reacção ao desconhecido. Se uma criança se defronta com algo que ela ainda não conhece, geralmente reage com medo; ela precisa se acostumar com a novidade, precisa explorá-la, sentir-se confortável com ela e aprender a confiar nela. O medo é realmente inocente; é bem compreensível que você não se sinta imediatamente à vontade com o que ainda não conhece. Não há nada de errado com o medo. No entanto, quando você o coloca sob julgamento, quando se sente desconfortável com ele e o rejeita, então ele se torna essa imensa coisa escura, um demónio que o aterroriza e paralisa, contra a sua vontade. Não faça do medo um inimigo, porque senão você o transformará num poder sombrio e estranho. O medo, por si só, não é sombrio; ele é simplesmente a reacção emocional à sensação de incómodo diante de algo diferente e novo.


Querido amigo, você é sábio. Das profundezas do seu Ser, onde você é Espírito, onde você é luz brilhante, eterna e maravilhosa, aproxime-se do medo que está no seu interior. Você é muito maior e mais forte do que o seu medo. Você pode se aproximar dele, como faria com uma criança, e dizer-lhe que está seguro com você, que você não o teme, que você não teme seu próprio medo. Não tente se libertar dele, porque a intenção de eliminar o medo traz um julgamento embutido. A sua parte medrosa ficará mais medrosa ainda se você encetar uma batalha com ele, porque deste modo ela receberá a mensagem de que não é boa, de que é desprezível.

 

Por favor, entenda que o medo é um elemento necessário no Universo. Se não existisse, não seria possível explorar e experienciar qualquer coisa nova. O medo marca o limite entre o que lhe parece seguro e familiar e o que não lhe parece. Para lá dessa fronteira, existe algo novo, que você ainda não compreende ou ainda não experienciou. Se conseguisse olhar para o medo deste modo, você libertaria o julgamento a respeito dele e ele até lhe traria o potencial de alegria, porque o medo lhe promete uma nova terra a ser descoberta, um novo lugar onde você poderá irradiar sua luz. Portanto, confie no medo, deixe que ele seja a sua luz! Se existe uma situação na sua vida que faz com que o medo venha á tona, observe-a simplesmente. Irradie a luz da sua consciência sobre o seu medo. Ele não se dissolverá imediatamente, mas se você não o enxergar como uma energia assustadora, você relaxará mais e, assim, se abrirá para a possibilidade de haver um tesouro escondido dentro dele.

 

Saiba que o medo sempre existirá, porque faz parte da criação. Mesmo se você for altamente evoluído, sempre haverá um elemento do desconhecido querendo ser explorado. Se não fosse assim, o Universo estagnaria e perderia a vitalidade e animação. Seria como viver num país lindo, maravilhoso, que você realmente aprecia e com o qual tem total afinidade, mas do qual você não pode sair, pois não pode ultrapassar suas fronteiras. Você nunca seria capaz de explorar novas terras. Será que, a longo prazo, isto lhe daria a satisfação mais profunda? Sei que você se conhece suficientemente bem para saber que adora explorar o novo. Todos vocês são espíritos aventureiros. Portanto, não condene o medo pois, em última instância, ele faz parte da sua parte exploradora, aventureira. O medo lhe mostra onde há uma nova terra a ser descoberta. No momento em que você caminhar por essa nova terra, de mãos dadas com o medo, experienciará uma beleza e uma alegria que ultrapassam a sua compreensão actual. O segredo é que você nunca sabe de antemão o que descobrirá; senão não seria novo para você.

 

Portanto, a encantadora experiência de se aventurar no novo, de ter novas experiências cada vez mais profundas de amor, beleza e alegria, só pode ocorrer se você aceitar a realidade do medo, que nada mais é do que a realidade do desconhecido, aquela que está além do horizonte do seu actual conhecimento e experiência. Acolha o medo em você, mesmo que lhe pareça irracional e que você não conheça a sua causa. Muitos dos seus medos internos vêm de partes muito antigas, de outras vidas suas, que estão muito distantes no tempo. Mesmo estes guardam a promessa de um novo entendimento, de alguma coisa que você ainda não descobriu. Entre eles talvez haja a experiência de ter sido violentamente rejeitado, que você não quer voltar a sentir, pois lhe dá muito medo. Entretanto, se você não temesse essa experiência, se você se permitisse sentir como é ser violentamente rejeitado, permitindo que a emoção viesse à tona, sentiria compaixão por si mesmo e entenderia porque certas coisas são tão difíceis para você agora. Você se perdoaria por isso e não se julgaria mais tão duramente. A experiência do auto-perdão é muito iluminadora. Então, se você se permitir abraçar uma experiência que por fora lhe pareça horrível, se passar por ela com confiança e sem julgamento, essa experiência poderá ser iluminadora e até feliz. Ela poderá lhe permitir saborear a libertação e o relaxamento que vêm com a auto-aceitação. É assim que o Universo é flexível, é assim que a experiência é flexível.

