Chá com os Deuses

Outubro 03 2010

UM SORRISO QUE ENCHE O MUNDO

Ao visualizar as fotografias dos cristais de água, o que poderá ter captado tanto interesse de tanta gente em tantos países diferentes? É como se olhar para as fotografias dos cristais de água desperta uma memória primeva contida na essência da água de cada uma das nossas células. A água tem uma mensagem para o mundo: «o mundo está todo ligado por amor e gratidão». O Amor e Gratidão são princípios fundamentais da Natureza.

 

Aqui também podemos constatar os efeitos da ressonância. À medida que as pessoas cuja alma sensível já foi magoada ouvem falar sobre os cristais de água, a mensagem da água espalha-se cada vez mais rapidamente pelo mundo.

 

Questionando-se por que é que o ambiente da Terra está em tão mau estado, por que é que as pessoas estão tão confusas e por que é que a nossa civilização está como está, M. Emoto chega à conclusão de que se trata do resultado de uma combinação entre o orgulho e a corrupção na comunidade científica e o facto de quem tem autoridade permitir e fomentar conscientemente a formação de uma sociedade assim.

 

É claro que há cientistas que trabalham de acordo com a sua consciência, no entanto, quando consideramos a situação da sociedade, percebemos que só muito poucos é que conduziram as suas actividades com a preocupação de perpetuar a raça humana e de limpar o planeta.

As bases da sociedade tornaram-se tão fracas que já não é possível a uma mão cheia de cientistas mudarem a direcção deplorável em que avançamos.

 

Desde criança que Masaru Emoto contava aos que o rodeavam aquilo em que estava a pensar ou que queria fazer e respondiam-lhe constantemente que ele falava demais. Mas, o simples facto de comunicar é uma forma de acumular energia na direcção dos outros. Se, especialmente o que dizemos tem algum significado para eles, a energia flui na sua direcção e ajuda-os a atingir os seus objectivos.

 

Se expressarmos as nossas intenções, seguir-se-á a sua concretização. É importante dizer o que sentimos dentro de nós. A nossa palavra é a nossa promessa, assim, quando dissermos algo, temos que nos comprometer determinadamente.

 

As palavras têm as suas frequências vibracionais individuais e únicas e já vimos como as palavras têm energia que influencia o Universo. As palavras da nossa boca têm um poder que influencia o mundo inteiro.

 

O Mestre Shioya diz que o segredo para a saúde é o seu método de respiração único. Este método implica inspirar até o ar encher os pulmões, fornecendo oxigénio a todo o corpo, enquanto pensa no na energia do Universo a acumular-se à sua volta, tonificando-o. Este método também nos mostra o poder das afirmações. É recomendado que no final afirmemos: «O poder infinito do Universo irá concentrar-se e trazer a verdadeira paz ao mundo». Esta afirmação é uma espécie de oração, mas o que é importante é a sua forte determinação expressa pela palavra ‘irá’.

 

Segundo o Mestre, há partículas espirituais que não podem ser vistas com os instrumentos da ciência actual porque existem na fronteira entre a terceira e a quarta dimensão. As palavras ditas com determinação têm um forte poder que reúne estas partículas espirituais, possibilitando realizar coisas no mundo tridimensional.

 

Em Setembro de 1999, M. Emoto conseguiu reunir o Mestre e 350 pessoas nas margens do Lago Biwa, o maior do Japão, na tentativa de limpar o lago e de rezar pela paz no mundo inteiro, através de uma afirmação, sob a direcção do Mestre Shioya.

 

Passado um mês verificou-se um fenómeno estranho pois, ao contrário do que acontecia todos os anos nessa época, constatou-se que não apareceram nesse ano, as (muitas e) habituais algas em putrefacção.

 

Se não percebermos o princípio do ‘espírito das palavras’, este facto irá parecer muito estranho, mas sabemos que este princípio tem o pode de influenciar toda a existência e de mudar o mundo quase de imediato.

 

Masaru Emoto usa a Teoria da Relatividade de Einstein (E = MC²) para explicar este princípio. Esta fórmula tem um significado adicional importante. A interpretação geral é que E = MC² significa «a energia é igual à massa vezes a velocidade da luz ao quadrado». No entanto, também podemos interpretar C como mente em vez de velocidade da luz. Uma vez que M representa a Massa, podemos interpretá-lo como o número de pessoas concentradas mentalmente.

 

Um artigo de jornal que encontrou falava da possibilidade de usar ultra-som para se decompor a dioxina na água. Expondo-a a uma frequência de 1100 kHz (kilohertz) de ultra-som, criam-se minúsculas bolhas de ar que decompõem a dioxina e outras toxinas mortais quando rebentam. É possível que as 350 pessoas no Lago Biwa tenham criado 2000 kHz de ultra-som. Esta técnica, a confirmar-se, poderia ser usada para descontaminar a água poluída com químicos industriais, depois de tratada com ultra-som.

 

Apesar de todo o trabalho já desenvolvido, M. Emoto reconhece que ainda há um longo caminho a percorrer quanto à investigação da água e ao reconhecimento científico que esta investigação merece, mas alvitra que é possível que esta tecnologia possa ser usada um dia para predizer formas de destruição tais como terramotos, tempestades, inundações ou epidemias, já que pelo até agora constatado, a água tem essas possibilidades.

 

Outro aspecto importante tem a ver com a repetibilidade dos testes, já que muitas vezes se constata que a formação de cristais depende da consciência de quem observa, resultando cristais diferentes consoante o modo como se manuseia a água, os pensamentos do investigador e até a saúde de quem observa.

 

O uso da tecnologia dos cristais de água poderá ser no futuro partilhado por toda a Humanidade, sendo, no entanto, uma espada de dois gumes, pois há a possibilidade do seu uso incorrecto.

 

TERMINANDO

Tudo o que existe no Universo é paralelo. O mundo microscópico é uma reprodução fiel do mundo macroscópico e o Universo é uma enorme mandala (que em sânscrito significa “círculo”). Esta forma de pensar leva-nos à conclusão de que tudo o que acontece no Universo também ocorre dentro dos nossos corpos.

 

Se compararmos o sistema solar com o corpo humano a Terra desempenhará a função do fígado. Todos os dias o nosso fígado filtra duzentos litros de água e envia água purificada para os outros órgãos do corpo. Tendo isto em conta, não é difícil imaginar a Terra desempenhar o papel vital na purificação da água que circula no sistema solar; e a responsabilidade de purificar esta água que chega à Terra é nossa, da Humanidade, porque nós somos fundamentalmente água.

 

A água constitui 70% do nosso corpo e há poucas dúvidas de que a informação presente na água contribui para a formação da nossa personalidade. Já é frequente ouvir falar de pessoas feridas que, após receberem transfusões de sangue, viram imagens de sítios onde nunca estiveram ou tiveram memórias de um passado que não era o seu e, por vezes, até se fala de casos de mudança de personalidade.

 

Pode ser que os acontecimentos pelos quais passamos durante a nossa vida se tornem em memórias registadas pela água, que permanecem no nosso corpo e podem ser aquilo a que chamamos alma.

 

Uma vez que somos a própria água, um dia todas as nossas memórias de experiências neste planeta serão lançadas no espaço. E a nossa responsabilidade antes de isso acontecer é tornarmo-nos água pura.

 

A nossa mente é o que purifica a água e, deste modo, devemos enviar mensagens de beleza e força a toda a vida.

 

Podemos encher o mundo com os mais bonitos cristais de água. Como? Com Amor e Gratidão. Se em todo o planeta houver amor e gratidão, a beleza genuína da Terra regressará de novo.

publicado por iorio às 23:52

Outubro 03 2010

O MUNDO IRÁ MUDAR NUM SÓ MOMENTO

A água não é simplesmente H₂O. Independentemente de quão natural ou pura, sem uma alma pura, ela não irá saber bem. Então quão limpa está a nossa alma? Depois de ter praticado desporto ou exercício, a água – mesmo a da torneira – tem um sabor delicioso e refrescante. Então o que está dentro de nós é que é o mais importante... quando bebemos água com um sentimento de gratidão a própria água é fisicamente diferente de quando a bebemos com sentimentos obscuros na nossa alma.

 

As nossas emoções e sentimentos têm um efeito no mundo, momento a momento. Se emitirmos palavras e imagens de criatividade, estamos a contribuir para a criação de um mundo bonito. Contudo, emitindo mensagens de destruição, contribuímos para a destruição do Universo. Se tivermos consciência disto, não conseguiremos mais dizer palavras de ira a quem nos circunda, ou culpar os outros pelos nossos próprios erros e fraquezas. Nós temos a capacidade de mudar o mundo num momento. Tudo o que temos de fazer é uma escolha simples. Escolhemos um mundo de Gratidão e Amor, ou um mundo torturado cheio de descontentamento e empobrecimento?

 

Segundo os ensinamentos do budismo, tudo no mundo está a mudar constantemente e, no entanto, nada, jamais, muda. Falando dos princípios da vibração, a energia da vibração tem que prosseguir sempre num contínuo movimento, o que nos ajuda a compreender que tudo o que existe neste momento dará à sua vida esperança e luz; ao alinhar-se com o hado da felicidade já não tem que estar preocupado com o passado e pode saber que o futuro pode ser qualquer coisa que você queira que seja.

 

Tradicionalmente, quem diga que a mente tem influência no mundo físico arrisca-se a ser ostracizado pela comunidade científica. Contudo a ciência progrediu até ao ponto de perceber quer o fracasso da compreensão da mente e do espírito limita a nossa compreensão do mundo à nossa volta. Mas a Mecânica Quântica, certas teorias psicológicas (como a do fluído, de que fala Jung) e a engenharia genética ensinaram-nos que há um mundo para além do que conhecemos. É um mundo no qual o próprio tempo não existe.

 

O famoso teórico quântico David Bohm chamou ao mundo apreensível pelos nossos sentidos a “ordem explícita” e à existência interna a “ordem implícita”. Ele acha que tudo o que existe na ordem explícita foi envolvido na ordem implícita e cada parte da ordem explícita inclui toda a ordem implícita; ou seja, cada parte do Universo contém a informação de todas as partes do Universo... Numa pessoa – e até numa única célula – existe toda a informação do Universo, que é o que alguns chamam de Holograma Universal.

