Chá com os Deuses

Dezembro 12 2011

[Na continuação de 'COISAS ESTRANHAS NUMA TERRA ALGURES...', em http://chacomosdeuses.blogs.sapo.pt/11021.html ]

 

«SERÁ QUE SE PODE JULGAR E EMITIR ENERGIA E DAR FORÇA A COISAS, PELO JULGAMENTO?

 

Estes são apenas alguns exemplos do cenário destrutivo que é muito maior e de uma proporção tal que simplesmente a mente inocente, distraída, descentrada do colectivo não consegue imaginar como padrão existente.

 

Será que se pode julgar e emitir energia e dar força a coisas, pelo julgamento? Sabe-se realmente o que se passa para fazer um juízo? Sabe-se realmente o que se está a fazer com o foco?

 

A sociedade não deu a Cultura, conhecimento e a atitude de reflexão, que não fosse apenas a reagir a impulsos do que os outros fazem. Mas se ainda se pensa que é grave, isso não faz de ninguém uma vítima; esse foi o poder que se entregou usando o livre arbítrio. Esse poder pode e vai voltar novamente e de uma forma simples. Mas primeiro há que entender mais o que se passa.

 

Pode achar-se que a grande culpa é dos líderes e sacerdotes?

 

Não se JULGUE mais... a culpa é colectiva! Está-se demasiadamente entretido com entretenimentos e com os pequenos confortos individuais.

 

Mentiras. Sim, mas em todas as mentiras há verdades e sempre se soube que se tinha de separar o trigo do joio. Não vale a pena argumentar o quanto se pratica a meditação ou as horas que se passa a orar. Nesta história não há vítimas, apenas responsáveis. Há contudo quem se responsabilize agora e quem não se responsabilize e esses são os traidores.

 

O “burro” não deveria estranhar se, ao dar atenção e seguir uma cenoura num determinado momento, se encontra e/ou se vê num lugar onde não queria estar.

 

A cenoura é uma ilusão... preparada. Seja a ilusão um telejornal ou espiritualidade ignorante. Seja por interferência alheia, seja pela fraca selecção mental.

 

Não se é vítima por se ter seguido a cenoura, mas é-se responsável por o fazer. O pêndulo que oscila no pescoço da Humanidade como colectivo é único: seguir ou não individualmente a cenoura é uma das ilusões de separação.

 

A questão não é se individualmente segue ou não a cenoura, a questão é se o colectivo segue a cenoura?

 

Achar que isto é uma questão individual e pessoal, é uma tentativa de fuga à responsabilidade. Em vez de a questão ser se "se segue a cenoura”, talvez melhor seja “o que se expressa ou se faz colectivamente para não seguir a cenoura?”

 

Agora pergunte-se, por que colocar o FOCO HUMANO nas mãos que escolheram, traz tanta responsabilização para todos?

 

Esse foco tem sido dirigido pelo critério de núcleos de “ruído” que exercem controlo dentro do próprio holograma, que pensam estar no controlo, mas eles também estão a ser controlados e por outros maiores ...e mesmo esses últimos também.

 

Há, contudo, um mínimo que se pode fazer para alterar a presença dos que irão estar no rio do foco primordial que aí vem.

 

Um julgamento que passa despercebido é a “consciência julgamental" que se exprime assim:
- Se a consciência não permite que se atire papéis para o chão e se vir alguém a fazê-lo, não vá, à frente de quem atirou o papel, apanhá-lo e colocá-lo no lixo. Em vez disso, espere até ele não ver e faça-o.