 

Se você estiver enfrentando medo na sua vida, saiba que do outro lado dele existe muito potencial para se experienciar amor, beleza e alegria. Isto não está lá longe. Como já falei, o crescimento espiritual não é um processo linear no qual você vai libertando um pouquinho de medo a cada passo. Em vez disso, o medo constrói, constrói, até alcançar um clímax que provavelmente transforma a sua vida numa crise, fazendo com que você não consiga mais lidar com o seu dia-a-dia. Nesse ponto, você está frente a frente com o medo; você não pode mais suprimi-lo nem contorná-lo. Ele está fluindo através de você e você está perdendo o controlo. Nesse momento, parece que você foi derrotado. É como se o dique tivesse se rompido e você não pudesse impedir a água de jorrar para fora. Isto pode parecer desastroso, mas não é!

 

O medo quer quebrar e abrir as portas que aprisionaram você, que o encerraram. O medo quer fluir através de você, e se você fluir com ele, ele o levará para uma outra realidade, muito mais libertadora do que esta na qual você está vivendo agora. Portanto, se está sentindo que seu medo é desconfortável, se não está encontrando nenhum sentido nele, parabéns! É aí mesmo que você deseja estar! Você está justamente no limiar do novo e está muito próximo de um avanço.

 

Deixe estar, deixe o medo, não lute. Não pense: “O que fiz de errado? Será que tudo que fiz no meu caminho espiritual foi em vão? Por que me sinto totalmente perdido? Eu estava enganado?” Isto é tagarelice da mente. Isto é a sua mente tentando dar um sentido a uma coisa que não pode ser compreendida pela mente. Sua alma sabe o que está fazendo. Ela quer que você liberte a dor num nível profundo, e isto acontecerá se você confiar e não tentar controlá-la. Quanto mais você se alinhar com sua alma, menos controlo poderá ter sobre a sua vida. E sabe o que mais? Isto é muito libertador! O desapego traz o novo, traz a energia bela e refinada do Eu não reprimido. O medo é um portal para uma versão mais elevada de você, que deseja encarnar na Terra de hoje.

 

Estou lhe pedindo para ter respeito pelo seu próprio processo interior, mesmo que ele pareça o estar levando para a escuridão, mesmo que toda a lógica pareça ter sumido dele. Mantenha-se sempre aberto para a possibilidade de não ser capaz de compreender esse processo no seu actual estado mental, de não precisar entendê-lo, e de que o seu significado lhe será revelado mais tarde. Abra-se para a realidade mais ampla da alma, seja o explorador de consciência que na verdade você é e deseja ser!

 

Nós o abençoamos por abraçar esta aventura de estar na Terra neste momento de mudanças e transtornos. Você é corajoso, você está apaixonado pela vida, mesmo quando se sente deprimido e só. Se não tivesse esse amor pela vida, você não estaria aqui, neste momento.

 

Nós estamos perto de você. Eu represento a energia materna da consciência Crística. Sinta-se envolvido por ela. Talvez você a veja como um tom de rosa claro e brilhante, uma energia alegre e muito carinhosa, delicada e suave. Permita que ela entre no seu espaço energético, pois ela pode lhe trazer a cura. E quando digo “cura” não quero dizer que ela vai “levar seu medo embora”, mas vai ajudá-lo a aceitá-lo, aceitá-lo como um portal para uma outra realidade, uma realidade muito mais amorosa e clara.

 

Seja você mesmo, simplesmente seja você mesmo. Não tente mudar a si próprio. Você já é perfeito. Você é adorável. Nós o vemos e reconhecemos seus esforços. Temos muito respeito por você e o honramos. Por favor, permita que a minha energia o conforte. Não quero que mude nada dentro de si. Só quero que olhe para si mesmo de um modo diferente. Mesmo no meio da sua luta, você é um anjo. Você é lindo!