 

E a informação do Universo inclui tempo... o facto de existirmos no ‘aqui e agora’ está incluído na informação do Universo, juntamente com a informação presente, passada e futura. Assim, a mudança do mundo inteiro num momento não é só uma fantasia. Mas pensemos por um instante neste momento. Como o podemos interpretar usando a ciência física? David Bohm explicou que um aspecto do universo interior está projectado em cada momento do tempo, criando o presente. O próximo momento também é uma projecção de um aspecto e assim por diante. Por outras palavras, em cada momento é-nos mostrado um mundo diferente. Contudo, um mundo momentâneo terá um impacto no mundo momentâneo seguinte e assim parece-nos um mundo contínuo.

 

Com base nesta teoria, o mundo está a mudar em cada momento e a ser criado de novo e a nossa mente tem um papel a desempenhar nesta criação do mundo. Se tivermos consciência disto, a nossa vida nunca mais será a mesma.

 

Masaru Emoto desenvolveu um dispositivo para medir as vibrações que ele utiliza muito para quantificar os elementos dissolvidos na água. Uma tarde, numa das suas medições diárias, verificou que as vibrações da água canalizada em Tóquio apresentavam um aumento abrupto nas vibrações produzidas pelo mercúrio, chumbo, alumínio e outras substâncias nocivas ao corpo humano. Só no dia seguinte fez a relação: por essa altura tinha-se dado início à invasão do Iraque, na 1ª Guerra do Golfo. As vibrações nocivas lançadas num lado da Terra chegaram imediatamente aos lugares mais remotos. Estas vibrações espalharam-se para lá dos limites do espaço e do tempo. Ele suspeita que as vibrações existam não no nosso mundo tridimensional, mas num mundo intermédio. Quando alguma coisa acontece na Terra, seja em que dimensão do mundo for, a água é a primeira a detectá-lo e a transmitir-nos esta nova informação.

 

E dá-nos um exemplo no qual as vibrações tiveram um impacto imediato no mundo físico: o poder da oração usado para purificar a água. Em Fujiwara Dam, no Japão central, pediu a um sacerdote xintoísta para repetir um ritual de encantamento – o poder do encantamento, afirmava o sacerdote, vem do ‘espírito das palavras’ para purificar as águas do lago – tendo permanecido junto à margem do lago orando durante cerca de uma hora. No final, alguém do seu grupo o chamou: «Isto é incrível! A água está a tornar-se mais limpa mesmo à frente dos nossos olhos», exclamou, e puderam ver a água tornar-se cada vez mais transparente enquanto olhavam.

 

Seguidamente, fotografaram os cristais. Os da água antes do encantamento estavam deformados e pareciam a cara de alguém cheio de dor. Mas os cristais da água tirada após a repetição eram completos e graciosos. Sem dúvida que as vibrações da oração são transmitidas imediatamente aos objectos próximos, afectando a água que está perto. Isto é um fenómeno físico que não pode ser explicado, a menos que aceitemos o facto de que existe outro mundo dentro daquele a que chamamos o nosso próprio mundo.

 

Alguns dias após esta experiência a imprensa relatou que o corpo de uma mulher tinha sido encontrado no lago, facto que trouxe à memória os cristais da água antes da oração do sacerdote – deformados e que pareciam a cara de alguém cheio de dor.

 

Há outro mundo para além daquele em que vivemos e, quando olhamos para o nosso mundo a partir dele, conseguimos ver coisas que agora não vemos.

 

Rupert Sheldrake, professor de Bioquímica e Biologia da Univ. de Cambridge, é um investigador que se concentrou em promover o entendimento dessa nova visão do mundo. A sua teoria, exposta num livro que escreveu há mais de vinte anos, foi rejeitada pela revista ‘Nature’ defendendo que o seu livro deveria ser queimado... mas as investigações no âmbito da sua teoria continuam. O que chamou tanto a atenção?

 

Diz-se, frequentemente, que não há duas sem três. Talvez se ache estranho que os acidentes e os crimes tendam a acontecer em série. Olhando para a História e para as tendências sociais, pode ver-se que durante longos períodos de tempo, os acontecimentos, geralmente, repetiram-se.

 

Segundo a sua teoria, quando a mesma coisa se repete, forma-se um ‘campo mórfico’ e a ressonância aumenta a probabilidade de o acontecimento se repetir. Um campo mórfico não é informação com base em energia, é mais como o projecto de construção de uma casa.

Podemos ver isto como um exemplo da teoria da ressonância. O Dr. Sheldrake sugeriu que os acontecimentos também são capazes de ressoar da mesma forma que o som. Ele refere-se ao local onde esses acontecimentos ocorrem como o campo mórfico e aos fenómenos de acontecimentos semelhantes repetidos como ressonância mórfica.

 

Durante os debates típicos sobre tais mistérios, a conversa volta-se frequentemente para os cristais de glicerina. Cerca dos primeiros quarenta anos após a glicerina ter sido descoberta, era aceite que esta não formava cristais. Depois, um dia, no início do séc. XIX, numa caixa começou subitamente a cristalizar. Esta ocorrência espalhou-se e é agora aceite que a glicerina forma cristais abaixo dos 17º C.

 

Que conclusão devemos tirar daqui? Quando os cristais se formaram pela primeira vez (qualquer que tenha sido a razão), foi criado um campo mórfico e toda a glicerina acabou por começar a formar cristais, de acordo com o campo mórfico. Este tipo de fenómeno ocorreu também com muitas outras substâncias. Apesar de toda a casualidade do mundo, quando uma substância forma pela primeira vez um cristal, torna-se comum a mesma formá-los frequentemente a partir desse momento.

 

Outras experiências levaram a concluir que quando alguém toma consciência de alguma coisa, as outras pessoas também têm tendência para dela tomarem consciência.

 

Segundo o Dr. Sheldrake, o ADN não é a única razão pela qual as pessoas da mesma família partilham características semelhantes: a ressonância mórfica também desempenha aí um papel. A sua teoria também nos ajuda a compreender as chamadas coincidências (também chamadas ‘sincronicidades’) e os fenómenos da consciência de grupo (memória colectiva) e de padrões arquetípicos.

 

O importante acerca desta teoria é que quando a ressonância mórfica se espalha, estende-se a todo o espaço e a todo o tempo, ou seja, se se forma um campo mórfico, este terá um impacto instantâneo em todos os locais, resultando uma mudança instantânea a nível mundial.

 

A pesquisa sobre os cristais de água encetada por Masaru Emoto também seguiu o mesmo “padrão” dos campos mórficos. No início, quando tentava tirar fotografias de cristais, não conseguiu nenhum resultado durante os primeiros dois meses; mas, conseguida a primeira fotografia, outros investigadores começaram a consegui-lo. Talvez isto também tenha sido o resultado da ressonância mórfica.

 

O Dr. Sheldrake enviou a Masaru Emoto esta mensagem: «A nossa vida torna-se possível pelo movimento de uma energia invisível. Por conseguinte, espero que estejamos sempre conscientes disso e que prestemos atenção àqueles e às coisas que estão à nossa volta. Isto é algo muito importante. É que o acto de olhar para alguma coisa tem um efeito sobre essa coisa. Todos parecem saber isto mas não o põem em prática. O mesmo se passa em casa onde os pais têm que prestar atenção aos seus filhos». Centrar a sua atenção, seja no que for, serve como uma expressão de amor. O Dr. Sheldrake está na linha da frente deste estudo do impacto da mente nos objectos.

 

Todos recebemos de Deus o poder da criação. Cada um de nós tem uma capacidade mágica para mudar o mundo, se a usarmos ao máximo, seremos capazes de o muar num só momento. Você – sim você – tem a capacidade de mudar o mundo!

 

Tudo no mundo está interligado. Seja o que for que estiver a fazer agora, isso está a ser feito por outras pessoas na mesma altura. Então que tipo de campo mórfico devíamos estar interessados em criar? Estamos a criar campos de dor e de depravação ou estamos a estamos a criar um mundo cheio de amor e gratidão?

 

Sempre que se sentar à frente de água e emitir mensagens de amor e gratidão, algures no globo, alguém está a ficar cheio de amor e gratidão. Você não tem que ir a sítio nenhum. A água mesmo à sua frente está ligada a toda a água do mundo. Aquela para a qual está a olhar irá ressoar com a que está em todo o lado e a sua mensagem de amor irá atingir a alma de toda a gente.

 

Podemos cobrir o mundo de amor e gratidão. Isto irá tornar-se num campo mórfico glorioso que poderá mudá-lo. Não se trata de tempo e espaço: agora e aqui são possíveis coisas espantosas e maravilhosas.

publicado por iorio às 23:43

Outubro 03 2010

PORTAL PARA UM MUNDO DIFERENTE

Uma das coisas mais misteriosas da água é o gelo flutuar nela. Como o ponto de maior densidade da água é a 4º C (o fundo dos lagos está a 4º C) o gelo flutua, o que permite a continuação da vida com muito frio, senão provavelmente nós não estaríamos aqui. A água também tem a capacidade única de dissolver outras substâncias e de as levar, o que proporciona a criação “sopa da vida”, tendo-se tornado no local de nascimento de todas as criaturas. Estes “mistérios” da água ajudam a pensar que ela não é deste planeta.

 

Luís Frank (Univ. Iowa) concluiu (com suporte pela NASA e Univ. Hawai) que caem na Terra cerca de 20 mini-cometas por minuto (10 milhões por ano). Defende que essas bolas de água e gelo têm bombardeado a Terra desde há 40 mil milhões de anos. Se não pode haver vida sem água e se esta veio do espaço, então toda a vida é extra-terrestre.

 

Que informação trouxe a água antiga quando chegou do espaço? Podemos assumir que ela transportou o programa necessário para o desenvolvimento da vida.

 

Joan S. Davis (Univ. Téc. Zurich) estabeleceu uma “divisão” entre a água sábia (dos rios) e água imatura (caída recentemente). Também concluiu que a água canalizada não é muito saudável porque, sujeita a altas pressões, a água liberta os minerais, que a água engarrafada mineral pode causar endurecimento das artérias e a carbonatada tem alta acidez, que é também prejudicial.

 

A água regista informação e depois, ao circular pelo mundo, distribui-a.

