Chá com os Deuses

Outubro 03 2010

UM SORRISO QUE ENCHE O MUNDO

Ao visualizar as fotografias dos cristais de água, o que poderá ter captado tanto interesse de tanta gente em tantos países diferentes? É como se olhar para as fotografias dos cristais de água desperta uma memória primeva contida na essência da água de cada uma das nossas células. A água tem uma mensagem para o mundo: «o mundo está todo ligado por amor e gratidão». O Amor e Gratidão são princípios fundamentais da Natureza.

 

Aqui também podemos constatar os efeitos da ressonância. À medida que as pessoas cuja alma sensível já foi magoada ouvem falar sobre os cristais de água, a mensagem da água espalha-se cada vez mais rapidamente pelo mundo.

 

Questionando-se por que é que o ambiente da Terra está em tão mau estado, por que é que as pessoas estão tão confusas e por que é que a nossa civilização está como está, M. Emoto chega à conclusão de que se trata do resultado de uma combinação entre o orgulho e a corrupção na comunidade científica e o facto de quem tem autoridade permitir e fomentar conscientemente a formação de uma sociedade assim.

 

É claro que há cientistas que trabalham de acordo com a sua consciência, no entanto, quando consideramos a situação da sociedade, percebemos que só muito poucos é que conduziram as suas actividades com a preocupação de perpetuar a raça humana e de limpar o planeta.

As bases da sociedade tornaram-se tão fracas que já não é possível a uma mão cheia de cientistas mudarem a direcção deplorável em que avançamos.

 

Desde criança que Masaru Emoto contava aos que o rodeavam aquilo em que estava a pensar ou que queria fazer e respondiam-lhe constantemente que ele falava demais. Mas, o simples facto de comunicar é uma forma de acumular energia na direcção dos outros. Se, especialmente o que dizemos tem algum significado para eles, a energia flui na sua direcção e ajuda-os a atingir os seus objectivos.

 

Se expressarmos as nossas intenções, seguir-se-á a sua concretização. É importante dizer o que sentimos dentro de nós. A nossa palavra é a nossa promessa, assim, quando dissermos algo, temos que nos comprometer determinadamente.

 

As palavras têm as suas frequências vibracionais individuais e únicas e já vimos como as palavras têm energia que influencia o Universo. As palavras da nossa boca têm um poder que influencia o mundo inteiro.

 

O Mestre Shioya diz que o segredo para a saúde é o seu método de respiração único. Este método implica inspirar até o ar encher os pulmões, fornecendo oxigénio a todo o corpo, enquanto pensa no na energia do Universo a acumular-se à sua volta, tonificando-o. Este método também nos mostra o poder das afirmações. É recomendado que no final afirmemos: «O poder infinito do Universo irá concentrar-se e trazer a verdadeira paz ao mundo». Esta afirmação é uma espécie de oração, mas o que é importante é a sua forte determinação expressa pela palavra ‘irá’.

 

Segundo o Mestre, há partículas espirituais que não podem ser vistas com os instrumentos da ciência actual porque existem na fronteira entre a terceira e a quarta dimensão. As palavras ditas com determinação têm um forte poder que reúne estas partículas espirituais, possibilitando realizar coisas no mundo tridimensional.

 

Em Setembro de 1999, M. Emoto conseguiu reunir o Mestre e 350 pessoas nas margens do Lago Biwa, o maior do Japão, na tentativa de limpar o lago e de rezar pela paz no mundo inteiro, através de uma afirmação, sob a direcção do Mestre Shioya.

 

Passado um mês verificou-se um fenómeno estranho pois, ao contrário do que acontecia todos os anos nessa época, constatou-se que não apareceram nesse ano, as (muitas e) habituais algas em putrefacção.

 

Se não percebermos o princípio do ‘espírito das palavras’, este facto irá parecer muito estranho, mas sabemos que este princípio tem o pode de influenciar toda a existência e de mudar o mundo quase de imediato.

 

Masaru Emoto usa a Teoria da Relatividade de Einstein (E = MC²) para explicar este princípio. Esta fórmula tem um significado adicional importante. A interpretação geral é que E = MC² significa «a energia é igual à massa vezes a velocidade da luz ao quadrado». No entanto, também podemos interpretar C como mente em vez de velocidade da luz. Uma vez que M representa a Massa, podemos interpretá-lo como o número de pessoas concentradas mentalmente.

 

Um artigo de jornal que encontrou falava da possibilidade de usar ultra-som para se decompor a dioxina na água. Expondo-a a uma frequência de 1100 kHz (kilohertz) de ultra-som, criam-se minúsculas bolhas de ar que decompõem a dioxina e outras toxinas mortais quando rebentam. É possível que as 350 pessoas no Lago Biwa tenham criado 2000 kHz de ultra-som. Esta técnica, a confirmar-se, poderia ser usada para descontaminar a água poluída com químicos industriais, depois de tratada com ultra-som.