 

Lembre-se que depois de toda a noite vem um novo dia. O Sol vai sempre brilhar de novo. É inevitável. É a vida retomando seu curso natural. Do mesmo modo que você não pode impedir que a noite venha, você também não pode impedir que o dia chegue. Então, permita-se passar por esse movimento e você se encontrará num esplêndido e novo amanhecer.

 

Compreendendo essa jornada interior, você está ajudando muitas pessoas na Terra, que estão tentando encontrar seu caminho interior para a liberdade. Você está abrindo o caminho para outros trabalhadores da Luz, que estão nos estágios iniciais do despertar, e estes, por sua vez, ajudarão outras pessoas que estão se tornando mais sensíveis, desejando se abrir para a realidade de suas almas.

 

Nós agradecemos a cada um de vocês pelo seu trabalho, pelo seu trabalho de Luz na Terra, neste momento. Vocês nunca estão sozinhos. Estamos conectados a vocês, do outro lado. Por favor, aceitem nosso amor. Para nós é uma grande alegria recordar-lhes de quem vocês são.»

 

© Pamela Kribbe 2010 (www.jeshua.net). Tradução de Vera Corrêa (veracorrea46@ig.com.br)

publicado por iorio às 02:10

Julho 06 2010

A Evolução Espiritual esteve desde sempre interligada a todas as culturas e civilizações de que há registo – seja ele escrito, gráfico ou oral –, sendo essa evolução aqui vista na óptica da tentativa de aproximação do Homem àquilo que o transcende, resumidamente, o Espírito.

Aos nossos olhos – e aqui, há que especificar, olhos de ocidentais, abusivamente considerada a “visão oficial” da nossa civilização –, a perspectiva das tentativas, de todas essas tradições, para aceder ao "outro lado do véu" pecam por todos os vícios e defeitos (e mais algum) imputáveis a crendices, para sermos brandos... Pois a Ciência até nos deu uma visão bem diferente da realidade! A maçã cai para a terra pela lei da gravidade, etc., etc.; tudo bem catalogado, bem arrumado! Isto dito sem qualquer juízo de valor, pois julgamentos e avaliações são sempre visões parcelares do Todo, da Realidade – e por favor não confunda “não julgar”, que é ter consciência do que foi dito (julgamento e avaliações são sempre visões parcelares), aceitando a posição do outro, com “falta de coragem” ou até “cobardia”, pois a história das guerras é esta, ver só um dos lados da questão; e, lembre, temos dois olhos e uma boca... para ouvir mais e falar q.b.

 

E é desta Realidade que a Quântica – primeiro pela Física, depois por outras ciências – começou a levantar questões, sobre a separação do binómio Matéria/Espírito; de elementos “não associáveis”, tem-se constatado que são, de facto, elementos indissociáveis, como as duas faces da mesma moeda, aquilo que magos e xamãs, entre outros, desde sempre intuíram pondo-o em prática.

 

A ideia de que somos seres independentes, separados do Todo, é uma das traves mestras da maneira (que herdámos) de ver o mundo, mas já vai para um século que Carl Jung, ao estudar os estados alterados de consciência, definiu o “Inconsciente Colectivo” como uma percepção de grupo, contendo um arquivo de todo o nosso património cultural e histórico, a que todos temos acesso.

 

Paralelamente, tem-se constatado pelas notícias do último meio século e que cada vez mais facilmente nos chegam, que se tem conseguido o acesso a patamares de consciência, de que não há memória terem sido atingidos pela Humanidade [veja o post ‘Channeling’], permitindo a “vulgarização” do contacto com outras consciências, a outros níveis, – que alguns designam por “Telepatia Cósmica” – até àquela altura só ao alcance dum punhado de pessoas em todo o planeta, como se um campo mórfico de grandes proporções se tivesse desenvolvido, entretanto.

 

Ao que parece, esta 3D (ou 3ª Dimensão) 'divide-se' em sete sub-níveis – ou sete sub-dimensões, abarcando "mundos" tão "díspares", quanto o dos devas e o dos desencarnados ainda integrantes a 'Roda de Samsara', ou roda das reencarnações – não nos sendo acessíveis a maioria, se não a totalidade, no presente estado de consciência. E esta citada maior facilidade de contacto com o "outro lado do véu" não se refere aqui ao contacto com (a energia d)os seres desencarnados que, por exemplo, (sabemos agora) por falta de consciência, uns, ou por compromisso de ajuda (os casos do Dr. Sousa Martins e do padre Cruz), outros, se têm mantido “contactáveis”.