 

Substitua-se esse falso mestre que está dentro de si e que é conflituoso [fruto da personalidade], por um melhor do colectivo; se não se tiver imediatamente acesso a esse, substitua esse falso mestre por nada, pois, acredite-se, é preferível o papel no chão do que a energia que é gerada pela atitude referenciada e que não é nada apreciada. Ao apanhar o papel do chão, à frente de quem o deitou, vai gerar energia de conflito dentro de quem o deitou e, automaticamente, o gesto é de conflito e não de consciência. Quem deitou o papel ao chão está a desenvolver outra consciência e experiência que não lhe diz respeito e não cabe julgar, pelo menos nesta dimensão. A consciência que ele desenvolve é necessária ao processo evolutivo tanto como a de outro qualquer; não interferir ajuda mais e nenhuma consciência é IGUAL nem mais ou menos que outra. Mais uma vez, é dispensável o julgamento de quem é mais, já que na Terra só é permitido saber-se que tudo é uma experiência de consciência.

 

O foco de atenção, pensamento e intenção do colectivo, pelo qual se toma consciência da imagem reflectida através da experiência no espelho de aspecto físico, não é a intenção de acertar na imagem mas sim criá-la, por isso reacção e julgamento são completamente pouco apreciáveis, já que criam “ruído” que deve ser excluído da imagem.

 

Mas onde estão os necessários seres humanos mais sensíveis, intuitivos, psíquicos, ligados com a natureza e com o universo, xamãs e mágicos?

Bem, nesse caso será que interessa saber o que foram acidentes como a inquisição?

 

E o que foi a inquisição, senão um dizimar do estereótipo existente do ser humano intuitivo, psíquica e energeticamente ligado com o universo e com a natureza? Pois o ataque às bruxas, não era às bruxas, cuja imagem fora imposta pelas histórias infantis e de desinformação, de senhoras que queimam criancinhas, comem ratos e transformam príncipes em sapos.

 

O Papa João Paulo II tendo sido o papa que reconheceu a influência das elites contra a Humanidade adormecida, veio pedir desculpa, em nome da Igreja, pela inquisição, pois o arquétipo retirado da Humanidade nesse momento era importante para o período que se atravessa agora.

 

Imagine-se se esses milhares tivessem exercido a sua influência e espalhado a sua sabedoria que foi queimada. Recorde-se que este Papa fora escolhido por ser de fora dos círculos influentes, pois o anterior fora envenenado 33 dias após a posse e sabe-se que ia fugir ao controlo das elites e literalmente ia expor a influência obscura destes, assim como os desvios monetários do Vaticano, esses desvios serviam para subsidiar interesses pessoais e políticos que não serviam a Humanidade, mas sim as elites que governam na sombra. Neste momento nem sequer se encontram na sombra, estão bem visíveis, mas o cenário é de proporções e de uma magnitude que é tão antigo e que transcende até a visão desperta, pela ilusão.

 

João Paulo II, inteligentemente, esperou controlar melhor o Vaticano antes de anunciar parte do que o seu predecessor pretendia, contudo até este teve que seguir a agenda da elite, mas deixou algumas pistas, o pedido de desculpa pela inquisição foi uma delas.

 

Pode dizer-se, que não foi culpa dos actuais “encarnados". Mas foi. Contudo se será julgado por isso? Pelo contrário, apenas é compreendido mas são responsáveis, pois coisas similares ainda ocorrem hoje.

 

Só pelo foco de atenção dirigido ao processo pelo colectivo faz todos mais que responsáveis, faz de todos co-autores, quem vai à cabeça da lista, não interessa, a cabeça só vai onde o corpo a leva. Muitos da “audiência e espectadores” deste teatro, são responsáveis, pois têm o poder de mudar as circunstâncias, contudo julga-se a imagem ilusória que é passada pelo clero, gerando conflito. Isto não é diferente,de quando neste momento se julgam conflitos que não tocam pessoalmente o observador e que são apresentados por ilusionistas do controlo, pela televisão, internet e outros meios, com o intuito de gerar energia de conflito, o que atrai mais conflito, gerando ainda mais a atenção e julgamento ao ponto de se manifestar conflituosamente numa roda de fogo e que a todos vai queimar. Essa actividade é um ritual. Recebendo imagens de conflito com base num julgamento, de julgamentos anteriores manipulados, atraindo ainda mais... e “ruído” assim é.

 

Sim, houve manipulação do corpo por parte da cabeça, e este padrão está a ser repetido constantemente. Mas existe solução.»