 

Apesar de todo o trabalho já desenvolvido, M. Emoto reconhece que ainda há um longo caminho a percorrer quanto à investigação da água e ao reconhecimento científico que esta investigação merece, mas alvitra que é possível que esta tecnologia possa ser usada um dia para predizer formas de destruição tais como terramotos, tempestades, inundações ou epidemias, já que pelo até agora constatado, a água tem essas possibilidades.

 

Outro aspecto importante tem a ver com a repetibilidade dos testes, já que muitas vezes se constata que a formação de cristais depende da consciência de quem observa, resultando cristais diferentes consoante o modo como se manuseia a água, os pensamentos do investigador e até a saúde de quem observa.

 

O uso da tecnologia dos cristais de água poderá ser no futuro partilhado por toda a Humanidade, sendo, no entanto, uma espada de dois gumes, pois há a possibilidade do seu uso incorrecto.

 

TERMINANDO

Tudo o que existe no Universo é paralelo. O mundo microscópico é uma reprodução fiel do mundo macroscópico e o Universo é uma enorme mandala (que em sânscrito significa “círculo”). Esta forma de pensar leva-nos à conclusão de que tudo o que acontece no Universo também ocorre dentro dos nossos corpos.

 

Se compararmos o sistema solar com o corpo humano a Terra desempenhará a função do fígado. Todos os dias o nosso fígado filtra duzentos litros de água e envia água purificada para os outros órgãos do corpo. Tendo isto em conta, não é difícil imaginar a Terra desempenhar o papel vital na purificação da água que circula no sistema solar; e a responsabilidade de purificar esta água que chega à Terra é nossa, da Humanidade, porque nós somos fundamentalmente água.

 

A água constitui 70% do nosso corpo e há poucas dúvidas de que a informação presente na água contribui para a formação da nossa personalidade. Já é frequente ouvir falar de pessoas feridas que, após receberem transfusões de sangue, viram imagens de sítios onde nunca estiveram ou tiveram memórias de um passado que não era o seu e, por vezes, até se fala de casos de mudança de personalidade.

 

Pode ser que os acontecimentos pelos quais passamos durante a nossa vida se tornem em memórias registadas pela água, que permanecem no nosso corpo e podem ser aquilo a que chamamos alma.

 

Uma vez que somos a própria água, um dia todas as nossas memórias de experiências neste planeta serão lançadas no espaço. E a nossa responsabilidade antes de isso acontecer é tornarmo-nos água pura.

 

A nossa mente é o que purifica a água e, deste modo, devemos enviar mensagens de beleza e força a toda a vida.

 

Podemos encher o mundo com os mais bonitos cristais de água. Como? Com Amor e Gratidão. Se em todo o planeta houver amor e gratidão, a beleza genuína da Terra regressará de novo.

publicado por iorio às 23:52

Outubro 03 2010

O MUNDO IRÁ MUDAR NUM SÓ MOMENTO

A água não é simplesmente H₂O. Independentemente de quão natural ou pura, sem uma alma pura, ela não irá saber bem. Então quão limpa está a nossa alma? Depois de ter praticado desporto ou exercício, a água – mesmo a da torneira – tem um sabor delicioso e refrescante. Então o que está dentro de nós é que é o mais importante... quando bebemos água com um sentimento de gratidão a própria água é fisicamente diferente de quando a bebemos com sentimentos obscuros na nossa alma.

 

As nossas emoções e sentimentos têm um efeito no mundo, momento a momento. Se emitirmos palavras e imagens de criatividade, estamos a contribuir para a criação de um mundo bonito. Contudo, emitindo mensagens de destruição, contribuímos para a destruição do Universo. Se tivermos consciência disto, não conseguiremos mais dizer palavras de ira a quem nos circunda, ou culpar os outros pelos nossos próprios erros e fraquezas. Nós temos a capacidade de mudar o mundo num momento. Tudo o que temos de fazer é uma escolha simples. Escolhemos um mundo de Gratidão e Amor, ou um mundo torturado cheio de descontentamento e empobrecimento?

 

Segundo os ensinamentos do budismo, tudo no mundo está a mudar constantemente e, no entanto, nada, jamais, muda. Falando dos princípios da vibração, a energia da vibração tem que prosseguir sempre num contínuo movimento, o que nos ajuda a compreender que tudo o que existe neste momento dará à sua vida esperança e luz; ao alinhar-se com o hado da felicidade já não tem que estar preocupado com o passado e pode saber que o futuro pode ser qualquer coisa que você queira que seja.

 

Tradicionalmente, quem diga que a mente tem influência no mundo físico arrisca-se a ser ostracizado pela comunidade científica. Contudo a ciência progrediu até ao ponto de perceber quer o fracasso da compreensão da mente e do espírito limita a nossa compreensão do mundo à nossa volta. Mas a Mecânica Quântica, certas teorias psicológicas (como a do fluído, de que fala Jung) e a engenharia genética ensinaram-nos que há um mundo para além do que conhecemos. É um mundo no qual o próprio tempo não existe.