 

Muita da informação, ao nível das canalizações de seres, como se disse, “acima de qualquer suspeita” mostra-se coerente, independentemente da sua origem geográfica, o que lhe dá credibilidade, já que as tentativas de charlatanismo acabam, mais cedo ou mais tarde, por se desmascarar. E aos citados patamares de consciência poderemos definir por outras dimensões, para lá da nossa 3D (3ª dimensão).

 

Intrinsecamente associado a esta 3D está o conceito (e a vivência) da Dualidade, que se impôs como um paradigma aqui na Terra, que é a base de sustentação do Ego e que nos mantém na “ilusão da separação” – como vimos atrás, noutros posts, a própria Quântica está a mostrar-nos que 'Somos Todos Um', que de facto estamos todos interligados em vários níveis de consciência e energéticos.

«Em todo o momento esta ilusão é reflectida de volta para nós na forma de vários pares de opostos que também parecem estar separados um do outro, tal como o Yin e Yang, o bem e o mal, certo e errado, amigo e adversário, luz e trevas, vítima e agressor, etc.. No entanto, a cada momento que investimos em nós esta ilusão de dualidade, ao escolher um destes opostos sobre o outro, servimos para reforçar e, assim, perpetuar o mundo de separação em que nascemos. E enquanto continuarmos a alimentar esta existência dualista nunca seremos capazes de transcender. Pois neste mundo de dualidade, a verdade de que “Energia Segue o Pensamento” assegura que ‘bondade’ e ‘maldade’ se mantenham vivos um ao outro. Isto acontece porque CADA VEZ QUE ESCOLHEMOS UM LADO NUMA QUESTÃO, UM ASPECTO É REFORÇADO PELA NOSSA ATRACÇÃO POR ELE, ENQUANTO O OUTRO É FORTALECIDO PELA NOSSA AVERSÃO. Por isso AO ESCOLHER UM DOS LADOS, QUE NUMA PERCEPÇÃO NÃO ILUMINADA PODE PARECER QUE APENAS FORTALECE UM ASPECTO DUMA QUESTÃO, DE FACTO, FORTALECE AMBAS [Ou seja, energeticamente, quando damos a nossa energia ao bem, porque 'gostamos', estamos a dá-la ao mal, porque 'não gostamos'...].

E assim, poderemos ver o verdadeiro e predominante perigo no crescente movimento espiritual de hoje e nas tradições religiosas onde muitas pessoas bem-intencionadas estão focadas em fazer o “bem” no mundo e a oferecer os seus serviços a outros. No entanto, ao fazê-lo, muitos estão a invocar o sentido dos egos de fazer o “bem” e, simultaneamente, perceber que outros estão a fazer o “mal”, servindo de combustível par a ilusão dualista e indirectamente despertar o mal.

Por isto o Buda ensina aos seus discípulos a caminharem no Caminho do Meio entre todos os pares de opostos, e o porquê do iniciado Paulo escrever, no Novo Testamento, “Cada vez que tento fazer bem, acabo por fazer mal”.

O Serviço aos outros pode ser uma armadilha dualista para mentes humanas limitadas. É uma das armadilhas mais difíceis de reconhecer porque parece tão sensatamente amorosa e altruísta.

Contudo, a Divindade não serve os outros na maneira muito pessoal que a Humanidade pensa; a Divindade, assim que contactada, irradia em todas as direcções, abençoando Todos de modo idêntico, pois Todos Somos Um.

E aqui pode-se perceber que o verdadeiro e eficaz serviço espiritual é a manifestação natural de Amor e Sabedoria do coração e mente divina alinhados. Não é algo que pode ser planeado ou conseguido pela Vontade Pessoal, mas antes um Estado de Graça onde Tudo tem um propósito e um espaço pelo qual nos podemos sentir agradecidos e amados.» (in "Awakening as One - Revelations", http://dotsub.com/view/4c3bc9bc-3f86-4bec-90b2-7a720c61c2f5#.TmaWesZ21to.facebook )

Mas que mensagens chegam até nós? Em que diferem elas relativamente às mensagens veiculadas por um qualquer grupo de pessoas unidas segundo um conjunto de ‘verdades’ e/ou dogmas – grupos esses a que definimos usualmente por Igrejas (lembramos, sem qualquer juízo de valor)?