 

(in “Paradogma”, de Richard Haesh)

publicado por iorio às 03:45

Dezembro 12 2011

[Na continuação de 'A HISTÓRIA... DOCUMENTÁRIO OU FICÇÃO?', em http://chacomosdeuses.blogs.sapo.pt/10800.html ]

 

«COISAS ESTRANHAS NUMA TERRA ALGURES...


Entrega-se o poder e escolhas são feitas com o domínio desse poder.

 

- Alguns presidentes, assim como o Vaticano, estabeleceram contacto já há anos com raças alienígenas. O Vaticano estabeleceu contacto com uma raça nos próprios jardins. Foram feitos acordos por ambos, que dizem respeito à Humanidade e esta está ausente nas decisões que envolvem todos.

O Presidente Eisenhower assinou acordos, tratados e alianças com seres extraterrestres. Acordos que dizem respeito a toda a Humanidade ou colectivo, que nem partilha das decisões tomadas.

 

- Foram efectuadas alianças com esses Seres, as quais ainda se tem duvidas se o fizeram com os seres certos.

 

- Foram fornecidas tecnologias para o planeta que têm sido manipuladas pelos militares e dirigentes. Que também não foram partilhadas, nem sequer estão a ser usadas para proveito do colectivo. Algumas foram retiradas de naves acidentadas, inclusive de naves abatidas por militares. Nomeadamente tecnologias de visão “temporal” e portais naturais e artificiais.

 

- O sistema de ver “no tempo” andou a circular pela elite de alguns países.

 

- Está-se em contacto com seres humanos de linhas de “Tempo” diferentes.

 

- Desenterraram tecnologias existentes dentro do holograma, que são “espaços” de salto entre planetas, e que têm sido usados para ir a Marte e a Lua, com estes meios.

 

- Já existem autênticas cidades subterrâneas, para algo drástico que eles atraíram, e algumas instalações, para “arca de Noé”, na Lua.

 

- A gravidade da Lua que foi anunciada não é verdadeira. E a Lua foi colocada onde se encontra.

 

- Pelos gestos ignorantes e arrogantes de alguns, os seres extraterrestres colocaram em vigor um tratado de sanções limitativas de deslocação entre planetas e o que se pode fazer fora do planeta.

 

- Já existe capacidade, há vários anos, de energia gratuita.

 

- A fome podia ter sido erradicada há anos.

 

- Existe um projecto de informação da Humanidade de contactos com extraterrestres, contactos seleccionados para informação para sair e que nem mesmo assim sai do papel.

 

- Existe um plano de redução da população mundial à força.

 

- Os colapsos financeiros são arquitectados.

 

- As guerras têm sido planeadas entre os dois lados em oposição.

 

- Alguns programas de ecologia têm projectos obscuros que servem poucos, no poder, em prejuízo de muitos.

 

- As elites sabem que o colectivo tem o poder de trazer ao planeta Avatares (avatares do colectivo).

 

- Existem doenças e vírus criados, não como arma biológica de guerra, mas sim para controlo da população.

 

- Existem instituições de caridade e humanitárias que servem a elite bancária em propósitos obscuros.

Minerais e nutrientes nos alimentos têm diminuído drasticamente, tendo chegado a um ponto em que há alimentos sem praticamente qualquer tipo de valor nutricional.

 

- Há planos para inicialmente fazer desaparecer a população da África, América do Sul, através de fome e doenças como a Sida, que foi desenvolvida para "abater" cabeças humanas no mundo.

 

- Existem muitos métodos de prolongar a vida, assim como de resolver as doenças drásticas actuais, mas que não são empregues.

 

- O movimento gestual de cruz à frente dos corpos corta o Campo de defesas, quebrando com isto resistências energéticas que se possui. Também é verdade que ninguém pode colocar más energias, isto é apenas mais um mito e engano para separar pessoas. Mas contudo, as energias podem ser roubadas, manipuladas, e as defesas quebradas.