 

O famoso teórico quântico David Bohm chamou ao mundo apreensível pelos nossos sentidos a “ordem explícita” e à existência interna a “ordem implícita”. Ele acha que tudo o que existe na ordem explícita foi envolvido na ordem implícita e cada parte da ordem explícita inclui toda a ordem implícita; ou seja, cada parte do Universo contém a informação de todas as partes do Universo... Numa pessoa – e até numa única célula – existe toda a informação do Universo, que é o que alguns chamam de Holograma Universal.

 

E a informação do Universo inclui tempo... o facto de existirmos no ‘aqui e agora’ está incluído na informação do Universo, juntamente com a informação presente, passada e futura. Assim, a mudança do mundo inteiro num momento não é só uma fantasia. Mas pensemos por um instante neste momento. Como o podemos interpretar usando a ciência física? David Bohm explicou que um aspecto do universo interior está projectado em cada momento do tempo, criando o presente. O próximo momento também é uma projecção de um aspecto e assim por diante. Por outras palavras, em cada momento é-nos mostrado um mundo diferente. Contudo, um mundo momentâneo terá um impacto no mundo momentâneo seguinte e assim parece-nos um mundo contínuo.

 

Com base nesta teoria, o mundo está a mudar em cada momento e a ser criado de novo e a nossa mente tem um papel a desempenhar nesta criação do mundo. Se tivermos consciência disto, a nossa vida nunca mais será a mesma.

 

Masaru Emoto desenvolveu um dispositivo para medir as vibrações que ele utiliza muito para quantificar os elementos dissolvidos na água. Uma tarde, numa das suas medições diárias, verificou que as vibrações da água canalizada em Tóquio apresentavam um aumento abrupto nas vibrações produzidas pelo mercúrio, chumbo, alumínio e outras substâncias nocivas ao corpo humano. Só no dia seguinte fez a relação: por essa altura tinha-se dado início à invasão do Iraque, na 1ª Guerra do Golfo. As vibrações nocivas lançadas num lado da Terra chegaram imediatamente aos lugares mais remotos. Estas vibrações espalharam-se para lá dos limites do espaço e do tempo. Ele suspeita que as vibrações existam não no nosso mundo tridimensional, mas num mundo intermédio. Quando alguma coisa acontece na Terra, seja em que dimensão do mundo for, a água é a primeira a detectá-lo e a transmitir-nos esta nova informação.

 

E dá-nos um exemplo no qual as vibrações tiveram um impacto imediato no mundo físico: o poder da oração usado para purificar a água. Em Fujiwara Dam, no Japão central, pediu a um sacerdote xintoísta para repetir um ritual de encantamento – o poder do encantamento, afirmava o sacerdote, vem do ‘espírito das palavras’ para purificar as águas do lago – tendo permanecido junto à margem do lago orando durante cerca de uma hora. No final, alguém do seu grupo o chamou: «Isto é incrível! A água está a tornar-se mais limpa mesmo à frente dos nossos olhos», exclamou, e puderam ver a água tornar-se cada vez mais transparente enquanto olhavam.

 

Seguidamente, fotografaram os cristais. Os da água antes do encantamento estavam deformados e pareciam a cara de alguém cheio de dor. Mas os cristais da água tirada após a repetição eram completos e graciosos. Sem dúvida que as vibrações da oração são transmitidas imediatamente aos objectos próximos, afectando a água que está perto. Isto é um fenómeno físico que não pode ser explicado, a menos que aceitemos o facto de que existe outro mundo dentro daquele a que chamamos o nosso próprio mundo.

 

Alguns dias após esta experiência a imprensa relatou que o corpo de uma mulher tinha sido encontrado no lago, facto que trouxe à memória os cristais da água antes da oração do sacerdote – deformados e que pareciam a cara de alguém cheio de dor.

 

Há outro mundo para além daquele em que vivemos e, quando olhamos para o nosso mundo a partir dele, conseguimos ver coisas que agora não vemos.

 

Rupert Sheldrake, professor de Bioquímica e Biologia da Univ. de Cambridge, é um investigador que se concentrou em promover o entendimento dessa nova visão do mundo. A sua teoria, exposta num livro que escreveu há mais de vinte anos, foi rejeitada pela revista ‘Nature’ defendendo que o seu livro deveria ser queimado... mas as investigações no âmbito da sua teoria continuam. O que chamou tanto a atenção?

 

Diz-se, frequentemente, que não há duas sem três. Talvez se ache estranho que os acidentes e os crimes tendam a acontecer em série. Olhando para a História e para as tendências sociais, pode ver-se que durante longos períodos de tempo, os acontecimentos, geralmente, repetiram-se.

 

Segundo a sua teoria, quando a mesma coisa se repete, forma-se um ‘campo mórfico’ e a ressonância aumenta a probabilidade de o acontecimento se repetir. Um campo mórfico não é informação com base em energia, é mais como o projecto de construção de uma casa.