 

Estas perguntas reportam-nos para o tema deste post, para a Evolução Espiritual. As mensagens, por mais diversos que sejam os temas abordados, têm subjacentes princípios universais que também podem ser encontrados nas religiões de todos os tempos, desde a hindu à budista, da muçulmana à da tradição judaico-cristã, para falarmos das que agregam a grande maioria da Humanidade nesta linha de espaço-tempo; o “Não Matarás!”, o “Respeitar o próximo, como a nós mesmos”, etc.

 

Há, no entanto, outros princípios já não tão gerais na cultura da nossa civilização. Dos muitos enunciáveis – uma lista extensa de mais, a que poderá ter acesso (de uma forma já muito abundante) em qualquer escaparate de livraria e a que este blog tentará dar uma “mãozinha” –, estão, por exemplo, a consciência:

  • de que existe um mundo espiritual paralelo ao nosso;
  • de que “somos deuses” - claro que com o conhecimento das, muitas, limitações por estarmos encarnados na 3D - já que cada átomo que constitui a nossa realidade holográfica tem a informação de todo o Universo, ele mesmo, O Holograma; ou como soe dizer-se, “somos Todos Um!”;
  • de que o Espírito é Eterno e Livre.

No caso específico da Terra, o Espírito passa pela transcendência da chamada Roda de Samsara, propondo-se o Espírito passar por várias “lições”, nas sucessivas encarnações, num processo de “aprendizagem” contínuo e de enriquecimento, tendo essas lições a ver, na sua maioria, com a confrontação e resolução dos traumas arquetípicos – de vários níveis, sendo que há cinco fundamentais (abandono, maus-tratos, traição, negação e rejeição) – que algumas culturas designam como carmas.

 

Todavia, este poderá ser um dos equívocos a que muitos que tentam descobrir esta nova realidade, este novo mundo (quase) completamente estranho, que é o "outro lado do véu", estão presos, já que parte significativa da informação recebida e divulgada não provém efectivamente de seres de outras dimensões, mas de seres tão presos quanto nós neste Sistema Energético Terra/Humanidade, situados numa das referidas sete sub-dimensões, que permanecem numa consciência de Dualidade, defendendo, como Desidério último, o triunfo do bem sobre o mal, o que, tratando-se de valores da Dualidade – dos quais o Espírito está Livre – não permitirá, nunca a Libertação, a transcendência desta realidade 3D, por muito "boazinha" que ela se transforme.

Na Terra, com um ciclo que agora acaba – estando nós nos chamados 'Tempos Finais', a que foi associado o solestício de Inverno de 2012 (21.Dez.2012), como marco limite, mas, lembramos, que "2012" é um processo, nunca uma data – está a ser proposta à Humanidade a Ascensão – ou seja a sua elevação energética de Consciência, para novos patamares dimensionais, recordando o que foi dito no post "A Quântica II" que «O que caracteriza efectivamente este universo é a Consciência» – em conjunto com a Terra, também designada como Gaia (o Espírito da Terra).



Implícito está também o acompanhamento da evolução da Humanidade por grupos de seres de outras civilizações que por diversas razões seguem o processo evolutivo de muitas almas no Planeta Azul, como por exemplo, o acompanhamento na perspectiva de apoio (quer desinteressado, na base do amor incondicional, quer como objecto de estudo – sim, percebeu bem, ‘cobaias’), ou na perspectiva de preparação para o ‘retorno a casa’ de alguns dos seus pares (a Terra está a terminar um período de “clausura”, em que seres de muitas origens aqui foram obrigados a reencarnar, numa “aprendizagem” forçada). Perante ciclos de milhares de anos, não terá que se esforçar muito para encontrar um motivo para eles cá estarem...

 

E, nisto tudo, onde fica a Evolução Espiritual?

 

Ela passou pela sucessiva tomada de consciência de que vivemos num “Matrix”, num teatro em que as nossas almas tentam muitas vezes desempenhar papéis que definiriam o que se poderia chamar de um bom actor, pela “luta” que o papel deu a desempenhar.

 

Ela passou pela “aprendizagem”, nas sucessivas vidas, e pela bagagem que fomos adquirindo e que nos permite saber como reagir aos desafios com que nos confrontamos hoje. E muitas vezes, esses traumas arquetípicos – esses carmas – levam vidas inteiras a torturar-nos, como se tivéssemos (e não é que temos, mesmo?) um íman energético que vai atraindo para a nossa vida aquilo de que temos mais medo; lá diria o povo, na sua imensa sabedoria, “É fatal como o destino”... assim como diz “Cá se fazem, cá se pagam”, ou seja, pela Lei Universal da Causa e Efeito, tudo o que fazemos aos outros, virá bater-nos à porta e se não for nesta vida.