 

- Existe o programa de levar a reagir e viciar o colectivo no julgamento, permitindo sempre manipular o foco de atenção, e criando a energia de "reacção de contra". Sem incentivo algum ao sentido criador, que une ao Real poder humano.

 

- Há mais de um milénio que se têm criado estruturas para que caiam em arquétipos estereotipados que permita previsão e controlo.

 

- As piores armas, foram criadas com o poder e energia do foco do colectivo...

 

- Existe uma guerra nuclear programada, não porque exista um conflito, mas sim porque "conflito” é a forma apresentada e aceite por todos.

 

A questão não é obrigar os governos a assumirem ou a provarem que as afirmações controversas são falsas. A questão nem sequer é se é verdade ou mentira, a questão é o facto de que podem ser levantadas! São levantadas e o chocante é que um cidadão comum não consegue individualmente responder se é falso ou não. Isto é um forte indicador que o individuo nada controla, apenas é controlado.

 

Quando se conseguir saber se as afirmações são verdadeiras ou falsas, sem informação via televisão, jornais e outras informações sob controlo de instituições ou governos com interesses próprios, então está-se desperto para o que realmente se passa. Então as afirmações controversas deixam de o ser, passam a ser verdadeiras ou falsas através do próprio discernimento e conhecimento empírico. O observador volta a ter influência no enredo global, em vez de observador adormecido sem interferência a não ser que seja manipulado.»

 

(in “Paradogma”, de Richard Haesh)

publicado por iorio às 03:36

Dezembro 12 2011

[Nota: O texto abaixo expõe a importância da energia dos chamados campos mórficos na vida da Humanidade. Para entender a sua importância – e a sua relação com a espiritualidade –, pode espreitar o post “Ressonância e campos mórficos”, em http://chacomosdeuses.blogs.sapo.pt/2179.html ]
 

«A HISTÓRIA... DOCUMENTÁRIO OU FICÇÃO?

 

Na etapa de desenvolver a "consciência de lei e punição", nesse mesmo momento começam a unir-se as culturas e a formar nações e juntos começam a desenvolver que razão tem lógica. Mas que não basta a razão, pelo que devem também existir leis e para que aquela se cumpra devem haver "correcções" ou desvantagem em infringir a lei. Neste ponto, surge algo de desinteressante, que é o julgamento, num planeta que só servia para executar experiências e desenvolver "produtos de consciência superior" ou de "consciência para a consciência colectiva". 

 

No desenvolvimento da "consciência de lei e correcção" como em todas as etapas, este produto não só é desenvolvido na sociedade, comunidade, colectivos, em manifestação na 3ª dimensão como em planos mentais, no plano da consciência e no plano etérico a projectar.

 

Os primeiros grandes focos de atenção colectiva, foram conseguidos pelas nações do Egipto e Suméria. E foi aqui que uma grande distorção aconteceu.

 

Nas primeiras nações, Suméria e Egipto, com o reconhecimento pelo consciente colectivo de que o julgamento pertence ao ser superior, surgem os primeiros "ilusionistas" que se usurpam da energia colectiva. Esta energia foi-lhes entregue por livre arbítrio. Estes "ilusionistas" adquirem uma nova potência, muito maior que a do seu foco pessoal, e com a qual não estão preparados para lidar, ou seja, um poder do foco individual tem de lidar com um factor de "ruído" contrário a intermediar com o seu correspondente. Isto para trazer a imagem real ao foco; contudo o poder dos usurpadores, ao manipular o foco de atenção do colectivo, atraiu um ruído igualmente potente com o qual não estavam preparados para lidar. O Poder que estes seres encarnados na 3ª dimensão adquiriram foi tal, que o correspondente em ruído é extradimensional com bastante mais "experiência" do que esses seres da 3ª dimensão que foram rapidamente obliterados, cegados e adormecidos. Essa ambição resultou de seres, que exerceram influências, o que continuou até ao momento dos dias de hoje.

 

Contudo, interessa saber que a culpa não é de mais ninguém, se não de todos os que entregaram, e ainda hoje entregam, o foco individual.