Podemos ver isto como um exemplo da teoria da ressonância. O Dr. Sheldrake sugeriu que os acontecimentos também são capazes de ressoar da mesma forma que o som. Ele refere-se ao local onde esses acontecimentos ocorrem como o campo mórfico e aos fenómenos de acontecimentos semelhantes repetidos como ressonância mórfica.

 

Durante os debates típicos sobre tais mistérios, a conversa volta-se frequentemente para os cristais de glicerina. Cerca dos primeiros quarenta anos após a glicerina ter sido descoberta, era aceite que esta não formava cristais. Depois, um dia, no início do séc. XIX, numa caixa começou subitamente a cristalizar. Esta ocorrência espalhou-se e é agora aceite que a glicerina forma cristais abaixo dos 17º C.

 

Que conclusão devemos tirar daqui? Quando os cristais se formaram pela primeira vez (qualquer que tenha sido a razão), foi criado um campo mórfico e toda a glicerina acabou por começar a formar cristais, de acordo com o campo mórfico. Este tipo de fenómeno ocorreu também com muitas outras substâncias. Apesar de toda a casualidade do mundo, quando uma substância forma pela primeira vez um cristal, torna-se comum a mesma formá-los frequentemente a partir desse momento.

 

Outras experiências levaram a concluir que quando alguém toma consciência de alguma coisa, as outras pessoas também têm tendência para dela tomarem consciência.

 

Segundo o Dr. Sheldrake, o ADN não é a única razão pela qual as pessoas da mesma família partilham características semelhantes: a ressonância mórfica também desempenha aí um papel. A sua teoria também nos ajuda a compreender as chamadas coincidências (também chamadas ‘sincronicidades’) e os fenómenos da consciência de grupo (memória colectiva) e de padrões arquetípicos.

 

O importante acerca desta teoria é que quando a ressonância mórfica se espalha, estende-se a todo o espaço e a todo o tempo, ou seja, se se forma um campo mórfico, este terá um impacto instantâneo em todos os locais, resultando uma mudança instantânea a nível mundial.

 

A pesquisa sobre os cristais de água encetada por Masaru Emoto também seguiu o mesmo “padrão” dos campos mórficos. No início, quando tentava tirar fotografias de cristais, não conseguiu nenhum resultado durante os primeiros dois meses; mas, conseguida a primeira fotografia, outros investigadores começaram a consegui-lo. Talvez isto também tenha sido o resultado da ressonância mórfica.

 

O Dr. Sheldrake enviou a Masaru Emoto esta mensagem: «A nossa vida torna-se possível pelo movimento de uma energia invisível. Por conseguinte, espero que estejamos sempre conscientes disso e que prestemos atenção àqueles e às coisas que estão à nossa volta. Isto é algo muito importante. É que o acto de olhar para alguma coisa tem um efeito sobre essa coisa. Todos parecem saber isto mas não o põem em prática. O mesmo se passa em casa onde os pais têm que prestar atenção aos seus filhos». Centrar a sua atenção, seja no que for, serve como uma expressão de amor. O Dr. Sheldrake está na linha da frente deste estudo do impacto da mente nos objectos.

 

Todos recebemos de Deus o poder da criação. Cada um de nós tem uma capacidade mágica para mudar o mundo, se a usarmos ao máximo, seremos capazes de o muar num só momento. Você – sim você – tem a capacidade de mudar o mundo!

 

Tudo no mundo está interligado. Seja o que for que estiver a fazer agora, isso está a ser feito por outras pessoas na mesma altura. Então que tipo de campo mórfico devíamos estar interessados em criar? Estamos a criar campos de dor e de depravação ou estamos a estamos a criar um mundo cheio de amor e gratidão?

 

Sempre que se sentar à frente de água e emitir mensagens de amor e gratidão, algures no globo, alguém está a ficar cheio de amor e gratidão. Você não tem que ir a sítio nenhum. A água mesmo à sua frente está ligada a toda a água do mundo. Aquela para a qual está a olhar irá ressoar com a que está em todo o lado e a sua mensagem de amor irá atingir a alma de toda a gente.

 

Podemos cobrir o mundo de amor e gratidão. Isto irá tornar-se num campo mórfico glorioso que poderá mudá-lo. Não se trata de tempo e espaço: agora e aqui são possíveis coisas espantosas e maravilhosas.

publicado por iorio às 23:43

Outubro 03 2010

PORTAL PARA UM MUNDO DIFERENTE

Uma das coisas mais misteriosas da água é o gelo flutuar nela. Como o ponto de maior densidade da água é a 4º C (o fundo dos lagos está a 4º C) o gelo flutua, o que permite a continuação da vida com muito frio, senão provavelmente nós não estaríamos aqui. A água também tem a capacidade única de dissolver outras substâncias e de as levar, o que proporciona a criação “sopa da vida”, tendo-se tornado no local de nascimento de todas as criaturas. Estes “mistérios” da água ajudam a pensar que ela não é deste planeta.