Mas este é também, neste aspecto, um ponto de viragem. Essa Evolução Espiritual deixa, aqui e agora, de ficar limitada pelo espartilho da Dualidade, assim o queiramos, ou melhor, assim nos Abandonemos à Luz e à Graça.

publicado por iorio às 23:25

Julho 04 2010

A tentativa de entender a repetição cíclica de acontecimentos, desde os de carácter global, como nascimento e ocaso de civilizações e de épocas, ou simplesmente da vida pessoal, tem sido equacionada há muito e por muitos.

 

Qualquer abordagem na perspectiva do desenvolvimento de um método para calcular a repetição de situações criadas no passado, partindo da descoberta de que um campo mórfico irá repetir-se posteriormente, terá que ser “agarrado” a uma ou mais localizações no tempo, já que se tratam de ciclos. Um ciclo da Terra que, pela sua “dimensão e escala” tem importância certamente, já que se refere à progressão da Terra (integrada no Sistema Solar) através do Espaço, é a órbita à volta da estrela Alcione, estrela central da constelação das Plêiades, demorando para isso quase 26 mil anos a concluir um ciclo completo. A descoberta pela Astronomia desta nossa viagem pelo espaço acaba por ser uma redescoberta, já que diversas civilizações no passado, da Índia às Américas, passando pelo Egipto, tinham conhecimento desse nosso caminho pelo espaço, tendo disso deixado diversos registos (explícitos e implícitos), dos quais o mais divulgado é sem dúvida o Calendário Maia – que afinal consiste num conjunto de calendários, abarcando várias épocas a diferentes escalas, desde a anual (ciclo das luas) a milenares. Como os Maias já tinham calculado, a Terra com o Sistema Solar estão a aproximar-se da passagem por um ponto muito significativo desse caminho pelo espaço, que é o cruzamento do plano equatorial de Alcione – para facilitar, imagine a esfera armilar da nossa bandeira, “colocando” Alcione no centro da esfera, e “colocando” a trajectória do Sistema Solar no círculo oblíquo que cruza o Equador. Os Maias especificaram até uma data muito concreta para a sua concretização: o solstício de Inverno, em 21 de Dezembro de 2012. Além dos Maias essas outras civilizações (Astecas, Hopi, indianas) referenciaram de diversas formas este ciclo de 25 625 anos, havendo ainda em grande parte dessa informação a concordância quanto à existência de cinco sub-ciclos de 5125 anos – outros sub-ciclos podem ser definidos, por exemplo, as doze eras correspondentes aos doze signos do zodíaco, associados à ‘Precessão dos Equinócios’ e que leva a que estejamos a entrar na Era de Aquário.

 

Estudos recentes sugerem que são precisamente estes ciclos que poderão explicar os misteriosos padrões de biodiversidade – a ascensão e queda de vida na Terra, como, por exemplo, as extinções em massa que tiveram lugar há 250 e 450 milhões de anos. Ciência e muitas tradições da Antiguidade estão em consonância quando dizem que a nossa localização pontual nesta órbita cíclica afecta a forma como experienciamos as poderosas fontes de energia, tais como os “campos magnéticos maciços” que irradiam do centro da galáxia e que parecem afectar a vida na Terra. Em termos energéticos – porque TUDO É ENERGIA, pois Vibração é Energia – a Terra passa ciclicamente por ajustes vibratórios, afectando eventualmente a Consciência, havendo disso muitos relatos imputáveis nas mais variadas culturas, incluindo a judaico-cristã, em livros como a Bíblia, de que o Dilúvio é o episódio mais conhecido. Numa perspectiva do fim das futuras épocas, e não do passado, essa informação está disseminada, como se disse, pelos quatro cantos da Terra, incluindo através dos relatos de seres que no passado acederam aos atrás referidos “potenciais de futuro” quânticos, descrevendo em alguns casos visões apocalípticas, como é o caso do famoso livro de Nostradamus.