 

Neste cenário, o ponto final de toda a História não tem fim previsto, a não ser um paradigma a vencer que é consciência da consciência, por assim dizer. Assim, como nesta história, os jogadores não são apenas os representados na 3ª dimensão, mas sim uma panóplia de seres (multi/extra) dimensionais. Esta "usurpação" não era vista como errada, se de facto fosse o caminho de se criar a experiência do produto final.

 

Não só mas, para exemplo, no Egipto, foi direccionada luz de ajuda para que estas supostas "divindades" da 3ª dimensão começassem esse processo com conhecimento de causa, foram fornecidos ferramentas, sistemas e conhecimentos, tal como a verdadeira noção de tempo. Tudo isso fora de facto oferecido esses humanos, a quem o colectivo entregou, de livre arbítrio, a energia para exercer o papel de divindade e de aplicar as leis e as respectivas "correcções". O contacto destes primeiros líderes, com a energia do colectivo foi corruptivo. O "ruído" 'extra' dimensional, feriu um dos olhos da Humanidade, inclusive dos "sacerdotes" com o poder do colectivo. Estes "sacerdotes" feriram o olho restante da civilização, ficando eles com um só. Assim se criou o olho único em cima de uma pirâmide, esse olho simboliza que quem neste reino cego tem um olho...

 

Originam-se os primeiros mitos, que criam o medo e para que assim se cumprisse a Lei, a Humanidade com os dois olhos cegos ainda via intuitivamente, e os Mitos trouxeram as primeiras religiões, as primeiras formas de espiritualidade e o horrível julgamento de certo ou errado, tendo as correcções passado a punições, que viriam a adormecer o olho intuitivo e interno da Humanidade ou do colectivo.

 

A criação de grandes influências, pelo medo dos mitos e religiões, servia apenas para controlo das populações, por parte do ser que detinha a capacidade de impor Leis, e as respectivas "correcções" que se transformaram em punições abusivas e com grandes actos separatistas. Esses mitos e religiões, não foram bem interpretados pelo colectivo e viriam a trazer problemas devassos no futuro e com o uso "anormal" dos conhecimentos enviados, foram lançadas as primeiras cordas, à Alma, e ao Espírito encarnado.

 

Surge então uma enorme lista de fraudes e desvios de conceitos, como é exemplo a interpretarão do conceito de Carma. Isto criou um constante conflito de discussão entre escolas e mestres que com o passar do tempo vai dividindo, cada vez em mais e mais, fracções de interpretação. Até a um ponto em que três humanos não se juntam sem que esses conceitos sejam diferentes, não permitindo que o colectivo sozinho partilhe de valores similares. E o colectivo sabe toda a verdade, mas separado não tem força nem consegue ver. Lembre-se que, na história deste planeta, o livre arbítrio tem sido mais uma fraude de conceitos na maioria dos empregos do termo.

 

Portanto, a aplicação de leis atraiu a experiência do sofrimento a um ponto tal que o desejo e intenção do colectivo atraíram a imagem real um revelador para auxílio por alguns expresso.

 

Este revelador encarnou, pois este é o poder do foco do colectivo, e este foi uma das últimas vezes que usaram esse foco colectivo sem serem influenciados. Foi feita a revelarão e o colectivo lembrado do seu estatuto de divino e criador; no entanto, o colectivo não recuperou totalmente deste episódio, não foi a nível colectivo ou da consciência colectiva que compreendeu que era da responsabilidade de todo o colectivo a experiência atraída do episódio anterior.

 

Não ficou bem entendido que havia sido a atracção da experiência do colectivo e o livre arbítrio de entrega da energia que fizeram chegar àquele ponto - e não os seres a quem entregaram a energia colectiva. E que esse era o momento de retornar ao básico e recusarem tudo o que fosse parecido com o padrão anterior. Também não fora considerada nenhuma das formas de tempo não linear em existência, aliás, a questão tempo, passa praticamente ao lado da visão do colectivo, para já irrelevante, mas importante para tempos futuros.