 

Luís Frank (Univ. Iowa) concluiu (com suporte pela NASA e Univ. Hawai) que caem na Terra cerca de 20 mini-cometas por minuto (10 milhões por ano). Defende que essas bolas de água e gelo têm bombardeado a Terra desde há 40 mil milhões de anos. Se não pode haver vida sem água e se esta veio do espaço, então toda a vida é extra-terrestre.

 

Que informação trouxe a água antiga quando chegou do espaço? Podemos assumir que ela transportou o programa necessário para o desenvolvimento da vida.

 

Joan S. Davis (Univ. Téc. Zurich) estabeleceu uma “divisão” entre a água sábia (dos rios) e água imatura (caída recentemente). Também concluiu que a água canalizada não é muito saudável porque, sujeita a altas pressões, a água liberta os minerais, que a água engarrafada mineral pode causar endurecimento das artérias e a carbonatada tem alta acidez, que é também prejudicial.

 

A água regista informação e depois, ao circular pelo mundo, distribui-a.

 

Numa experiência empírica usaram-se três frascos com arroz, um com a inscrição ‘Obrigado’, outro com a inscrição ‘Parvo’ e o terceiro foi ignorado. O arroz ignorado foi o primeiro a apodrecer. Dar atenção, positiva ou mesmo negativa a algo é uma forma de dar energia. O comportamento pior é não reter informação.

 

A MENTE CRIA TUDO

O século XX assistiu às lutas do petróleo; o século XXI vai assistir às guerras da água. A poluição da água das chuvas alcançou uma escala global. Os resíduos industriais circulam, poluindo a água que por eles passa e espalhando toxinas por todo o mundo. Mas as pessoas das cidades estão mais interessadas na sua protecção e agora, é mais fácil formar cristais. A poluição teve origem na nossa própria mente. Começámos a pensar que o que nos convinha era um estilo de vida com abundância a qualquer custo e este egoísmo levou à poluição ambiental que afecta todo o globo.

 

Os cientistas estimam que existam entre 108 e 111 elementos diferentes, contendo as criaturas mais desenvolvidas mais elementos do que as menos desenvolvidas. Podemos estabelecer uma relação directa entre possuir mais elementos e conseguir sentir (mais) emoções – crê-se que os animais mais evoluídos sentem algumas emoções.

 

Segundo o budismo, o ser humano nasce com 108 “desejos” terrenos – tais como confusão, afecto, ciúme e vaidade – que nos torturam ao longo da vida. É lógico concluir que esses 108 desejos terrenos têm as suas contrapartes nos 108 elementos.

 

Já há dispositivos que detectam as vibrações únicas de cada coisa à nossa volta e que consegue transcrevê-las na água. Conseguiu-se medir as vibrações emanadas por várias pessoas e constatou-se que as vibrações negativas que emitimos correspondem às vibrações emitidas por vários elementos. Por exemplo, as vibrações criadas por irritação são equivalentes às do mercúrio, por ira às do chumbo e por tristeza às do alumínio; a incerteza está associada ao cádmio, o desprezo ao aço e o stress ao zinco.

 

Tem sido chamada a atenção para o facto de utensílios de cozinha em alumínio poderem contribuir para o desenvolvimento da doença de Alzheimer; pode ser por o alumínio ter a mesma vibração da tristeza e assim, tristeza e mágoa da idade atraírem o alumínio.

 

Joan Davis relata que um químico conduziu uma experiência sobre o modo como a posição das estrelas afectavam a água. Usando água contendo vários minerais (nomeadamente chumbo, cobre, prata, aço...), testou como o papel absorvia a água, consoante a posição das estrelas e planetas. Descobriu que quando Saturno tinha grande influência na Terra, o chumbo respondia sendo absorvido pelo papel, enquanto os outros elementos mostravam pouca ou nenhuma resposta. Podemos deduzir daqui que há uma estreita relação entre Saturno e o chumbo.

 

Os metais ressoam as emoções e os estados de espírito das pessoas e, assim, pode deduzir-se que Saturno está intimamente relacionado com a emoção da ira.

 

Também curiosamente, o número de planetas do sistema solar é nove o que, multiplicado por 12, dá 108.

 

Como podemos libertar-nos dessas emoções negativas? Com base no princípio da vibração, só temos que emitir a emoção oposta. Combinando duas ondas opostas, a emoção negativa desaparece.

 

Já foram desenvolvidos métodos para eliminar o som com o som, criando um espaço silencioso. Há paralelos a este princípio para as emoções humanas. Por cada emoção negativa, há uma positiva, exactamente oposta, por exemplo, ódio/gratidão, ira/amabilidade, medo/coragem, ansiedade/paz de espírito, pressão/presença de espírito. O facto de alimentarmos emoções opostas faz de nós simplesmente humanos.