 

Numa experiência empírica usaram-se três frascos com arroz, um com a inscrição ‘Obrigado’, outro com a inscrição ‘Parvo’ e o terceiro foi ignorado. O arroz ignorado foi o primeiro a apodrecer. Dar atenção, positiva ou mesmo negativa a algo é uma forma de dar energia. O comportamento pior é não reter informação.

 

A MENTE CRIA TUDO

O século XX assistiu às lutas do petróleo; o século XXI vai assistir às guerras da água. A poluição da água das chuvas alcançou uma escala global. Os resíduos industriais circulam, poluindo a água que por eles passa e espalhando toxinas por todo o mundo. Mas as pessoas das cidades estão mais interessadas na sua protecção e agora, é mais fácil formar cristais. A poluição teve origem na nossa própria mente. Começámos a pensar que o que nos convinha era um estilo de vida com abundância a qualquer custo e este egoísmo levou à poluição ambiental que afecta todo o globo.

 

Os cientistas estimam que existam entre 108 e 111 elementos diferentes, contendo as criaturas mais desenvolvidas mais elementos do que as menos desenvolvidas. Podemos estabelecer uma relação directa entre possuir mais elementos e conseguir sentir (mais) emoções – crê-se que os animais mais evoluídos sentem algumas emoções.

 

Segundo o budismo, o ser humano nasce com 108 “desejos” terrenos – tais como confusão, afecto, ciúme e vaidade – que nos torturam ao longo da vida. É lógico concluir que esses 108 desejos terrenos têm as suas contrapartes nos 108 elementos.

 

Já há dispositivos que detectam as vibrações únicas de cada coisa à nossa volta e que consegue transcrevê-las na água. Conseguiu-se medir as vibrações emanadas por várias pessoas e constatou-se que as vibrações negativas que emitimos correspondem às vibrações emitidas por vários elementos. Por exemplo, as vibrações criadas por irritação são equivalentes às do mercúrio, por ira às do chumbo e por tristeza às do alumínio; a incerteza está associada ao cádmio, o desprezo ao aço e o stress ao zinco.

 

Tem sido chamada a atenção para o facto de utensílios de cozinha em alumínio poderem contribuir para o desenvolvimento da doença de Alzheimer; pode ser por o alumínio ter a mesma vibração da tristeza e assim, tristeza e mágoa da idade atraírem o alumínio.

 

Joan Davis relata que um químico conduziu uma experiência sobre o modo como a posição das estrelas afectavam a água. Usando água contendo vários minerais (nomeadamente chumbo, cobre, prata, aço...), testou como o papel absorvia a água, consoante a posição das estrelas e planetas. Descobriu que quando Saturno tinha grande influência na Terra, o chumbo respondia sendo absorvido pelo papel, enquanto os outros elementos mostravam pouca ou nenhuma resposta. Podemos deduzir daqui que há uma estreita relação entre Saturno e o chumbo.

 

Os metais ressoam as emoções e os estados de espírito das pessoas e, assim, pode deduzir-se que Saturno está intimamente relacionado com a emoção da ira.

 

Também curiosamente, o número de planetas do sistema solar é nove o que, multiplicado por 12, dá 108.

 

Como podemos libertar-nos dessas emoções negativas? Com base no princípio da vibração, só temos que emitir a emoção oposta. Combinando duas ondas opostas, a emoção negativa desaparece.

 

Já foram desenvolvidos métodos para eliminar o som com o som, criando um espaço silencioso. Há paralelos a este princípio para as emoções humanas. Por cada emoção negativa, há uma positiva, exactamente oposta, por exemplo, ódio/gratidão, ira/amabilidade, medo/coragem, ansiedade/paz de espírito, pressão/presença de espírito. O facto de alimentarmos emoções opostas faz de nós simplesmente humanos.

 

É o mesmo princípio envolvido na homeopatia. Quando a própria substância desapareceu e tudo o que resta é a informação da vibração, veneno e medicamento tornam-se o mesmo. Pensando de forma lógica, o medicamento não é bom para o organismo. Quando o medicamento entra no corpo elimina a dor, as vibrações das substâncias combinadas param e as várias substâncias regressam aos seus estados originais, podendo resultar em efeitos colaterais perniciosos. No passado o médico era o xamã ou o padre da comunidade, exortando as pessoas a seguir as leis da Natureza.

 

Muitas vezes os problemas de saúde resultam de emoções negativas. Se conseguirmos apagar a causa dessas emoções, teremos uma capacidade inata para recuperarmos da doença. A importância de sermos positivos não pode ser subestimada. O pensamento positivo reforça o sistema imunitário e ajuda-nos a encaminharmo-nos no sentido da recuperação. Dar às pessoas uma razão para viver anima o seu espírito e reforça o sistema imunitário.

 

Entre todos os medicamentos, não há nenhum com o poder curativo do Amor; ou seja, imunidade é Amor. Recentemente Masaru Emoto alterou esta terminologia. Não é Amor, por si só, que forma a imunidade, mas Amor e Gratidão. Convenceu-se disto quando experimentou sujeitar água destilada e água da torneira à “radiação” do micro-ondas. Expôs a expressão ‘Amor e Gratidão’ à água da torneira e esta tornou-se imune aos efeitos prejudiciais do campo magnético do micro-ondas, criando cristais bonitos. A água destilada formou cristais deformados e incompletos.

 

Também descobriu que os cristais de ‘Amor e Gratidão’ são mais parecidos com os de ‘Gratidão’ do que com os de ‘Amor’. A vibração da gratidão é mais poderosa e tem maior influência. O Amor tende a ser uma energia mais activa e a Gratidão é uma energia mais passiva. Se Amor for o Sol, a Gratidão é a Lua, se Amor for o Homem, a Gratidão é a mulher.

 

Qual é a relação entre Amor e Gratidão? Para uma resposta, podemos usar a água como modelo: H₂O. Se o Amor e a Gratidão se ligassem como o Hidrogénio e o Oxigénio, a Gratidão seria duas vezes mais que o Amor.

 

Masaru Emoto sugere o dobro da quantidade de Gratidão, porque o Amor é o equilíbrio pelo qual devemos lutar – as pessoas também têm uma boca para falar e dois ouvidos para escutar. Claro que a graciosidade do Amor não pode ser negada, mas nós fomos criados numa cultura onde toda a nossa atenção está dirigida para a energia do Amor, enquanto o outro lado da fórmula recebe pouca atenção.

 

Quando você se tiver tornado a encarnação da Gratidão, pense em como será pura a água que enche o seu copo. Quando isto acontecer, você mesmo será um cristal de luz bonito e brilhante.

publicado por iorio às 22:53

Outubro 03 2010

[Nota de iorio: Muito mais do que um resumo deste livro, esta súmula pretende incentivá-la(o) a LER ESTE LIVRO;

Livro em (por exemplo): http://store.casa-indigo.com/store/viewItem.asp?idProduct=157

Galeria de Imagens em: http://lacquaproject.blogspot.com/

Office Masaru Emoto: http://masaru-emoto.net/portuguese/portindex.html ]

 

PRÓLOGO

Acha que é feliz? A sua definição de felicidade depende de quem você é, mas se pudermos chamar felicidade a ter uma sensação de paz no coração, um sentimento de segurança acerca do futuro e sentir-se entusiasmado quando acorda, então diria que é feliz? A maioria não pode dizer que a sua vida é o que sonhava, então o que causa tanta dor? Talvez porque estejamos a viver uma era de caos, que significa condição de confusão, indicativa de matéria não organizada. Estamos mergulhados no caos até ao pescoço e os problemas da Humanidade aparecem cada vez mais profundos.

 

Poderá haver uma única solução, simples e de fácil compreensão, que possa ser aplicada a toda a gente do globo? Masaru Emoto crê tê-la descoberto: o corpo humano típico é 70 por cento água – na fase adulta e 90% quando nascemos. Ao longo da nossa vida existimos sobretudo como água e assim, de uma perspectiva física, os humanos são água.

 

Nesta óptica, para ter uma vida feliz e saudável deveríamos purificar a água que constitui 70 por cento do nosso corpo.

 

A água tem que estar em constante circulação, pois bloqueada, morre. Nas situações de doença, é como se o sangue estagnasse e podemos ver essa situação como a estagnação das emoções. Os investigadores modernos mostram que a condição da mente tem um impacto directo com a condição do corpo.

 

A água é uma força de vida, que, transportada por sangue e fluidos do corpo, leva a energia a todo o nosso corpo. A comunidade médica está a usá-la cada vez mais, principalmente através da Homeopatia, no tratamento de doenças.

 

A Homeopatia teve a sua origem no século XIX baseando-se em “tratar igual com igual, lutar contra o veneno com veneno”. Por exemplo, se alguém sofrer de intoxicação pelo chumbo, os sintomas podem ser aliviados bebendo água com uma quantidade mínima de chumbo, variando entre 1 parte em 10¹² (um trilião) e 1 parte em 10³ºº. Neste nível a substância já não se encontra na água para fins práticos, mas as suas características sim.

 

A Homeopatia sugere que quanto maior for a diluição, maior a eficácia, ou seja, em vez do efeito da substância ser usado para alívio dos sintomas, a informação copiada para a água é usada para neutralizar a informação dos sintomas derivados do veneno.

 

Assim, a água tem a capacidade de copiar e memorizar informação. Mas, ainda há poucos anos, os médicos nem sequer queriam considerar a possibilidade de que a água, por si só, tem capacidades curativas.

 

Em 1988, o cientista francês Jacques Benveniste levou a cabo uma experiência para testar os princípios básicos da Homeopatia. Diluiu um medicamento em água até ao ponto em que o medicamento já não era detectável por meios clínicos e depois descobriu que esta diluição tinha o mesmo efeito nos pacientes que o medicamento não diluído. Um ano depois submeteu os resultados à revista científica inglesa ‘Nature’, tendo sido publicados com a observação de que os resultados da experiência eram duvidosos e careciam de prova física. Sempre que alguém aparece com pesquisas e experiências controversas para a comunidade científica a reacção é normalmente a mesma.

 

As fotografias de cristais que Masaru Emoto começou a tirar demonstraram ser eloquentes a expressar o mundo. Os cristais emergem somente durante vinte a trinta segundos enquanto a temperatura sobe e o gelo começa a derreter. Esta pequena janela do tempo dá-nos um vislumbre de um mundo mágico.