 

A aproximação de 2012 tem sido acompanhada de um crescendo de informação associada à apreensão ou mesmo catastrofista, mas o solstício de Inverno de 2012 não pode ser visto numa perspectiva de momento isolado, pois ‘2012’ é antes, em si, – integrando o conceito de ciclo a que está associado – um processo de renovação, de renascimento, de lançamento de novos projectos, pelo que não há que deduzir que o fim de ciclo seja obrigatoriamente sinónimo de destruição e de aniquilação. Acresce que, no caso específico de ‘2012’, há concordância a nível de todas as informações que chegaram até nós: não há descrição de um pós-2012, numa alusão muito concreta ao poder que a Humanidade possui neste preciso momento: o que quer que seja o nosso futuro, SEREMOS NÓS A ESCREVÊ-LO!

 

Gregg Braden desenvolveu um método para calcular a repetição de situações criadas no passado, tendo conjugado os conceitos de fractal e da razão dourada com ciclos de tempo e partido do pressuposto de que o que se repete são as condições para que se repita um acontecimento (o tal projecto ou programa de que se falou atrás, em “Programas, Fractais, Phi”) e não o próprio acontecimento em si, sendo que a assumpção de consciência, por parte das pessoas, pode levar a que a situação acabe por não se repetir. A fórmula deste designado “Calculador de Códigos do Tempo” entra em conta com este ciclo de 25 625 anos e com os de 5125 anos.

 

Após os acontecimentos de 11.Set.2001 (o ataque ao World Trade Center, em Nova Iorque), G. Braden questionou-se até que tal acontecimento poderia ter sido “previsto”, tendo procurado, no passado da História dos EUA, uma situação seminal – dentro do padrão ‘ataque surpresa’ aos EUA – que tenha “originado” a (ressonância que provocou) este acontecimento: esta data foi 7.Dez.1941, que correspondeu ao ataque japonês à frota norte-americana estacionada em Pearl Harbour. E o “Calculador” determinou: (i) Março de 1984, (ii) Março de 2001, (iii) Setembro de 2007 e (iv) Abril de 2010. (i) Em Setembro de 1983 o voo 007 da Korean Airlines foi abatido por equívoco (suspeição de espionagem) por caças soviéticos, o que levou a uma crise política entre as super-potências; documentos secretos, só agora tornados públicos esclarecem que os soviéticos, não acreditando que os americanos se “contivessem”, chegaram a decidir uma solução de ataque surpresa nuclear aos EUA, em antecipação ao ataque que considerava eminente dos americanos. (ii) O período de tempo até Setembro corresponde à fase de planeamento do ataque e as condições ter-se-ão concretizado no ataque de 11.Set.2001. (iii) Setembro de 2007 coincidiu com o abortar, por terem sido desmanteladas na Alemanha e na Arábia Saudita, de redes que perpetravam ataques planeados contra os EUA e seus interesses. (iv) Finalmente, Abril de 2010 coincidiu com o ataque bombista falhado, com um carro armadilhado, bem no centro de Nova Iorque. Só que esta data correspondia, na altura, a uma “previsão”, já que estes dados foram tirados da 1ª Edição portuguesa do livro “O Mistério de 2012”, de Gregg Braden, de Julho de 2009... interessante...

 

Utilizando a mesma metodologia G. Braden descreve outros eventos seminais do nosso passado que parecem vir a coincidir nesta janela de tempo 2010-2012, nomeadamente a “repetição” das condições conducentes a uma guerra global e de crise profunda no sistema financeiro internacional, com o mesmo tipo de acuidade. Outro aspecto focado, foi uma abordagem relativamente à sua vida pessoal que marcou a sua infância – a separação dos seus pais –, estes também com resultados “coerentes”.

publicado por iorio às 20:55

Julho 03 2010

Não são só matéria e ondas que se refazem, os acontecimentos também são capazes de ressoar da mesma forma que o som (não esqueça que eles se "materializam" no espaço-tempo), como defende o biólogo Rupert Sheldrake. Segundo a sua Teoria da Ressonância, quando a mesma situação se repete, forma-se um ‘campo mórfico’ e a inerente ressonância aumenta a probabilidade de se repetir o conjunto de situações que propiciaram um dado acontecimento; este ‘campo mórfico’ não é informação com base em energia, é mais como um projecto de construção de uma casa, ou, como se disse atrás, um programa. Faz sentido, se atentarmos, por exemplo, ao constante aumento de situações de violência extrema - do género das "matanças" em escolas -, repetidas em sítios muito distantes, não? E não será que a onda de choque causada pelo campo mórfico da explosão de Hiroshima ainda ecoa hoje numa imensa ressonância mórfica, constituindo-se numa das causas (embora ainda) não mensurável, mas constatável, do constante aumento do cancro? E porque não, numa perspectiva causa-efeito, aceitar esta como uma das respostas mais coerentes para outras causas de doenças que parece terem "explodido" no século passado?