 

É o mesmo princípio envolvido na homeopatia. Quando a própria substância desapareceu e tudo o que resta é a informação da vibração, veneno e medicamento tornam-se o mesmo. Pensando de forma lógica, o medicamento não é bom para o organismo. Quando o medicamento entra no corpo elimina a dor, as vibrações das substâncias combinadas param e as várias substâncias regressam aos seus estados originais, podendo resultar em efeitos colaterais perniciosos. No passado o médico era o xamã ou o padre da comunidade, exortando as pessoas a seguir as leis da Natureza.

 

Muitas vezes os problemas de saúde resultam de emoções negativas. Se conseguirmos apagar a causa dessas emoções, teremos uma capacidade inata para recuperarmos da doença. A importância de sermos positivos não pode ser subestimada. O pensamento positivo reforça o sistema imunitário e ajuda-nos a encaminharmo-nos no sentido da recuperação. Dar às pessoas uma razão para viver anima o seu espírito e reforça o sistema imunitário.

 

Entre todos os medicamentos, não há nenhum com o poder curativo do Amor; ou seja, imunidade é Amor. Recentemente Masaru Emoto alterou esta terminologia. Não é Amor, por si só, que forma a imunidade, mas Amor e Gratidão. Convenceu-se disto quando experimentou sujeitar água destilada e água da torneira à “radiação” do micro-ondas. Expôs a expressão ‘Amor e Gratidão’ à água da torneira e esta tornou-se imune aos efeitos prejudiciais do campo magnético do micro-ondas, criando cristais bonitos. A água destilada formou cristais deformados e incompletos.

 

Também descobriu que os cristais de ‘Amor e Gratidão’ são mais parecidos com os de ‘Gratidão’ do que com os de ‘Amor’. A vibração da gratidão é mais poderosa e tem maior influência. O Amor tende a ser uma energia mais activa e a Gratidão é uma energia mais passiva. Se Amor for o Sol, a Gratidão é a Lua, se Amor for o Homem, a Gratidão é a mulher.

 

Qual é a relação entre Amor e Gratidão? Para uma resposta, podemos usar a água como modelo: H₂O. Se o Amor e a Gratidão se ligassem como o Hidrogénio e o Oxigénio, a Gratidão seria duas vezes mais que o Amor.

 

Masaru Emoto sugere o dobro da quantidade de Gratidão, porque o Amor é o equilíbrio pelo qual devemos lutar – as pessoas também têm uma boca para falar e dois ouvidos para escutar. Claro que a graciosidade do Amor não pode ser negada, mas nós fomos criados numa cultura onde toda a nossa atenção está dirigida para a energia do Amor, enquanto o outro lado da fórmula recebe pouca atenção.

 

Quando você se tiver tornado a encarnação da Gratidão, pense em como será pura a água que enche o seu copo. Quando isto acontecer, você mesmo será um cristal de luz bonito e brilhante.

publicado por iorio às 22:53

Outubro 03 2010

[Nota de iorio: Muito mais do que um resumo deste livro, esta súmula pretende incentivá-la(o) a LER ESTE LIVRO;

Livro em (por exemplo): http://store.casa-indigo.com/store/viewItem.asp?idProduct=157

Galeria de Imagens em: http://lacquaproject.blogspot.com/

Office Masaru Emoto: http://masaru-emoto.net/portuguese/portindex.html ]

 

PRÓLOGO

Acha que é feliz? A sua definição de felicidade depende de quem você é, mas se pudermos chamar felicidade a ter uma sensação de paz no coração, um sentimento de segurança acerca do futuro e sentir-se entusiasmado quando acorda, então diria que é feliz? A maioria não pode dizer que a sua vida é o que sonhava, então o que causa tanta dor? Talvez porque estejamos a viver uma era de caos, que significa condição de confusão, indicativa de matéria não organizada. Estamos mergulhados no caos até ao pescoço e os problemas da Humanidade aparecem cada vez mais profundos.

 

Poderá haver uma única solução, simples e de fácil compreensão, que possa ser aplicada a toda a gente do globo? Masaru Emoto crê tê-la descoberto: o corpo humano típico é 70 por cento água – na fase adulta e 90% quando nascemos. Ao longo da nossa vida existimos sobretudo como água e assim, de uma perspectiva física, os humanos são água.

 

Nesta óptica, para ter uma vida feliz e saudável deveríamos purificar a água que constitui 70 por cento do nosso corpo.

 

A água tem que estar em constante circulação, pois bloqueada, morre. Nas situações de doença, é como se o sangue estagnasse e podemos ver essa situação como a estagnação das emoções. Os investigadores modernos mostram que a condição da mente tem um impacto directo com a condição do corpo.

 

A água é uma força de vida, que, transportada por sangue e fluidos do corpo, leva a energia a todo o nosso corpo. A comunidade médica está a usá-la cada vez mais, principalmente através da Homeopatia, no tratamento de doenças.

 

A Homeopatia teve a sua origem no século XIX baseando-se em “tratar igual com igual, lutar contra o veneno com veneno”. Por exemplo, se alguém sofrer de intoxicação pelo chumbo, os sintomas podem ser aliviados bebendo água com uma quantidade mínima de chumbo, variando entre 1 parte em 10¹² (um trilião) e 1 parte em 10³ºº. Neste nível a substância já não se encontra na água para fins práticos, mas as suas características sim.