 

Masaru Emoto usa uma metodologia rigorosa que, muito resumidamente, passa pela colocação de cinquenta tipos diferentes de água em cinquenta caixas Petri diferentes, congelando depois as caixas a -20º C durante três horas no congelador. O resultado, claro, nunca é a formação de cinquenta cristais semelhantes.

 

Apercebeu-se que águas diferentes formavam cristais diferentes, alguns deles muito semelhantes, noutros, deformados, e em alguns tipos de água nem se formavam cristais.

 

Primeiro olhou para os cristais de água canalizada de diferentes locais, sendo que a de alguns locais – como Tóquio, por exemplo – não formou um cristal, completo. A água canalizada inclui uma dose de cloro (para desinfectar) que destrói a estrutura encontrada na Natureza. De facto na água vinda da Natureza (independentemente da origem, nascentes, rios subterrâneos, glaciais) formavam-se cristais completos.

 

Um dia, um investigador seu colaborador disse algo muito excêntrico: «vejamos o que acontece quando expomos a água à música». Após decidir o melhor método – pôr uma garrafa de água (destilada da farmácia) numa mesa entre duas colunas –, os resultados surpreenderam. A Sinfonia Pastoral de Beethoven, a Sinfonia nº 40 de Mozart e um Estudo de Chopin em Mi Maior resultaram em cristais muito bonitos, bem formados, delicados e elegantes. Em contraste, a água exposta à música heavy-metal violenta resultou em cristais fragmentados e deformados.

 

Mas as suas experiências continuaram, agora embrulhando à volta das garrafas de água pedaços de papel com palavras ou expressões tais como «Obrigado» e «Parvo», embora não parecendo lógico a água “ler” o que lá estava escrito, compreender o significado e alterar a sua forma (dos cristais) de acordo com isso. Mas foi o que constataram. A água exposta a «Obrigado» formou bonitos cristais hexagonais, mas a água exposta a «Parvo» produziu cristais semelhantes aos da água exposta à música heavy-metal, deformados e fragmentados.

 

Mais experiências mostraram que a água exposta a expressões positivas como «Vamos fazer isso!» criava cristais atraentes e bem formados, mas a água exposta a expressões negativas como «Faz isso!» mal formava sequer qualquer cristal.

 

Destas experiências podemos tirar a lição do poder das palavras. A vibração de palavras boas tem um efeito positivo no nosso mundo, enquanto a vibração de palavras negativas tom o poder de destruir.

 

Este evolução nas experiências levou Masaru Emoto a entender que se estava a começar a subir as escadas da compreensão das verdades profundas do Cosmos. E recorda uma fotografia em especial que considera o cristal mais bolito e delicado que observara até então, formado pela exposição «Amor e Gratidão». Era como se a água tivesse rejubilado e celebrado, criando uma flor a desabrochar.

 

A água tinha-lhe mostrado a delicadeza da alma humana e o impacto que o «Amor e Gratidão» podem ter no mundo.

 

No Japão, diz-se que as palavras da alma residem num espírito chamado ‘kotodama’ ou o ‘espírito das palavras’ e o acto de pronunciar palavras tem o poder de mudar o mundo. Todos sabemos que as palavras têm uma influência enorme na forma como pensamos e sentimos e que as coisas geralmente correm melhor quando são usadas palavras positivas. Contudo, até agora nunca conseguimos ver fisicamente o efeito de palavras positivas.

 

As palavras são uma expressão da alma. E é muito provável que o estado da nossa alma tenha um enorme impacto na água que compõe 70 por cento do nosso corpo e este impacto irá afectar o nosso corpo profundamente.

 

A um nível global, a doença não é só um problema individual, mas o resultado da deformação da sociedade como um todo e, como esta deformação tende a aumentar, o número de pessoas a sofrer de doenças físicas tende a aumentar. E, tal como uma gota num pequeno lago cria uma ondulação que se alastra infinitamente, a deformação de uma só alma propaga-se pelo mundo, resultando em deformações globais.

 

Mas nem tudo está perdido, há esperança, que se chama «Amor e Gratidão».

 

DE QUE É FEITO O UNIVERSO

A água é o espelho da alma. O que lhe dá a capacidade de reflectir o que está na alma das pessoas? O Princípio Fundamental do Universo: EXISTÊNCIA É VIBRAÇÃO. Tudo está em constante vibração e cada coisa gera a sua própria frequência, que é única.

 

A ciência da Mecânica Quântica reconhece que, de modo geral, substância não é mais que vibração; tudo está a vibrar eternamente. Os nossos olhos conseguem ver objectos, não conseguem ver vibração, mas a muitos de nós já aconteceu notar que a entrada de uma pessoa numa sala consegue alterar, só com a sua presença, um ambiente caloroso para um ambiente escuro e frio...

 

Na cultura japonesa define-se por “Hado” a energia subtil que existe em todas as coisas – equivalente a “fluir de energia” ou “mente universal”, Prana, Chi ou Ki, consoante as diferentes culturas –, ou seja, um padrão vibratório intrínseco a toda a matéria, a nível atómico, em que a unidade de energia mais pequena tem por base a energia da consciência humana; e é constituído pelas frequências vibratórias resultantes da consciência ou pensamentos humanos. Assim, como cada ser humano também está em vibração, cada pessoa vibra numa frequência única, o hado. E cada um de nós tem capacidades sensitivas para percepcionar as vibrações dos outros. Consoante os estados, anímico e emocional, emitimos frequências de tristeza, de alegria, etc. E como tudo no Universo vibra a uma frequência própria, se você se alinhar com o hado da felicidade – ou seja, emitindo o hado da felicidade – de certeza que o Universo lhe responderá com felicidade.

 

A singularidade do hado também se aplica a locais (por exemplo, acidentes frequentes) e a objectos (como, por exemplo, as pedras preciosas que parece trazerem infelicidade a uma família ou grupo) não só físicos, pois os vários fenómenos do mundo também emitem frequências características.

 

O facto de todas as coisas estarem num estado de vibração significa que emitem som, audível ou não – que é o caso da maior parte. Pode dizer-se que esta frequência única de cada coisa pode ser interpretada como som. E como o som é criado, há um ouvinte principal: a água. A água, tão sensível às frequências únicas (o hado) que são emitidas pelo mundo, espelha essencial e eficazmente o mundo externo.

 

As próprias palavras, mesmo escritas, também emitem uma vibração única, um hado, que a água consegue sentir e espelhar fielmente através dos seus cristais. Podemos conjecturar que a água está alinhada com a Natureza quando forma cristais perfeitos.

 

As palavras ‘Gratidão’ e ‘Amor’ formam os princípios fundamentais da Natureza e do fenómeno da Vida.

 

Ao vermos a frequência como um som, percebemos a importância da ressonância. Na ressonância – os sons da mesma frequência ressoam – parece que as vibrações se atraem e interagem umas com as outras. Vemos isto nas relações humanas: as pessoas que geram frequências semelhantes são atraídas umas pelas outras, resultando numa amizade. Contudo, quando reagimos se alguém de quem não gostamos nos aborda, também significa que estamos a ressoar, de alguma forma com essa pessoa. Quando as frequências são fundamentalmente incompatíveis, não conseguem ressoar. Não conseguimos aceitar pessoas nessas condições.

 

Também há ressonância quando a frequência é dupla, quádrupla ou metade, ¼, etc. As pessoas são atraídas por Cristo e Buda, mas também por foragidos, como Bonnie & Clyde. Parece incongruência mas as pessoas ressoam a vários níveis; a dicotomia faz parte natural da vida.

 

A maioria dos objectos encontrados na Natureza emite frequências constantes e os humanos são as únicas criaturas que têm capacidade de ressoar com todas as criaturas e objectos da Natureza.

 

Podemos emitir e receber energia com, e de tudo o que existe no Universo, o que é uma espada de dois gumes. Se vibrarmos no ‘Amor’ e ‘Gratidão’, atraímos coisas que podemos amar e agradecer; mas se emitimos sinais de tristeza e ódio…

publicado por iorio às 22:44

Agosto 06 2010

Uma das "armas" mais eficazes que a Humanidade deixou de usar para a sua evolução é o Verbo.

 

O poder da palavra transcende tudo o que possas imaginar, já que também aqui há vibração – energia – pura. Esta "tradição" chegou-nos através das lendas dos magos e está agora a ser re-"descoberta" pela sociedade ocidental através do 'Segredo'. Ou seja, uma das leis mais presentes no Universo: a Lei da Atracção.

 

Quando se diz que devemos viver no 'AGORA', significa que não devemos viver (agarrados às amarguras) no passado, nem na constante ânsia de controlar o futuro, fazendo tudo (às vezes VENDENDO A NOSSA INTEGRIDADE, INDEPENDÊNCIA, etc., ou seja, CEDENDO A NOSSA ENERGIA) em troca do que achamos ser bom para nós –  invariavelmente, brutas vivendas, brutos carros, brutos ordenados, tudo bruto… sempre o TER em vez do SER…

 

Como a Lei da Atracção lembra, atraímos para a nossa vida aquilo que achamos merecer – ódio, se odiamos o mundo, raiva, se os outros nos "tiram do sério", inveja, se invejamos o que o vizinho tem (muitas vezes, intoxicados pela publicidade que nos diz que a felicidade só está nas capas das revistas), doença, se nos acharmos sempre doentes… até gordura, se acharmos que temos que ser maiores para sermos mais vistos (logo, valorizados) pelos outros, porque a nossa auto-estima… quase não existe.

 

E aqui entra a vibração do Verbo, que muitos designam por DECRETOS. Ao decretares que queres para a tua vida Abundância, Amor, Paz, nem vais ter tempo para te preocupares com as doenças, ou com o que os outros acham de como tu deves ser – e eles, invariavelmente, preocupam-se apenas com o que tu deves TER (e tu vais na onda) em vez de como deves SER, porque se institucionalizou que vales pelo que tens… será por isso que as grandes religiões se empenham tanto em mostrar que TÊM, e ostentam orgulhosas, lindos e GRANDES templos? Tira as tuas ilações…

 

Patrícia Cota-Robles utiliza os decretos em várias áreas da vida, nomeadamente na Cura. Se te questionas quanto à exequibilidade/viabilidade destas acções, lembra que a grande maioria das doenças – para não dizer a totalidade – tem a ver com disfunções energéticas que "descem" dos nossos corpos subtis (nomeadamente o corpo emocional, bem conhecido de muitas culturas orientais) até se "cristalizarem" no corpo físico, fruto de muitos anos de "tareia" infringida por nós – quando passamos anos e anos a achar que somos injustiçados é normal que a nossa revolta e raiva se "alojem" no órgão que filtra o nosso corpo, o fígado; quando achamos que estamos presos de um contrato, de uma relação, que nos amarram, é normal que os membros inferiores comecem a sofrer de problemas; há vários livros sobre este assunto (a forma continuada como o nosso corpo nos envia avisos e de como os poderemos interpretar) e podes consultar, por exemplo, "O teu corpo diz: Ama-te".