 

Então, os ajustes do colectivo não foram feitos com sucesso, mas dividiram os papéis e a energia divina do colectivo foi para as religiões e místicos, que eram os anteriores seres na mesma, mas com a capacidade de impor leis, e entregaram a figuras "sangues azuis", do caso anterior referido, a energia colectiva de governo das "correcções" ou "punições" a serem impostos às uniões de culturas ou nações. Ou seja, o sacerdote real é dividido em dois novos papéis, o sacerdote/clero e o outro é o Real/Rei ou figura governamental.

 

Está-se agora, na era Medieval, que pode ser chamada também de "era errática"; aliás não é por acaso que a maior parte das memórias das reencarnações são deste período, pois foi uma fase em que a transição não foi bem assimilada. Tendo em conta que muitos são observadores ou audiência participante da criação, esta audiência tem poder criativo para alterar o aspecto da realidade "holográfica do espelho", pois com o simples facto de darem atenção dirigem o foco, isto se não ficarem presos ao mundo do entretenimento que viria a ser especialmente criado para distrair a sua atenção, "num futuro".

 

Voltando à História, é um facto que a divisão de capacidades foi dividida entre clero e reinantes e surgem neste período as primeiras alianças, pactos e sociedades secretas, para se reproduzir o mesmo padrão anterior, mas de uma forma mais astuta. Assim têm formação o Vaticano e a figura "Rei", e existem nesse período conflitos entre esses dois, mas são efectuadas negociatas que não são do domínio publico, por isso alheias ao colectivo, mas no entanto, a energia do colectivo está depositada nessas figuras. Posteriormente, nesta história, vão perceber o poder dessa energia, o colectivo esquece-a, mas quem a controla sabe do que ela é capaz.

 

Portanto, o que conseguiram foi que quando o Rei queria conquistas e guerras, usava a lei que o clero aprovava e apoiava com moral ao colectivo, após negociação, o povo era jogado. Não só fisicamente, pois as descobertas e avanços tecnológicos surgiam da necessidade que o colectivo tinha de superar dificuldades nesses períodos, e a energia movia-se, e as soluções surgiam. Poderá ser coincidência que as civilizações mais avançadas e com mais poder são, no presente, as que mais se envolvem em guerras e que mais dominam os seus povos e suas vontades? Este é um processo simples e existente em todo o universo, a massa colectiva atrai tudo o que pretende, se for tanques de guerra o pretendido, um cientista ira aceder ao colectivo e desenvolver um tanque. Com o passar do tempo, irá ver-se a extensão deste poder.

 

Ora, no ponto Medieval, em que temos sociedades entre reinos e clero, nem sempre os "Reis" venciam guerras. Então, uma das famílias que ainda "hoje" existe neste planeta, fez um negócio com um Rei, que consistia no seguinte, o Rei queria uma guerra e essa família abastada prometeu financiar e, se ele perdesse, tudo bem, MAS se ele ganhasse, essa família criava e administrava um sistema bancário nessa nação, sem o Rei perder a sua figura de autoridade e sem necessariamente dar uma figura prestigiada a essa família.

 

O Rei concordou e o financiamento era realmente grande, e ele pode contratar e estimular os seus soldados, desenvolver técnicas e tecnologias, "pagar" grandes contrapartidas ao clero ao ponto deste desmoralizar com influência "espiritual" o oponente. E o tal Rei ganhou.

 

Esse foi só o primeiro a fazer uma sociedade secreta a três - Reino, clero e um grupo Financeiro/Bancário. E muitos mais reis se juntaram ao sistema. É óbvio que tudo isto se passou, fora do domínio publico, ou seja, do colectivo e da sua consciência, apesar de vozes de observadores que foram caladas e subornadas assim como absorvidas por essas sociedades, integrando-se nelas e ramificando-se as consequentes sociedades efectuadas a nível global. Mas uma coisa era lógica, para essa sociedade a informação teria de ser melhor controlada. No futuro a informação não seria apenas controlada mas também manipulada e por vezes completamente retorcida. Recorde-se que a energia do colectivo fora entregue a estes de livre arbítrio.