 

A Homeopatia sugere que quanto maior for a diluição, maior a eficácia, ou seja, em vez do efeito da substância ser usado para alívio dos sintomas, a informação copiada para a água é usada para neutralizar a informação dos sintomas derivados do veneno.

 

Assim, a água tem a capacidade de copiar e memorizar informação. Mas, ainda há poucos anos, os médicos nem sequer queriam considerar a possibilidade de que a água, por si só, tem capacidades curativas.

 

Em 1988, o cientista francês Jacques Benveniste levou a cabo uma experiência para testar os princípios básicos da Homeopatia. Diluiu um medicamento em água até ao ponto em que o medicamento já não era detectável por meios clínicos e depois descobriu que esta diluição tinha o mesmo efeito nos pacientes que o medicamento não diluído. Um ano depois submeteu os resultados à revista científica inglesa ‘Nature’, tendo sido publicados com a observação de que os resultados da experiência eram duvidosos e careciam de prova física. Sempre que alguém aparece com pesquisas e experiências controversas para a comunidade científica a reacção é normalmente a mesma.

 

As fotografias de cristais que Masaru Emoto começou a tirar demonstraram ser eloquentes a expressar o mundo. Os cristais emergem somente durante vinte a trinta segundos enquanto a temperatura sobe e o gelo começa a derreter. Esta pequena janela do tempo dá-nos um vislumbre de um mundo mágico.

 

Masaru Emoto usa uma metodologia rigorosa que, muito resumidamente, passa pela colocação de cinquenta tipos diferentes de água em cinquenta caixas Petri diferentes, congelando depois as caixas a -20º C durante três horas no congelador. O resultado, claro, nunca é a formação de cinquenta cristais semelhantes.

 

Apercebeu-se que águas diferentes formavam cristais diferentes, alguns deles muito semelhantes, noutros, deformados, e em alguns tipos de água nem se formavam cristais.

 

Primeiro olhou para os cristais de água canalizada de diferentes locais, sendo que a de alguns locais – como Tóquio, por exemplo – não formou um cristal, completo. A água canalizada inclui uma dose de cloro (para desinfectar) que destrói a estrutura encontrada na Natureza. De facto na água vinda da Natureza (independentemente da origem, nascentes, rios subterrâneos, glaciais) formavam-se cristais completos.

 

Um dia, um investigador seu colaborador disse algo muito excêntrico: «vejamos o que acontece quando expomos a água à música». Após decidir o melhor método – pôr uma garrafa de água (destilada da farmácia) numa mesa entre duas colunas –, os resultados surpreenderam. A Sinfonia Pastoral de Beethoven, a Sinfonia nº 40 de Mozart e um Estudo de Chopin em Mi Maior resultaram em cristais muito bonitos, bem formados, delicados e elegantes. Em contraste, a água exposta à música heavy-metal violenta resultou em cristais fragmentados e deformados.

 

Mas as suas experiências continuaram, agora embrulhando à volta das garrafas de água pedaços de papel com palavras ou expressões tais como «Obrigado» e «Parvo», embora não parecendo lógico a água “ler” o que lá estava escrito, compreender o significado e alterar a sua forma (dos cristais) de acordo com isso. Mas foi o que constataram. A água exposta a «Obrigado» formou bonitos cristais hexagonais, mas a água exposta a «Parvo» produziu cristais semelhantes aos da água exposta à música heavy-metal, deformados e fragmentados.

 

Mais experiências mostraram que a água exposta a expressões positivas como «Vamos fazer isso!» criava cristais atraentes e bem formados, mas a água exposta a expressões negativas como «Faz isso!» mal formava sequer qualquer cristal.

 

Destas experiências podemos tirar a lição do poder das palavras. A vibração de palavras boas tem um efeito positivo no nosso mundo, enquanto a vibração de palavras negativas tom o poder de destruir.

 

Este evolução nas experiências levou Masaru Emoto a entender que se estava a começar a subir as escadas da compreensão das verdades profundas do Cosmos. E recorda uma fotografia em especial que considera o cristal mais bolito e delicado que observara até então, formado pela exposição «Amor e Gratidão». Era como se a água tivesse rejubilado e celebrado, criando uma flor a desabrochar.

 

A água tinha-lhe mostrado a delicadeza da alma humana e o impacto que o «Amor e Gratidão» podem ter no mundo.

 

No Japão, diz-se que as palavras da alma residem num espírito chamado ‘kotodama’ ou o ‘espírito das palavras’ e o acto de pronunciar palavras tem o poder de mudar o mundo. Todos sabemos que as palavras têm uma influência enorme na forma como pensamos e sentimos e que as coisas geralmente correm melhor quando são usadas palavras positivas. Contudo, até agora nunca conseguimos ver fisicamente o efeito de palavras positivas.