 

Voltando ao 'tema', no Youtube podes visualizar "Releasing the Human Ego" (Soltando o Ego Humano), que é um Decreto em que se determina que chegou a altura de nos soltarmos do ego, a ferramenta que nos prende a esta "realidade virtual", fruto do Holograma (o Matrix) em que vivemos (em http://www.youtube.com/watch?v=lnWh8nnNWL4 ).

 

Notas: 1. Como a verbalização de um Decreto nos conecta com Tudo o Que É, chamemos-lhe Universo ou Deus, por exemplo, aquele acaba por se assumir como uma ORAÇÃO...

 

2. É referida várias vezes a (Divina Presença) EU SOU (I Am), que é a parte de Deus em nós.

publicado por iorio às 02:46

Julho 23 2010

Imagina-te a dialogar com uma pessoa e que ela por qualquer razão, que não vem ao caso, te está a agredir verbalmente – fiquemos pelo verbal, para não tornar as coisas mais complicadas...

 

Imagina agora que consegues dividir a tua consciência em duas partes, sendo que uma permanece em frente da outra pessoa e a outra parte – a que agora lê este texto – se afasta, assistindo ao diálogo dos dois como se estivesse presenciando uma peça de teatro.

 

Do lugar em que estás, assistindo à “peça” que se desenrola, tens acesso a dois botões/interruptores; um, a que poderemos chamar “layer Energia”, que permite que consigas visualizar, sobre as imagens das duas pessoas, uma figura gráfica que transmite o grau energético de cada uma, e outro botão, a que poderemos chamar “desmaterializador”, que permite que a imagem de uma pessoa se desvaneça, concentrando a atenção na outra.

 

Quando pressionas o "desmaterializador", a imagem de ti naquele quadro quase que desaparece; e quando pressionas o "layer Energia" consegues ver que, cada vez que o outro usa um pensamento (sim, basta a energia da forma-pensamento, como já sentiste muitas vezes) ou uma expressão que visa agredir-te, surge, a partir dele, uma pedra na tua direcção.

 

“Muito interessante”, dirás, acrescentando “e no que é que isso contribui para a minha felicidade, uma vez que eu estou a ser agredido?” Mas se olhares com mais atenção, verificarás que cada pedra que o outro joga na tua direcção está de facto presa a um muito permissivo – porque parece não oferecer nenhuma resistência – mas realmente muito resistente elástico, porque, constatas, por mais força aplicada ao calhau, o elástico não quebra.

 

Quando voltas a concentrar-te em toda a cena percebes que tu já lá não estás, que esse ser ficou só, e eventualmente poderás vê-lo a interagir com outrem, muito provavelmente noutro qualquer ponto da linha espaço-tempo em que vocês se cruzaram. Mas percebes então que AS PEDRAS QUE ELE ARREMESSOU ESTÃO AGORA DE VOLTA e que ALGUMAS – não sabes como mas parece que consegues individualizar cada uma – ESTÃO MAIORES.

 

O que se passou, de facto, foi a consubstanciação de uma das Leis Universais mais presentes, a Lei da Causa e Efeito; não é em vão que o povo diz “Cá se fazem, cá se pagam” e que “Quem semeia ventos, colhe tempestades”...

 

O teu ego, a tua parte de ti que ficou na cena, acha que tu foste o agredido, a vítima – e não esqueças que NÃO HÁ CULPA, HÁ SIM RESPONSABILIDADE, sendo que cada um é responsável pelos seus actos, ao co-criar o seu ‘Amanhã’ como fruto daquilo que acredita ser a sua verdade ‘Hoje’, sendo isto uma definição esquemática do que é chamado de Lei da Atracção; ou tu achas que esta Lei só se aplica ao ‘Segredo’ e por isso, só para as coisas boas da vida, o que quer que aches que isso seja...

 

Sim, o que a Lei da Causa e Efeito diz é que da próxima vez que aches que te estão a agredir – e digo ‘aches’, porque muitas vezes o que o outro diz não é o que nós ouvimos –, lembra-te de que o outro, de facto, ESTÁ A ATIRAR PEDRAS A SI PRÓPRIO, embora o teu ego queira que entres no jogo; assim, podes virar as costas em paz contigo mesmo e dizer “ISTO NÃO ME DIZ RESPEITO, NÃO É A MINHA GUERRA, pois essa terei que disputar dentro de mim; e não me vou responsabilizar, e muito menos culpar, pelas pedras que arremessaste contra mim”.

 

Mas tenta não esquecer, (i) que só poderás dizer isto se não entrares no jogo e (ii) que – vá, sê consciente – também tu (como todos nós) terás que perceber que as pedras que arremessas irão um dia voltar a ti, algumas com um tamanho assustador e causando efeitos assustadores na tua vida.

 

Estes princípios, estas Leis, regem o Universo e estão presentes desde sempre em todas as culturas do Homem. Elas SÃO (uma parte fundamental d)A ESPIRITUALIDADE, embora na nossa cultura tenham sido varridas para baixo do tapete – muitas vezes, associadas aos “coitadinhos dos atrasadinhos” dos antigos –, ou usadas para conseguir o sucesso material, ou seja, valorizando o TER, quando elas se reportam ao SER, já que a Espiritualidade tem a ver com o desenvolvimento do ‘Ser’ e não com o ‘Ter’.

publicado por iorio às 21:54

Julho 13 2010

Imagina que estás dentro do 'Matrix' (no tag 'admirável mundo novo' verás que estamos num holograma de um, digamos, hiper-super-extra-ultra-bué da grande-computador…), que tu (através do teu Eu Superior – parte de ti não encarnada, mas que tem o teu “projecto de vida” para esta tua encarnação, ou ‘jogada’, se te parecer melhor) estás a fazer o “Jogo da Dualidade” (do tipo ‘1/0’, ou Yin/Yang, ou Bom/Mau, ou Quente/Frio, ou Masculino/Feminino, ou Eu/o Outro, ou Dentro/Fora, ou Amigo/Inimigo, ou Dominador/Dominado, ou Céu/Inferno, ou o que tu queiras, desde que seja uma coisa e o seu oposto) e que tens jogado este Jogo repetidamente (sem que disso estejas consciente, embora o teu verdadeiro ‘jogador’/Eu Superior o saiba – não te revoltes, são as regras do jogo, que tu aceitaste).

 

O objectivo do jogo é simplesmente que consigas o melhor ‘score’ possível, sendo que para tal terás que passar pelo ‘1/0’, Yin/Yang, Bom/Mau, Amigo/Inimigo, etc., etc., sem ficares ‘polarizado’ num dos pólos – o que te tira pontuação (alguns chamam-lhe ganhar Carma, qualquer coisa do tipo pontos negativos) e te obriga a repetir esse ‘nível’ do Jogo uma outra, e outra, e outra vez, se necessário, até que não fiques 'polarizado'.

 

Imagina que, sem disso teres consciência (mas a outra parte de ti/ Eu Superior, tem), estás – estamos todos – no que pode ser o teu último jogo, que te pode levar para jogos de outro nível (e não se trata aqui de saber se é mais difícil ou complicado; é apenas diferente); mas para tal, tens que conseguir uma derradeira tarefa: perceber e contactar (conectares-te) com a outra parte de ti, o teu Eu Superior, tomando consciência de que estás neste ‘jogo’ de polaridades, que não passa de ilusão (sim, o boss, o futebol, a tv, o carro, tudo o que imaginares). Ou seja, tens que sair com Consciência do jogo, de braço dado contigo mesmo (o teu Eu Superior), e atravessar o portal do ‘Game Over’, o qual te dá direito a ascenderes de nível de jogo – a que chamam Ascensão; há, pelo menos, dois jogadores famosos que já o conseguiram, embora em condições totalmente diferentes, e que conheces relativamente bem, Buda e Jesus; quem és tu, dirás, para ombreares com eles? Lembra-te que a outra parte de ti (o Eu Superior) sabe de coisas... que te deixariam gago; e o engraçado é que ele tas quer dizer, mas ainda não tens "ouvido" para a voz dele, mas lá chegarás e mais brevemente do que pensas...

 

Este último jogo (que se pode chamar “Caminhar para a Luz”) está a decorrer e alguns parceiros do teu Eu Superior, vão “ajudando”, dando dicas, umas para perceberes que estás ‘polarizado’ (e como te livrares disso) e outras acerca dos vários tipos de situações que poderás encontrar, tanto a nível pessoal, como a nível da tua interacção com os outros “jogadores”.  

publicado por iorio às 23:34

Julho 08 2010

«Todos os problemas no mundo são a função das crenças erróneas e do pensamento limitado. Se nos ensinaram que vivemos num mundo finito, com recursos finitos, que não podem ser suficientes para todos – e isto chegou a ser uma realidade porque o que nós cremos logo se manifesta –, é hora de mudarmos essa situação. Se cremos na escassez e na existência de recursos limitados, então o temor das pessoas de que não há recursos suficientes para todos vai provocar uma situação em que começarão a guardar mais e então, na realidade, vai haver escassez. Assim, se as pessoas guardam e conservam para si mais do que necessitam, haverá uma manifestação real de que não há o suficiente. Por isso, o problema está na consciência humana. A escassez está na consciência humana e não no Universo. Sabemos por esta nova ciência da Energia Ponto Zero que o vazio está repleto de energia infinita, e esse conhecimento tem como propósito libertar a mente humana da ideia de limitação e da escassez.