 

Mas, defende também esta teoria, quando a ressonância mórfica se espalha, estende-se a todo o espaço e a todo tempo, pelo que o campo mórfico criado tem um impacto instantâneo a nível do mundo inteiro. Assim, quando alguém toma consciência de alguma coisa, as outras pessoas também têm tendência a dela tomarem consciência, o que nos ajuda a compreender as chamadas “sincronicidades” (vulgarmente designadas por coincidências). Não é de todo invulgar, mesmo a nível das descobertas da ciência, duas pessoas em sitos muito distantes, chegarem à mesma conclusão em simultâneo.

Ainda, segundo esta teoria, o ADN não é a única razão pela qual as pessoas da mesma família partilham características semelhantes, pois a ressonância mórfica também aqui desempenha um papel, tendo concluído Rupert Sheldrake que aquela também é constatável nos campos de energia dos laços afectivos entre pessoas, e mesmo grupos de animais; no seguimento de estudos com vários anos, relacionou vários factos, como, por exemplo, a capacidade dos cães conseguirem antever a chegada dos seus tutores a casa por comunicação telepática - o que faz integrar aqueles no restrito grupo de seres sensientes, ou seja, que têm sensações, neste Planeta Azul.

publicado por iorio às 11:46

Julho 02 2010

A definição de ‘Programa’ é um código que “põe em movimento uma série de eventos” e, embora o termo seja associado quase de imediato aos computadores, lembra-se aqui que desde os átomos até às células, das órbitas às estações do ano, o Universo se mantém em movimento seguindo padrões; e sabemos também que esses padrões se repetem sob a forma de ciclos – esses ciclos são os ‘programas da Natureza’ – e ainda que a Natureza constrói-se a si mesma em fragmentos, cada um feito de padrões, semelhantes mas não idênticos, que é o que se define como ‘Auto-Semelhança’.

 

A visão fractal do cosmos é tão completa que explica mesmo as qualidades estéticas de equilíbrio e simetria a que aspiram artistas, matemáticos e filósofos e a Natureza parece ter escolhido um valor de uma proporção específica para esse equilíbrio e simetria, conhecida como razão divina, proporção dourada ou razão dourada. Esse valor, 1,618, é conhecido por Phi e o seu parente, phi tem o valor 0,618, sendo um a parte maior da proporção e o outro a parte menor. Para que não se duvide da importância destes valores, saiba que 0,618 é a razão da altura do umbigo relativamente à altura total do corpo, a razão do comprimento da mão, relativamente ao antebraço, a razão da distância entre a sobrancelha e o queixo, relativamente à distância entre este e a coroa da cabeça, no rosto humano. Mas também as órbitas dos planetas como Mercúrio e Vénus são descritas de forma aproximada por esta razão dourada, assim como as espirais que formam todas as coisas, desde os braços da Via Láctea até aos vórtices de um furacão, e até da forma como o cabelo cresce na cabeça humana, o desenvolvimento das conchas dos moluscos e o padrão das sementes de uma flor de girassol, são regidos por esta razão. E (de volta à Quântica), os percursos em forma de espiral ao longo do qual viajam as partículas quânticas numa câmara de bolha laboratorial regem-se também pela razão dourada. Esta razão está de tal modo inculcada nos nossos sentidos, da maneira como vemos as coisas, que não andaremos muito longe da verdade se dissermos que o júri que aprecia uma qualquer miss está, no fundo, a tentar avaliar qual a menina que está, “matematicamente, mais próxima de 0,618”... o que, reconheça-se, tira um pouco de encanto à coisa.

 

A razão dourada parece constituir o princípio orientador dos ciclos de crescimento e proporção da Natureza, bem como dos intervalos de tempo que separam os eventos da vida, pelo que não nos devemos surpreender descobrir que ela se aplica também ao próprio tempo, já que este é indissociável do espaço.

publicado por iorio às 01:29

Espaço de partilha de conhecimentos e experiências na amálgama que funde Espiritualidade e Ciência (as duas faces da mesma moeda), religião e Nova Era, hologramas e Matrix, o Segredo e 2012. E o segredo de 2012. E mais além!
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