 

As palavras são uma expressão da alma. E é muito provável que o estado da nossa alma tenha um enorme impacto na água que compõe 70 por cento do nosso corpo e este impacto irá afectar o nosso corpo profundamente.

 

A um nível global, a doença não é só um problema individual, mas o resultado da deformação da sociedade como um todo e, como esta deformação tende a aumentar, o número de pessoas a sofrer de doenças físicas tende a aumentar. E, tal como uma gota num pequeno lago cria uma ondulação que se alastra infinitamente, a deformação de uma só alma propaga-se pelo mundo, resultando em deformações globais.

 

Mas nem tudo está perdido, há esperança, que se chama «Amor e Gratidão».

 

DE QUE É FEITO O UNIVERSO

A água é o espelho da alma. O que lhe dá a capacidade de reflectir o que está na alma das pessoas? O Princípio Fundamental do Universo: EXISTÊNCIA É VIBRAÇÃO. Tudo está em constante vibração e cada coisa gera a sua própria frequência, que é única.

 

A ciência da Mecânica Quântica reconhece que, de modo geral, substância não é mais que vibração; tudo está a vibrar eternamente. Os nossos olhos conseguem ver objectos, não conseguem ver vibração, mas a muitos de nós já aconteceu notar que a entrada de uma pessoa numa sala consegue alterar, só com a sua presença, um ambiente caloroso para um ambiente escuro e frio...

 

Na cultura japonesa define-se por “Hado” a energia subtil que existe em todas as coisas – equivalente a “fluir de energia” ou “mente universal”, Prana, Chi ou Ki, consoante as diferentes culturas –, ou seja, um padrão vibratório intrínseco a toda a matéria, a nível atómico, em que a unidade de energia mais pequena tem por base a energia da consciência humana; e é constituído pelas frequências vibratórias resultantes da consciência ou pensamentos humanos. Assim, como cada ser humano também está em vibração, cada pessoa vibra numa frequência única, o hado. E cada um de nós tem capacidades sensitivas para percepcionar as vibrações dos outros. Consoante os estados, anímico e emocional, emitimos frequências de tristeza, de alegria, etc. E como tudo no Universo vibra a uma frequência própria, se você se alinhar com o hado da felicidade – ou seja, emitindo o hado da felicidade – de certeza que o Universo lhe responderá com felicidade.

 

A singularidade do hado também se aplica a locais (por exemplo, acidentes frequentes) e a objectos (como, por exemplo, as pedras preciosas que parece trazerem infelicidade a uma família ou grupo) não só físicos, pois os vários fenómenos do mundo também emitem frequências características.

 

O facto de todas as coisas estarem num estado de vibração significa que emitem som, audível ou não – que é o caso da maior parte. Pode dizer-se que esta frequência única de cada coisa pode ser interpretada como som. E como o som é criado, há um ouvinte principal: a água. A água, tão sensível às frequências únicas (o hado) que são emitidas pelo mundo, espelha essencial e eficazmente o mundo externo.

 

As próprias palavras, mesmo escritas, também emitem uma vibração única, um hado, que a água consegue sentir e espelhar fielmente através dos seus cristais. Podemos conjecturar que a água está alinhada com a Natureza quando forma cristais perfeitos.

 

As palavras ‘Gratidão’ e ‘Amor’ formam os princípios fundamentais da Natureza e do fenómeno da Vida.

 

Ao vermos a frequência como um som, percebemos a importância da ressonância. Na ressonância – os sons da mesma frequência ressoam – parece que as vibrações se atraem e interagem umas com as outras. Vemos isto nas relações humanas: as pessoas que geram frequências semelhantes são atraídas umas pelas outras, resultando numa amizade. Contudo, quando reagimos se alguém de quem não gostamos nos aborda, também significa que estamos a ressoar, de alguma forma com essa pessoa. Quando as frequências são fundamentalmente incompatíveis, não conseguem ressoar. Não conseguimos aceitar pessoas nessas condições.

 

Também há ressonância quando a frequência é dupla, quádrupla ou metade, ¼, etc. As pessoas são atraídas por Cristo e Buda, mas também por foragidos, como Bonnie & Clyde. Parece incongruência mas as pessoas ressoam a vários níveis; a dicotomia faz parte natural da vida.

 

A maioria dos objectos encontrados na Natureza emite frequências constantes e os humanos são as únicas criaturas que têm capacidade de ressoar com todas as criaturas e objectos da Natureza.

 

Podemos emitir e receber energia com, e de tudo o que existe no Universo, o que é uma espada de dois gumes. Se vibrarmos no ‘Amor’ e ‘Gratidão’, atraímos coisas que podemos amar e agradecer; mas se emitimos sinais de tristeza e ódio…

publicado por iorio às 22:44

Espaço de partilha de conhecimentos e experiências na amálgama que funde Espiritualidade e Ciência (as duas faces da mesma moeda), religião e Nova Era, hologramas e Matrix, o Segredo e 2012. E o segredo de 2012. E mais além!
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