 

Quando conseguirmos convencer-nos de que a abundância é a realidade, já não necessitaremos guardar mais do que necessitamos, não mais teremos que competir, e a nossa tarefa então será compartilhar esta abundância de uma maneira amorosa e criativa. E isto mudará a aparência do mundo de uma maneira muito dramática, porque a estrutura do mundo humano está hoje baseada totalmente na crença da escassez. Agora, se esta crença (limitadora) na escassez desaparecer, não haverá nada que não possamos manifestar. Só o facto de que em um centímetro cúbico de vazio existem milhões e milhões de energia, mais do que toda a raça humana poderia chegar a necessitar alguma vez, resulta absolutamente ridículo falar de escassez energética. O que temos é uma abundância energética em escala muitíssimo maior do que a mente humana poderia chegar a compreender. E, não obstante, a mente humana é tão incrível que conseguiu dentro desta infinita abundância acreditar na escassez. Temos vivido num mundo onde todos estamos escravizados e obrigados a trabalhar duramente para sair da escassez. Uma vez que uma massa crítica suficiente de humanos comece a operar novamente na frequência da abundância, provocará uma activação na qual todos necessitaremos trabalhar muito menos e poderemos satisfazer as nossas necessidades de nos vestirmos, comermos, etc., com apenas uma pequena parte do esforço que temos de fazer actualmente.

 

Os extraterrestres deram uma mensagem ao contactado Carlos Diaz, informando que “eles estão muito interessados em observar a raça humana no nosso actual estado”, já que eles já foram como nós. Eles também foram, num dado momento do passado, “uma espécie adolescente cativa na tridimensionalidade e com conceitos políticos, e além disso, fora da consciência da vitalidade da Biosfera”. Disseram a Carlos que eles “também estiveram a ponto de destruir sua Biosfera”, pelo imenso temor que tinham da escassez. O ponto, o limite histórico que marcou a diferença, foi quando começaram a crer e a descobrir a realidade da abundância e da unicidade: que somos uma só coisa e não separados. Uma vez que começaram a compartilhar os seus recursos com um espírito de abundância, propuseram-se então a reorganizar a sua sociedade nessa base do compartilhar, tendo chegado a comprovar que tinham que ocupar apenas 15% do tempo para satisfazerem as suas necessidades e os 85% restantes podiam ser empregues no seu desenvolvimento espiritual.

 

Uma vez que começaram a compartilhar a abundância e a cooperar, muito rápida e naturalmente derrubaram todas as fronteiras entre os seus países, pois reconheceram que todos eram uma só fraternidade e que eram emanação da Fonte Universal e imediatamente estabeleceram uma cultura global em paz e harmonia e uma vez que isto sucedeu, precisaram apenas de uns de mil anos para evoluir e poder abster-se inclusive da matéria. Começaram então a evoluir para dimensões superiores, tendo chegado até a décima dimensão. E, desde a décima dimensão, sentem que estão apenas a começar a explorar um leque infinito de dimensões. É por isso que eles regressam para visitar os seus irmãozinhos tridimensionais aqui na Terra, para nos dar uma mensagem de compaixão e de apoio.

 

É muito importante saber que o ponto que lhes marcou a diferença, foi o reconhecimento de que vivemos numa infinita abundância. É por isso que cremos que esta nova ciência da Energia do Vazio é importantíssima para reorientar a Humanidade e, como se disse antes, parte das manifestações desta nova maneira de pensar sobre o vazio é uma nova tecnologia que nos permite obter energia eléctrica de uma maneira gratuita, limpa e livre de qualquer monopólio.

 

Muita gente quando ouve falar pela primeira vez sobre esta ciência da Energia Ponto Zero, imediatamente enfoca as possibilidades tecnológicas e suas implicações. Apesar de que estas possibilidades tecnológicas são evidentemente revolucionárias, podemos estimar que esta revolução tecnológica é pouca coisa comparada com a revolução espiritual que surge a partir da crença na abundância. Vencer a ilusão do medo e da separação como espécie é muito mais revolucionário do que apresentar e desenvolver uma nova tecnologia. É importantíssimo que compreendamos que aquilo em que acreditamos fortemente com o coração, manifesta-se, torna-se real. De facto, o ponto de vista pelo qual nós nos olhamos, imediatamente se converte na manifestação que vemos ao nosso redor. Podemos dizer: assim como acreditamos, assim aparece. O medo cria as suas próprias justificações imediatamente. Se você crê que há algo a temer, então você vai actuar como se, na verdade, houvesse realmente algo a temer. Mas para que exista o medo, é necessária a crença num outro separado e se também podemos ver que não há separação, que só há uma continuidade de um ser divino, então é impossível pensar com medo.

 

O medo só existe baseado na crença da separação. Eliminar a crença na separação vai desfazer o fundamento do medo. Esta ciência do vazio demonstra-nos que não há separação, que há só uma continuidade, um só corpo e um só campo de radiação. De facto, todas as manifestações materiais que os nossos sentidos conseguem perceber como indivíduos, não são outra coisa que um só campo.

 

Tudo na Terra é um só organismo vivo. A ideia que temos de nós, como seres separados, de objectos separados e demais coisas separadas, é apenas função das limitações dos nossos sentidos; é uma função de nossa limitada capacidade para sentir. Se pudéssemos abrir a nossa capacidade para sentir, abrir o nosso coração, começaríamos a sentir mais além da divisão dos objectos separados. De facto, começaríamos a experimentar este Ser que é tudo o que vive no Universo e saberíamos que SOMOS UM com esse Ser. É como se o Ser Divino estivesse agora a ter este incrível sonho, sonhando com todos nós. O que está a acontecer agora é que os humanos individuais que acreditam estar separados estão a começar a despertar e a dar-se conta que somos unos com esse Ser Infinito e o despertar deste sonho de separação lava a que todo o fundamento do medo desapareça. Portanto, cremos que este novo conhecimento da ciência sobre a Energia Ponto Zero nos está a ajudar a perceber com uma claridade maior a verdade espiritual de nossa unicidade.

 

As estruturas que os humanos constróem no mundo exterior, estruturas políticas, sociais, etc., são o reflexo fiel da estrutura na qual operamos. Portanto, se queremos mudar o mundo, a chave está em mudar as estruturas de nosso pensamento, que estão no nosso interior e veremos surgir as mudanças externas de maneira automática. Qualquer esforço para mudar o mundo, sem o esforço de mudar a estrutura do nosso pensamento, do nosso interior, está também destinado ao fracasso, pois a ponta de lança da nossa evolução social e cultural é a nossa evolução espiritual. Trabalhando o nosso interior, mudaremos o nosso exterior de uma maneira natural. Portanto o enfoque principal da ciência sobre a Energia Ponto Zero é que devemos mudar primeiro a nossa estrutura interior para poder mudar as estruturas à nossa volta. Assim, começaremos a experimentar imensamente este campo de amor infinito no qual todos os seres estão em mudança, crescendo e evoluindo. De facto, o que esta nova ciência nos demonstra, é que toda a matéria e energia são formas cristalizadas de amor. A luz é amor cristalizado e a matéria é luz cristalizada, pelo que, no fundo, tudo está feito de amor, só que em diferente espaço ou formas. Do mesmo modo que o vapor, a água e o céu são uma coisa só, o amor, a luz e a matéria são uma coisa só: o amor que nos está a ser revelado e que nos está a revelar a nós mesmos.

 

Para concluir, estou imensamente feliz por poder ajudar a perceber que, por fim, teremos uma Ciência que está baseada no amor e que derrubará todas as falsas crenças de separação e limitação.»

publicado por iorio às 12:54

Julho 08 2010

(Texto do cientista Mark Comings, do Movimento Mundial de Paz e de Mudança)

«Do mesmo modo que entramos numa “nova era” para compreender o tempo, também entramos numa “nova era” para compreender o espaço. Compreendemos que o tempo é uma dimensão superior à da mente. Quando falamos de espaço, geralmente pensamos no espaço tridimensional; todavia, na realidade, vivemos num Universo multidimensional e existem infinitas dimensões para o espaço; a nossa consciência humana ordinária, em geral, está sempre consciente unicamente do espaço tridimensional. No entanto, oculto dentro destas três dimensões, está o selo de todas as outras dimensões superiores.

 

Assim, por exemplo, quando projectamos uma sombra com a nossa mão, essa sombra tem a forma da nossa mão, mas falta-lhe uma dimensão. Ela está num plano, está em duas dimensões. Do mesmo modo, os nossos corpos e tudo o que se move nestas três dimensões são sombras de dimensões superiores. Normalmente pensamos que estas sombras, que estas projecções, são reais e esquecemos que estão sendo projectadas a partir de dimensões superiores. Não obstante, nos últimos 30 anos, a Ciência conseguiu descobrir a evidência de dimensões superiores dentro destas três dimensões. Foi descoberto que o que chamamos de espaço vazio – o vazio – na realidade está repleto de imensa energia potencial.

 

A conclusão ordinária de considerar o espaço como o nada, o lugar onde se situa a matéria, evidentemente converteu-se no nosso espaço. Mas o vazio tem mais energia do que a matéria que está nesse vazio e, de facto, a matéria e o vazio são uma mesma coisa, pois há uma continuidade. Foi descoberto que há mais energia num centímetro cúbico de vazio do que em todo o universo manifestado visível e que qualquer “descoberta” nele certamente pareceria invisível. Significa isto que cada ponto no vazio tem energia infinita convergindo num só ponto. Ao deduzir que cada ponto de energia tem energia infinita que está convergindo de todas as direcções para esse ponto e, tendo em vista que essa energia infinita está provindo simultaneamente de todas as direcções, então, há um momento de cancelamento; cancelam-se mutuamente e é por isso que essa quantidade de energia no espaço é invisível. É como, por exemplo, o que se passa no cálculo vectorial, com dois vectores opostos, pois quando há um ponto donde saem (ou convergem) dois vectores de valores iguais mas de direcções opostas, estes anulam-se, no que respeita aos seus valores; pode haver uma grande quantidade de energia mas ela anula-se e é por isso que não a vemos. Esta é uma energia universal que se anula a si mesma omnidireccionalmente. Este processo de anulação omnidireccional é tão perfeito que, inclusive, uma quantidade infinita de energia parece estar oculta no espaço vazio.