 

Conclusão, no período das primeiras sociedades feitas entre as 3 figuras-chave, a Humanidade ou o colectivo em experiência no planeta, já há muito que começou a experimentar muitos episódios estranhos com origem no adormecimento a níveis mais profundos e em estado hipnótico do colectivo. Na verdade, começou a adormecer quando não reconheceu responsabilidade pela atracção de tudo isto.

 

Fecha-se esta etapa, com um perigoso cenário, o domínio do clero e do rei pela alta finança, ou seja, se o rei tinha a energia colectiva para punir e o clero a energia de legislar o colectivo, e se a alta finança dominava os dois, então o colectivo adormecido ficou nas mãos da alta finança, que, rapidamente, se apercebeu do valor da energia da vontade, pensamento e intenção do colectivo ou seja do FOCO HUMANO.

 

No entanto, o colectivo, mesmo que anestesiado, avançou para a etapa seguinte e foi um momento em que dos mais diversos tipos de poderes são desenvolvidos, a nível físico, químico, mental, psíquico e espiritual, intra e extra planeta. Ao nível do colectivo este adormece cada vez mais profundo, com passos de ilusionismo. A luta entre poderes origina que seja mais fácil à alta finança fazer acordos com presidentes, do que com reis. Isto, porque é mais fácil que um homem no poder consiga manter um acordo por 4 anos de que um Rei numa experiência/numa vida. E assim a política mundial reorganiza, ao longo de anos, os mapas. Do ponto de vista colectivo, este não tem qualquer contacto com o seu consciente (e a posse do foco de atenção está nas sociedades e instituições secretas) e consegue, contudo e apenas, substituir a figura de rei pela de presidente. Na ilusão criada pelas sociedades secretas, é introduzida a ilusão de que a área financeira, desenvolvida pelo colectivo, está na figura do primeiro-ministro e, uma vez que o ministro é seleccionado pelo colectivo, transmite a ilusão de que, pelo menos essa energia, está nas mãos do colectivo. Isto serve porque realmente esta figura só pode dar passos que são controlados por sistemas pré-estabelecidos. Isto levou aos cenários que se vivem agora. O colectivo tem uma potência que ignora e que não tem sido usada pelo colectivo, mas por um grupo de seres na 3ª dimensão (novamente) e não só estes. Isto começou por ter "boas intenções", mas revelou-se ser corruptível e abusivo. Não pode haver interferência com o processo, mas o colectivo pode acordar e criar algo diferente, ou até introduzir novas personagens. Este acontecimento chegou a um estado crítico, pois não aprisiona apenas as projecções de seres na tridimensionalidade, mas também, as almas que adormecem em contacto com essa realidade.

 

Muitos já percepcionaram tudo isto, contudo essa informação fora "sugada" fora de contexto, não se tem qualquer intenção de trazer os hologramas para fora do holograma, isso seria uma sugestão desconectada de sentido. Além de que a responsabilidade é do colectivo dentro do holograma, e por isso não há vítimas, contudo estabelecer-se casos em consciência de vítima, não traz ajuda, mas sim "energias" para proporcionar a experiência de vítimas, e danificar ainda mais. Quanto a resgatar vítimas, a lei gravítica faz com que essas vítimas atraiam outras vítimas e os seus perseguidores que proporcionam experiência para as vítimas.

 

Mas, concretamente, qual a extensão dos danos? Não é realmente importante saber disso, pois a informação tem sido prejudicial.

 

Existem mais jogadores nesse jogo de poder que alguma vez a mente da 3ª dimensão conseguirá percepcionar. No entanto, existirá muitas surpresas…»

 

(in “Paradogma”, de Richard Haesh)

publicado por iorio às 03:27

Espaço de partilha de conhecimentos e experiências na amálgama que funde Espiritualidade e Ciência (as duas faces da mesma moeda), religião e Nova Era, hologramas e Matrix, o Segredo e 2012. E o segredo de 2012. E mais além!
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