 

E esta ideia de que o espaço está infinitamente cheio de energia, tem imensas implicações quanto à nossa maneira de ver o Universo. Assim, cada ponto no qual há total vazio é onde a energia se está a anular de maneira perfeita. Mas se, em qualquer ponto, o processo de anulação omnidireccional não se completa, se há um pequeno desequilíbrio no processo de balanço energético (em que um vector sobressai um pouco mais), então há nesse ponto uma distorção e é desta distorção da anulação (dos vectores) que resulta a manifestação como matéria. A partir deste ponto de vista toda a matéria, todo o mundo manifestado, não é mais que uma temporal assimetria no vazio que se anula. Isto permite-nos fazer com que a Ciência comprove que está certo o que os mestres diziam há muito tempo: que a matéria e o vazio são na realidade a mesma coisa. Esta é uma maneira científica de compreender o que a sabedoria mística nos revelou sempre.

 

No Sutra, o coração do Budismo, está estabelecido que “a forma é nada e o nada é a forma”. É uma expressão assertiva algo misteriosa, que, todavia, agora é totalmente compreensível em termos da ciência porque, de acordo com a Física da Energia Ponto Zero, toda a matéria não é nada mais do que uma modificação do vazio.

 

As implicações destas perspectivas são enormes porque, em lugar de considerar o vazio como uma vacuidade morta, totalmente vazia, resulta que na verdade é um infinito campo exuberante de abundância e potencial, e nós mesmos e os nossos corpos somos parte de uma continuidade dessa infinita abundância. Actualmente, existem várias pessoas que trabalham para conseguir elaborar aparelhos que nos permitam obter energia eléctrica a partir da Energia Ponto Zero e que conseguiram comprovar que isto é possível. É evidente que existe grande resistência para mostrar tudo o que se sabe sobre isso. A ciência da Energia Ponto Zero demonstra que a realidade mais benéfica é a abundância e não a escassez. Tristemente, como sabemos, todo o sistema económico mundial se baseia na escassez. Os recursos são escassos e baseiam-se no medo. Fala-se de que existe uma escassez de energia e que devemos competir para conseguir esses recursos limitados. Claro, é assim se pensarmos somente a partir do petróleo puro e da energia atómica deste tipo. Todos estes métodos de produzir energia contaminam e têm resíduos prejudiciais para o Planeta. O problema (que na verdade não se pode considerar um problema) com a Energia Ponto Zero, é que ela é abundante e grátis. Esta tecnologia, de facto, permite-nos um mundo no qual teremos toda a energia que quisermos, grátis e limpa, sem nenhum prejuízo para o planeta.

 

Existem várias pessoas que desenvolveram esta tecnologia e estão a ter graves problemas para trazê-la para o mercado. O problema evidente é que isso vai limitar a enorme ganância que produz a energia escassa. Poder-se-ia falar durante horas acerca desta tecnologia e de possíveis maneiras de conseguir que ela seja de boa qualidade, mas, na verdade, pode-se focar outro aspecto, sobre as implicações espirituais desta nova maneira de pensar sobre o espaço. Quero falar-lhes das implicações espirituais desta nova maneira de pensar sobre o espaço. Considero que as implicações espirituais são ainda mais revolucionárias do que as implicações económicas e outras. Considero que assim como a consciência da humanidade se eleva com novas frequências, estas tecnologias que demonstram a abundância poderão vir à luz. E digo mais: considero que isto é inevitável. A única resistência a isto é a consciência do medo, a escassez e a cobiça. Entretanto, à medida que mais e mais pessoas reconheçam a infinita abundância dentro de si mesmas, será fácil reconhecer a abundância externa.

 

Creio que a implicação mais importante desta maneira de considerar o espaço é saber que estamos conectados a uma fonte infinita e que esta fonte infinita é a abundância infinita do amor e da compaixão (magnetismo, coesão). Pode considerar-se também que a partir desta óptica podemos ver toda a matéria como cristalizações do vazio. Os nossos corpos, então, são complexos de assimetria no vazio, que estão sintonizados com este campo de potencial infinito.

 

O que os cientistas chamam ‘Energia’ é chamado ‘Espírito’ e ‘Consciência’ pelos místicos. A Energia não é mais que apenas a superfície de um imenso oceano de espiritualidade viva. Então, em termos de nosso desenvolvimento espiritual, o mais importante é que nós devemos aceder e conectar-nos a este campo de potencialidade pura no espaço e que nos convençamos de que está ali, de que existe e que é infinitamente abundante. As nossas crenças são o mais importante factor que constrói a realidade nas nossas vidas e, apesar de vivermos num oceano infinito de abundância, se nós não pudermos crer nele, então não poderemos experimentar esta abundância.

 

As nossas crenças têm o poder de nos bloquear e evitar que consigamos aceder a esses campos infinitos; mas se integrarmos na nossa Consciência que estamos conectados a essa fonte infinita de amor, compaixão e abundância, descobriremos que, de facto, realmente estamos e será possível, para nós, aproveitar e canalizar esta energia infinita nas nossas vidas. Essa energia pode curar qualquer enfermidade, qualquer problema da mente, corpo ou espírito, porque toda enfermidade não é mais que uma função de desequilíbrio entre o corpo, a mente e o espírito. E a Ciência está agora a demonstrar cientificamente como é que sucedem os milagres e que eles de facto sucedem todos os dias. A nossa própria existência é um milagre incrível. Então, se nos damos conta da classe de milagre que é estar por aqui, experimentando cada momento, qualquer outro milagre não nos surpreenderá. A intensidade de energia e de luz que nos acompanha a todo momento é imensa, enorme. O vazio está ao nosso redor, no espaço. Está cheio de luz. É uma vacuidade radiante que cria todas as formas.

 

Recentemente foram feitos cálculos acerca de quanta luz está presente ao nosso redor. Pela ciência da Física Quântica sabemos que o vazio está emitindo a todo o momento o que poderíamos chamar fotões de vazio. A intensidade dos fotões que provêm do vazio é cem vezes a intensidade da luz da superfície do Sol. Portanto, isto é algo como nadar em luz o tempo todo. No espaço em que nos encontramos agora mesmo, há mais luz do que na superfície do Sol. E se não podemos ver isto com os nossos sentidos físicos, é porque os nossos sentidos físicos foram sintonizados para captar as diferenças, para notar as manifestações de matéria. Então, esta imensa luz sempre presente fica em fundo e não é visível aos nossos olhos. Todavia, as pessoas que alcançaram níveis místicos elevados confessaram ver enormes quantidades de luz branca.

 

Essa percepção que os místicos têm da luz branca foi tomada pela antiga ciência como um desequilíbrio químico raro nos cérebros destas pessoas, porque os cientistas não podiam compreender que esta luz radiante está efectivamente presente. Agora podemos compreender que o que os místicos percebiam era a manifestação do que realmente existe. Nos estados místicos, o sistema nervoso e os sentidos estão sincronizados de maneira que se pode ver o que aparentemente não está aí.

 

Esta energia brilhante, sempre presente, também nos pode ajudar a explicar outros fenómenos paranormais. Agora se compreende, na ciência da Parapsicologia, que a intenção humana pode dirigir estes fotões de vazio e que, se conseguirmos sintonizar-nos suficientemente, poderemos inclusive controlar estes fotões para que eles movam a matéria, ou seja, a telecinésia, e também nos permite compreender como pessoas bem sincronizadas podem servir de canal para curar através das mãos. De facto, estas pessoas estão a dirigir conscientemente estes fotões de vazio de uma maneira que podem ser aproveitados para curar. Porém, a mais importante implicação desta nova visão do espaço como um campo infinito, é que nós podemos despojar-nos de todas as nossas falsas crenças. O principal obstáculo que temos para manifestar o PARAÍSO NA TERRA é precisamente a obstinação da mente humana na limitação e na escassez, tendo levado a que a Humanidade tenha depositado a sua fé na ciência destes dias, a qual tem descoberto o que a mente racional pode compreender. É, então, muito significativo que a mente racional, por fim, através da “Nova Ciência”, possa reconhecer que existe esta abundância infinita. Isto traz-nos uma visão do potencial humano que é absolutamente ilimitado. Estamos sintonizados com este campo de energia infinita, mas isto também significa infinito amor e consciência infinita.»

publicado por iorio às 12:45

Julho 06 2010

A Evolução Espiritual esteve desde sempre interligada a todas as culturas e civilizações de que há registo – seja ele escrito, gráfico ou oral –, sendo essa evolução aqui vista na óptica da tentativa de aproximação do Homem àquilo que o transcende, resumidamente, o Espírito.

Aos nossos olhos – e aqui, há que especificar, olhos de ocidentais, abusivamente considerada a “visão oficial” da nossa civilização –, a perspectiva das tentativas, de todas essas tradições, para aceder ao "outro lado do véu" pecam por todos os vícios e defeitos (e mais algum) imputáveis a crendices, para sermos brandos... Pois a Ciência até nos deu uma visão bem diferente da realidade! A maçã cai para a terra pela lei da gravidade, etc., etc.; tudo bem catalogado, bem arrumado! Isto dito sem qualquer juízo de valor, pois julgamentos e avaliações são sempre visões parcelares do Todo, da Realidade – e por favor não confunda “não julgar”, que é ter consciência do que foi dito (julgamento e avaliações são sempre visões parcelares), aceitando a posição do outro, com “falta de coragem” ou até “cobardia”, pois a história das guerras é esta, ver só um dos lados da questão; e, lembre, temos dois olhos e uma boca... para ouvir mais e falar q.b.

 

E é desta Realidade que a Quântica – primeiro pela Física, depois por outras ciências – começou a levantar questões, sobre a separação do binómio Matéria/Espírito; de elementos “não associáveis”, tem-se constatado que são, de facto, elementos indissociáveis, como as duas faces da mesma moeda, aquilo que magos e xamãs, entre outros, desde sempre intuíram pondo-o em prática.

 

A ideia de que somos seres independentes, separados do Todo, é uma das traves mestras da maneira (que herdámos) de ver o mundo, mas já vai para um século que Carl Jung, ao estudar os estados alterados de consciência, definiu o “Inconsciente Colectivo” como uma percepção de grupo, contendo um arquivo de todo o nosso património cultural e histórico, a que todos temos acesso.

 

Paralelamente, tem-se constatado pelas notícias do último meio século e que cada vez mais facilmente nos chegam, que se tem conseguido o acesso a patamares de consciência, de que não há memória terem sido atingidos pela Humanidade [veja o post ‘Channeling’], permitindo a “vulgarização” do contacto com outras consciências, a outros níveis, – que alguns designam por “Telepatia Cósmica” – até àquela altura só ao alcance dum punhado de pessoas em todo o planeta, como se um campo mórfico de grandes proporções se tivesse desenvolvido, entretanto.

 

Ao que parece, esta 3D (ou 3ª Dimensão) 'divide-se' em sete sub-níveis – ou sete sub-dimensões, abarcando "mundos" tão "díspares", quanto o dos devas e o dos desencarnados ainda integrantes a 'Roda de Samsara', ou roda das reencarnações – não nos sendo acessíveis a maioria, se não a totalidade, no presente estado de consciência. E esta citada maior facilidade de contacto com o "outro lado do véu" não se refere aqui ao contacto com (a energia d)os seres desencarnados que, por exemplo, (sabemos agora) por falta de consciência, uns, ou por compromisso de ajuda (os casos do Dr. Sousa Martins e do padre Cruz), outros, se têm mantido “contactáveis”.

 

Muita da informação, ao nível das canalizações de seres, como se disse, “acima de qualquer suspeita” mostra-se coerente, independentemente da sua origem geográfica, o que lhe dá credibilidade, já que as tentativas de charlatanismo acabam, mais cedo ou mais tarde, por se desmascarar. E aos citados patamares de consciência poderemos definir por outras dimensões, para lá da nossa 3D (3ª dimensão).

 

Intrinsecamente associado a esta 3D está o conceito (e a vivência) da Dualidade, que se impôs como um paradigma aqui na Terra, que é a base de sustentação do Ego e que nos mantém na “ilusão da separação” – como vimos atrás, noutros posts, a própria Quântica está a mostrar-nos que 'Somos Todos Um', que de facto estamos todos interligados em vários níveis de consciência e energéticos.

«Em todo o momento esta ilusão é reflectida de volta para nós na forma de vários pares de opostos que também parecem estar separados um do outro, tal como o Yin e Yang, o bem e o mal, certo e errado, amigo e adversário, luz e trevas, vítima e agressor, etc.. No entanto, a cada momento que investimos em nós esta ilusão de dualidade, ao escolher um destes opostos sobre o outro, servimos para reforçar e, assim, perpetuar o mundo de separação em que nascemos. E enquanto continuarmos a alimentar esta existência dualista nunca seremos capazes de transcender. Pois neste mundo de dualidade, a verdade de que “Energia Segue o Pensamento” assegura que ‘bondade’ e ‘maldade’ se mantenham vivos um ao outro. Isto acontece porque CADA VEZ QUE ESCOLHEMOS UM LADO NUMA QUESTÃO, UM ASPECTO É REFORÇADO PELA NOSSA ATRACÇÃO POR ELE, ENQUANTO O OUTRO É FORTALECIDO PELA NOSSA AVERSÃO. Por isso AO ESCOLHER UM DOS LADOS, QUE NUMA PERCEPÇÃO NÃO ILUMINADA PODE PARECER QUE APENAS FORTALECE UM ASPECTO DUMA QUESTÃO, DE FACTO, FORTALECE AMBAS [Ou seja, energeticamente, quando damos a nossa energia ao bem, porque 'gostamos', estamos a dá-la ao mal, porque 'não gostamos'...].

E assim, poderemos ver o verdadeiro e predominante perigo no crescente movimento espiritual de hoje e nas tradições religiosas onde muitas pessoas bem-intencionadas estão focadas em fazer o “bem” no mundo e a oferecer os seus serviços a outros. No entanto, ao fazê-lo, muitos estão a invocar o sentido dos egos de fazer o “bem” e, simultaneamente, perceber que outros estão a fazer o “mal”, servindo de combustível par a ilusão dualista e indirectamente despertar o mal.

Por isto o Buda ensina aos seus discípulos a caminharem no Caminho do Meio entre todos os pares de opostos, e o porquê do iniciado Paulo escrever, no Novo Testamento, “Cada vez que tento fazer bem, acabo por fazer mal”.

O Serviço aos outros pode ser uma armadilha dualista para mentes humanas limitadas. É uma das armadilhas mais difíceis de reconhecer porque parece tão sensatamente amorosa e altruísta.

Contudo, a Divindade não serve os outros na maneira muito pessoal que a Humanidade pensa; a Divindade, assim que contactada, irradia em todas as direcções, abençoando Todos de modo idêntico, pois Todos Somos Um.

E aqui pode-se perceber que o verdadeiro e eficaz serviço espiritual é a manifestação natural de Amor e Sabedoria do coração e mente divina alinhados. Não é algo que pode ser planeado ou conseguido pela Vontade Pessoal, mas antes um Estado de Graça onde Tudo tem um propósito e um espaço pelo qual nos podemos sentir agradecidos e amados.» (in "Awakening as One - Revelations", http://dotsub.com/view/4c3bc9bc-3f86-4bec-90b2-7a720c61c2f5#.TmaWesZ21to.facebook )

Mas que mensagens chegam até nós? Em que diferem elas relativamente às mensagens veiculadas por um qualquer grupo de pessoas unidas segundo um conjunto de ‘verdades’ e/ou dogmas – grupos esses a que definimos usualmente por Igrejas (lembramos, sem qualquer juízo de valor)?

 

Estas perguntas reportam-nos para o tema deste post, para a Evolução Espiritual. As mensagens, por mais diversos que sejam os temas abordados, têm subjacentes princípios universais que também podem ser encontrados nas religiões de todos os tempos, desde a hindu à budista, da muçulmana à da tradição judaico-cristã, para falarmos das que agregam a grande maioria da Humanidade nesta linha de espaço-tempo; o “Não Matarás!”, o “Respeitar o próximo, como a nós mesmos”, etc.

 

Há, no entanto, outros princípios já não tão gerais na cultura da nossa civilização. Dos muitos enunciáveis – uma lista extensa de mais, a que poderá ter acesso (de uma forma já muito abundante) em qualquer escaparate de livraria e a que este blog tentará dar uma “mãozinha” –, estão, por exemplo, a consciência:

  • de que existe um mundo espiritual paralelo ao nosso;
  • de que “somos deuses” - claro que com o conhecimento das, muitas, limitações por estarmos encarnados na 3D - já que cada átomo que constitui a nossa realidade holográfica tem a informação de todo o Universo, ele mesmo, O Holograma; ou como soe dizer-se, “somos Todos Um!”;
  • de que o Espírito é Eterno e Livre.

No caso específico da Terra, o Espírito passa pela transcendência da chamada Roda de Samsara, propondo-se o Espírito passar por várias “lições”, nas sucessivas encarnações, num processo de “aprendizagem” contínuo e de enriquecimento, tendo essas lições a ver, na sua maioria, com a confrontação e resolução dos traumas arquetípicos – de vários níveis, sendo que há cinco fundamentais (abandono, maus-tratos, traição, negação e rejeição) – que algumas culturas designam como carmas.

 

Todavia, este poderá ser um dos equívocos a que muitos que tentam descobrir esta nova realidade, este novo mundo (quase) completamente estranho, que é o "outro lado do véu", estão presos, já que parte significativa da informação recebida e divulgada não provém efectivamente de seres de outras dimensões, mas de seres tão presos quanto nós neste Sistema Energético Terra/Humanidade, situados numa das referidas sete sub-dimensões, que permanecem numa consciência de Dualidade, defendendo, como Desidério último, o triunfo do bem sobre o mal, o que, tratando-se de valores da Dualidade – dos quais o Espírito está Livre – não permitirá, nunca a Libertação, a transcendência desta realidade 3D, por muito "boazinha" que ela se transforme.

Na Terra, com um ciclo que agora acaba – estando nós nos chamados 'Tempos Finais', a que foi associado o solestício de Inverno de 2012 (21.Dez.2012), como marco limite, mas, lembramos, que "2012" é um processo, nunca uma data – está a ser proposta à Humanidade a Ascensão – ou seja a sua elevação energética de Consciência, para novos patamares dimensionais, recordando o que foi dito no post "A Quântica II" que «O que caracteriza efectivamente este universo é a Consciência» – em conjunto com a Terra, também designada como Gaia (o Espírito da Terra).



Implícito está também o acompanhamento da evolução da Humanidade por grupos de seres de outras civilizações que por diversas razões seguem o processo evolutivo de muitas almas no Planeta Azul, como por exemplo, o acompanhamento na perspectiva de apoio (quer desinteressado, na base do amor incondicional, quer como objecto de estudo – sim, percebeu bem, ‘cobaias’), ou na perspectiva de preparação para o ‘retorno a casa’ de alguns dos seus pares (a Terra está a terminar um período de “clausura”, em que seres de muitas origens aqui foram obrigados a reencarnar, numa “aprendizagem” forçada). Perante ciclos de milhares de anos, não terá que se esforçar muito para encontrar um motivo para eles cá estarem...

 

E, nisto tudo, onde fica a Evolução Espiritual?

 

Ela passou pela sucessiva tomada de consciência de que vivemos num “Matrix”, num teatro em que as nossas almas tentam muitas vezes desempenhar papéis que definiriam o que se poderia chamar de um bom actor, pela “luta” que o papel deu a desempenhar.

 

Ela passou pela “aprendizagem”, nas sucessivas vidas, e pela bagagem que fomos adquirindo e que nos permite saber como reagir aos desafios com que nos confrontamos hoje. E muitas vezes, esses traumas arquetípicos – esses carmas – levam vidas inteiras a torturar-nos, como se tivéssemos (e não é que temos, mesmo?) um íman energético que vai atraindo para a nossa vida aquilo de que temos mais medo; lá diria o povo, na sua imensa sabedoria, “É fatal como o destino”... assim como diz “Cá se fazem, cá se pagam”, ou seja, pela Lei Universal da Causa e Efeito, tudo o que fazemos aos outros, virá bater-nos à porta e se não for nesta vida.

Mas este é também, neste aspecto, um ponto de viragem. Essa Evolução Espiritual deixa, aqui e agora, de ficar limitada pelo espartilho da Dualidade, assim o queiramos, ou melhor, assim nos Abandonemos à Luz e à Graça.

publicado por iorio às 23:25

Espaço de partilha de conhecimentos e experiências na amálgama que funde Espiritualidade e Ciência (as duas faces da mesma moeda), religião e Nova Era, hologramas e Matrix, o Segredo e 2012. E o segredo de 2012. E mais além!
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